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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Feliz natal


Um feliz natal para todos!
Votos sinceros do Blog "Como Cães e Gatos" para todos os pets e seus donos.




sábado, 24 de novembro de 2012

Pinscher

                                             PEQUENO VALENTE


 Ele é ativo alerta e protetor, mas há um limite entre o comportamento certo e a chatice. Conheça. Ele é um dos cães mais populares do País. Raras são as pessoas, por menos que entendam de cachorro, que não sabem exatamente quem é o Pinscher Anão, chamado apenas de Pinscher. Entre os cães nascidos e registrados anualmente, ele está - e há muito tempo - numa posição privilegiada. Nesta década, manteve-se entre as 20 raças com maior número de nascimentos no Brasil. Mas isso é pouco, perto da popularidade real dos Pinschers que desfilam pelas ruas, mesmo sem registro oficial ou, em outras palavras, sem o famoso pedigree. Só para ilustrar, em grandes pet shops e clínicas veterinárias, situadas nas principais capitais e que recebem centenas de cães por mês, o Pinscher está entre as dez raças mais assíduas, sendo que na maioria dos casos os exemplares não têm pedigree. A conquista desse pequeno cão vai além das facilidades geradas pelo porte e pelo pêlo curto. Sua energia fantástica somada ao apego ao dono, o tornam um cão extremamente participativo. "Faz de tudo para ficar 24 horas com você e diverte qualquer ambiente, pois é muito brincalhão", diz a criadora há 27 anos, Vania Breim, do Canil O'Breim, em São Paulo. "Das 14 raças que crio, o Pinscher é o que mais convive com o dono. Os meus sempre prestam atenção em mim, parece que tudo que faço é importante para eles", completa Elizabeth Veiga Guimarães, do Canil Jaguaruna, no Rio de Janeiro. "Onde quer que eu vá, lá estão eles; são um exemplo de companheiro", resume a criadora há dez anos, Rose Mary Andreata, do Canil Mordoff, em Mogi das Cruzes, SP. OUSADIA Seus atributos não páram por aí: o Pinscher é um cão de guarda. Isso mesmo. É a menor raça de guarda. Classificada pela Federação Cinológica Internacional como pertencente ao grupo 2, cujos parceiros são, nada mais nada menos, que o Dobermann, Rottweiler, Mastife, Boxer e Dogue Alemão. E o baixote Pinscher - apresentado junto com eles nas exposições de beleza - desfila imponente entre os grandões. Como covardia é atitude que desconhece, ao se sentir ameaçado não mede conseqüências. "Certa vez, num julgamento com um Pinscher, ele 'grudou' num Rottweiler, que se aproximou, e não queria largá-lo", lembra o criador há sete anos, Nilberto Prada Burigo, do Canil Eskilate, em Blumenau. "A juíza viu naquilo uma atitude típica da valentia da raça e gostou tanto que lhe deu o título de Melhor da Exposição." A semelhança com o Dobermann, raça famosa como guardiã, não é à toa. Ambos descendem de um mesmo ancestral, o Pinscher Standard, do qual não se têm notícias aqui. "Comparo o Pinscher ao Dobermann pela aparência e pelo temperamento. Ele rosna e ataca para defender o dono", afirma Nilberto. "É um barato um cão tão pequeno com ferocidade tão grande; é a melhor raça miniatura por reunir as qualidades de guarda e companhia." Até adestradores de cães de guarda confirmam: "A territorialidade é inata ao Pinscher; se julgar necessário, avança, mesmo sem treino", fala o adestrador da Pires Segu-rança, Carlos Rangel. "Se um estranho entra em casa, o Pinscher faz 'cara de Dobermann', rosna, arreganha os dentes e ataca", endossa Rose Mary. É claro que o ataque de um Pinscher não detém uma pessoa adulta. Mas tanta hostilidade é um empecilho aos mal-intencionados. E o escândalo de um Pinscher diante de um suspeito é ouvido à distância. "Fico tranqüila, pois sei que a Brasinha, minha Pinscher, vai latir feito louca se encostarem na porta", garante a dona, Pérola Vieira Augusto. "É tão alerta que ao dormir parece estar ouvindo o que acontece", complementa." E está. É Vania quem confirma: "Os meus dormem com as orelhas se mexendo na direção de onde vêm os sons." Zanizar Rodrigues da Silva, que cria Dobermanns e tem um Pinscher dentro de casa, vai mais longe: "A Babalu tem uma sensibilidade incrível; late para barulhos externos antes dos cães de guarda que ficam fora de casa." LIMITES A raça é comunicativa. "Tem um código de latidos que transmite a urgência das situações", afirma Vania. A criadora há três anos pelo Canil Little King, em São Paulo, Janete Prado Ribeiro, endossa: "Se late freneticamente é coisa séria, se dá um ou dois latidos é só para conversar comigo ou, por exemplo, mostrar que a vasilha de água está vazia", ilustra.Enquanto um bom Pinscher late para avisar o dono de alguma coisa, seja perigo, falta de água ou de atenção, há outros que latem até para a sombra. E se um bom Pinscher não ataca à toa, mas apenas se provocado, há outros que mordem até a brisa. É aí que entra o limite estreito entre a valentia e a inconveniência. São os Pinschers que o ultrapassam que dão à raça a fama de neurótica, que late sem parar e tenta morder todo mundo. "É comum este cão ser taxado de 'histérico'", lamenta Nilberto. Vania concorda: "É inevitável que muita gente torça o nariz ao falar do Pinscher e o acuse de nervosinho." Elizabeth dimensiona o problema: "Cerca de 80% dos compradores potenciais se preocupam com isso." Um dos motivos para o problema é a educação. Muitas vezes, o porte diminuto do Pinscher o sugere apenas como cão de companhia. Sua faceta de guardião é desconhecida por muita gente. "É normal acharem engraçadinho um cão tão pequeno reagir latindo e rosnando e estimulam isso", declara Vania. "Uma amiga minha acha graça um dos meus Pinschers reagir ferozmente quando ela finge me bater", comenta. "E conheço proprietários que, sem querer, neurotizaram seus cães com atitudes semelhantes." Rose Mary confirma: "O Pinscher é um guarda. Não deve ser mimado, nem estimulado a latir, a rosnar e a avançar, sob pena de se tornar um chato." A experiente Vania está agüentando a conseqüência de mimar em excesso. "Minha fêmea, a Splash, é ciumenta e não deixa outros cães e pessoas se aproximarem de mim sem avançar", conta. "Quando a faxineira limpa meu quarto, se não prendo a Splash, ela late sem parar e, se enfrentada, morde mesmo." Veterinários experientes com a raça observam com freqüência Pinschers que tiveram educação inadequada. Ailton Blois já tratou de cerca de dois mil exemplares e afirma que 30% deles têm desvios por falta de voz de comando do dono. "Na consulta, por exemplo, se o cão ficar agressivo e latir, o dono em vez de afagá-lo deve impor que se comporte." O veterinário Ruy Trevisol Bittencourt, com mais de 4 mil clientes da raça em 15 anos de profissão, observa o problema em um terço dos exemplares: "Há donos que enquanto seus Pinschers latem e tentam morder pessoas e cães na sala de espera da clínica, ficam falando manso e não dão comandos, estimulando-os a agir errado." A veterinária Irce Luz, que já cuidou ao redor de 1,5 mil Pinschers, analisa que quem permite ao Pinscher fazer o que quer, contribui para o comportamento exaltado. "Esse cão é agitado, morde e late demais, mas se acalma se o dono sai da sala." Há também Pinschers que nascem com defeitos de caráter, de origem genética. Acasalamentos errados, como entre dois cães muito latidores e agressivos, reforçam essas características. "Cerca de um terço dos Pinschers que atendo tem desvios temperamentais herdados", avalia Blois. "Afirmo isso, pois a maioria dos meus clientes compra de criadores cujos cães eu conheço." O desejo de obter Pinschers cada vez menores, sem selecionar outras características como o bom temperamento, também é um caminho para o cão se tornar infernal. "Cruzar deixando de lado o temperamento característico da raça pode resultar em comportamento instável", afirma a especialista em reprodução animal, Silvia Crusco. Outro motivo que reforça a agitação é explicado pelo fisiologista animal, Gilberto Xavier, da USP. Os bichos menores, mesmo entre indivíduos da mesma espécie - e isso vale para a natureza em geral - têm o metabolismo mais intenso; queimam mais energias que outro animal maior. "É fundamental considerar o ambiente que esse cão terá no dia-a-dia, mas de forma geral, um exemplar menor tende a ser hiperativo, reagindo mais rápido ao estímulo." Muitos criadores creditam o excesso de agressividade também a uma hipótese não reconhecida pela ciência. "Cães menores se sentem mais ameaçados frente ao mundo - para eles, tudo é maior e mais assustador - e se tornam mais agressivos", cita a cinóloga Hilda Drumond, defensora da idéia. A mestiçagem existe com freqüência na raça. "A maioria, atualmente, é feita com Chihuahuas ou Terriers Brasileiros", fala Nilberto. "Além disso, o plantel atual tem vestígios de Pinschers mestiços com o Toy Manchester Terrier, que receberam Registro Inicial até a década de 70", acrescenta Hilda. Ainda que seja impossível traçar um perfil comportamental quando o assunto é mestiçagem, a experiência dos criadores e veterinários entrevistados é que o resultado costuma ser um cão mais agressivo e latidor que o bom Pinscher. Segundo Bloys, cerca de 10% dos Pinschers que atende são mestiços e apresentam tal comportamento. "Cuidei de cerca de 50 mestiços que tendiam a uma maior agressividade e agitação", declara Irce. "Se a mistura for com Chihuahua, o cão é mais latidor do que se misturado com Terrier Brasileiro", observa Ruy, que já consultou por volta de mil mestiços e também os considera mais nervosos. ESCOLHA Comprar um exemplar com pedigree é a maior garantia contra mestiços. Mas pelo físico do cão dá para ver se houve mestiçagem. Nilberto esclarece: "Sangue de Chihuahua traz orelhas laterais, olhos saltados e arrendondados e o crânio também arredondado, em forma de maçã. O Pinscher puro tem crânio chato, orelhas em pé e olhos amendoados." Hilda explica alguns sinais da mistura com o Terrier Brasileiro: "Tamanho um pouco maior; manchas brancas na pata, na ponta dos dedos e na ponta da cauda; pés tendendo a ovais; garupa redonda; tendência a 'costela de barril' e ângulo do ombro mais aberto que os 45o habituais." Não é recomendável procurar pelo menor tamanho. O padrão dá o limite de 25cm. Abaixo disso, além do risco de cães mais agitados, as proporções físicas tendem a ser menos perfeitas. Analise os pais e os outros exemplares do canil. Veja se não são agressivos e latidores. Por último, não bobeie na educação: reprima-o, com vigor, mas sem violência, sempre que latir demais ou ficar bravo em situações injustificadas. Estimule-o, com elogios, quando agir corretamente ou obedecer ao seu comando. Os problemas mais comuns ao Pinscher são os que atingem raças pequenas. O veterinário Trevisol alerta para a alimentação: em excesso causa infecção intestinal; gordura ou temperos provocam infecção intestinal grave, com sangue nas fezes. A dentição dupla (quando os dentes de leite não caem), segundo Ailton Blois, afeta 40% dos Pinschers que atende. A veterinária Neusa Mary Morikawa, de Mogi das Cruzes, tem cinco casos em cada dez. Os dentes de leite são arrancados para dar espaço aos permanentes e não favorecer o tártaro. A luxação da patela (deslocamento do joelho), hereditária, atinge, nos casos de Ailton, 20% dos exemplares. O osso costuma voltar de forma espontânea ao local - cirurgia só em casos raros. A necrose da cabeça do fêmur, também hereditária, afeta cerca de 15% dos exemplares da raça que Ailton atende. Remove-se a cabeça do fêmur e coloca-se uma prótese. A displasia coxofemoral (má-formação no encaixe da cabeça do fêmur com a bacia) afeta 10% dos casos consultados por Ailton. Há cirurgia, que não cura mas dá maior conforto. Cerca de 20% dos partos são complicados e exigem cesariana. PADRÃO OFICIAL CBKC nº185, de 11/4/94 FCI nº185 d, de 25/6/86 País de origem: Alemanha Nome no Brasil: Pinscher Anão Nome no país de origem: Zwergpinscher Utilização: Companhia, guarda e trabalho Prova de trabalho: Para o campeonato, independe. Aparência Geral O Pinscher Anão é uma versão reduzida do Pinscher, sem as faltas do nanismo (aspecto de anão). Suas características são similares às do Pinscher, embora seu temperamento e comportamento sejam os de um cão pequeno. Este cão miniatura, de pelagem macia, pode ser facilmente mantido no menor apartamento; entretanto cumprirá sua tarefa de cão de guarda. Detalhes do Padrão Cabeça: forte, alongada, com occipital não pronunciado. O comprimento total (desde a ponta do nariz ao occipital) em proporção ao dorso (desde a cernelha à base da cauda) é de aproximadamente 1:2. As linhas superiores do crânio e do focinho são paralelas, a testa é achatada e sem rugas. Stop: leve, mas definido. Focinho: é profundo, terminando em cunha e de ângulo moderadamente obtuso. A trufa é cheia e de cor preta; variando de acordo com a tonalidade da pelagem, para os cães vermelho e castanho. Dentes: fortes e de cor branco puro, com mordedura em tesoura. Orelhas: inteiras - inserção alta, em forma de V, portadas dobradas, caídas rente às faces; as orelhas, naturalmente, pequenas são portadas eretas. Cortadas: de inserção alta, cirurgicamente aparadas de forma simétrica e portadas eretas. Olhos: escuros, de tamanho médio, ovais e de inserção frontal. As pálpebras inferiores são firmemente ajustadas, ocultando a conjuntiva. Pescoço: forte, linha superior de nobre elegância, com a nuca graciosamente arqueada. Seco, com a pele firme na garganta, sem barbelas. Tronco: peito moderadamente largo, com as costelas chatas, e, seção transversal oval. O antepeito, modelado pelo esterno, projeta-se à frente da articulação do ombro. A linha inferior passa abaixo dos cotovelos, suavemente ascendente na direção caudal, moderadamente acentuada na região da verilha. A distância, desde a última costela até o ilio, é curta, de modo a configurar um cão compacto de acoplamento curto. O comprimento total do tronco é aproximadamente igual à altura na cernelha. O dorso é curto e levemente descendente. A linha superior é elegante e levemente arqueada, desde a forte primeira vértebra da cernelha, passando pelo dorso, até a garupa, levemente arredondada até a raíz da cauda. Cauda: de inserção alta, é aparada na terceira vértebra e portada erguida. Anteriores: escápula inclinada e bem angulada com o úmero. Os membros são finos, se bem que, fortemente musculados. Vistos de qualquer ângulo, são retos, com os cotovelos trabalhando rente ao tórax. Posteriores: as coxas são bem anguladas e fortemente musculadas, com os jarretes bem angulados. Patas: curtas, redondas, com os dedos compactos e bem arqueados (pé de gato), as unhas são escuras, com almofadas grossas e fortes. Pelagem: curta e densa, suavemente assentada, lustrosa, sem falhas. Cor: cores sólidas, em várias tonalidades, do castanho ao vermelho cervo, bem como as cores duplas (preto com marcas castanho). Nos cães preto e castanhos, é desejável marcas bem nítidas assim localizadas: nas faces, no focinho, acima dos olhos, sob o queixo, na garganta, dois triângulos no antepeito na altura do esterno, nas patas e membros anteriores, na face interna dos membros posteriores, na região retal e sob a cauda. Altura: de 25 a 30cm na cernelha. Faltas: aparência muito leve, muito baixo ou roliço, de estrutura pesada, sem substância, aparência franzina, testa pesada ou redonda; cabeça de pardal, cabeça de maçã, rugas na testa; orelhas de inserção baixa ou mal operadas; olhos claros, muito pequenos ou grandes demais; malares salientes, barbela, mordedura em torquês, prognatismo superior ou inferior; focinho curto, pontudo ou estreito; dorso longo demais, carpeado ou selado, garupa caída, cotovelos abertos; jarretes de vaca, posteriores retos demais ou pernas em barril, patas de lebre, passo de camelo, pelagem escassa, pontos coloridos, listas de enguia, sela escura e todas as outras marcações que indiquem descoloração. Nota: os machos devem apresentar dois testículos, visivelmente normais, totalmente descidos na bolsa escrotal

sexta-feira, 22 de junho de 2012

A postura Corporal do Gato e o seu Humor



gatos usam sua cauda para expressar suas emoções e se comunicarem com outros gatos e homens também. Aqui estão alguns exemplos de posturas de caudas, movimentos e expressões corporais, que ajudarão a entender melhor o seu gato. Se a cauda está solta e relaxada, o gato está tranquilo. Se a cauda está ligeiramente levantada e suavemente curvada, o gato está se interessando por algo. Se a cauda está ereta e a ponta virada, para frente ou para trás, o gato está muito interessado e amigável. Se a cauda está totalmente ereta e a ponta vertical, ele está oferecendo a sua amizade, uma saudação amistosa. Cauda ereta, balançando gentilmente, o gato demonstra afeição. Cauda no chão, mas a ponta se movimenta ocasionalmente. O gato está um pouco irritado ou pensativo. Cauda no chão, mas a ponta se movimenta rapidamente, indica que o gato está muito aborrecido. Se a cauda balança vigorosamente, de um lado para o outro, o gato está muito zangado. Cauda ereta e arrepiada, o gato está mostrando agressividade para outro gato. Cauda arqueada e arrepiada, demonstra que o gato pode atacar se for provocado. Cauda abaixada e arrepiada, o gato está com medo. Se a cauda está levantada, cheia e grande, o gato está feliz e brincando. Cauda totalmente abaixada, entre as pernas. O gato está demonstrando submissão a outro gato. Cauda da gata virada para o lado, e parte posterior empinada, demonstra que a gata está no cio e pronta para acasalar.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Como manter seu cão sempre cheiroso



Para conservar os cães limpos e cheirosos, alguns cuidados devem ser tomados antes, no momento do banho e depois dele. Não lave seu bichinho em água quente, opte pela temperatura morna ou quase fria. Orelhas e olhos do animal precisam ser higienizados com lenços umedecidos. Evite que a água do banho entre no ouvido do cão. Use um shampoo adequado ao seu cachorro e não recorra ao seu, porque os ingredientes podem lhe causar alergias. Para cães com pelos longos é bom usar um condicionador. Use shampoos específicos para cães Seque bem o pelo, com a toalha e um secador (porém, não aproxime demais o aparelho para que o cão não fique assustado) em temperatura morna e velocidade baixa. Após lavar o cachorro, aproveite para desembaraçar os pelos, para que não se formem nós. Use uma escova específica para pentear os pelos no sentido do crescimento. Um condicionador em spray pode ajudar a umedecer a pelagem antes de iniciar a

escovação. Se surgirem nós, remova-os usando uma pequena quantidade de óleo para bebê ou um líquido próprio para desembaraçar. Para deixá-lo cheiroso aplique um condicionador especial na pele do cão após o banho. Cachorros também podem ter mau hálito, em decorrência da formação de tártaro, o que pode levar à gengivite, uma inflamação na gengiva. Para evitar esse problema escove os dentes de seu animal de estimação pelo menos uma vez por semana com uma escova pequena e macia ou use escova de dedo, com pasta de dente ou uma solução feita especialmente para animais de estimação. No entanto, tome cuidado com o creme dental comum porque além de fazer muita espuma, pode causar irritação no estômago do cachorro, se ele engolir. Escova de dedo para limpar os dentes dos cães Depois que o animal de estimação estiver limpo, pode-se aplicar um perfume em spray canino, mas evite a região do focinho. Para que seu cachorro continue limpo após o banho sempre o escove. A escovação deve ser feita uma vez por semana, se ele tiver pelo curto, ou diariamente, caso tenha uma pelagem longa ou pesada. Escovar retira a sujeira, os pelos mortos e os parasitas, além de deixar a pelagem com brilho.



Mundo Das Tribus

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Basenji


O Basenji é uma das mais antigas raças de cães. Na África, foi usado como guia nas florestas, sendo capaz de assinalar animais ferozes, bem como de caçar presas menores. Sempre alerta, o Basenji é um cão de conformação ligeira, com a graça de uma gazela. A orelhas são pontiagudas e eretas implantadas no alto da cabeça. Finas e profundas rugas faciais surgem quando põe as orelhas em alerta. O corpo é equilibrado e o rabo de inserção alta segue enrolado sobre a garupa. A pelagem é curta e lisa. Sua altura varia entre 40 e 43 cm e seu peso entre 9 e 11 kg. As cores podem ser, vermelhos, preto e fogo e preto, todos eles com manchas brancas. No Zaire, seu país de origem, também existe Basenjis tigrados. História: A idéia de que o Basenji descende dos Spitz pode ser justificada considerando as semelhanças físicas entre eles, tais como, o rabo enrolado e as orelhas eretas. No entanto é mais provável que o Basenji descenda de cães párias da África Central até tornar-se um caçador muito eficaz por seus instintos naturais. O Basenji descoberto pelos exploradores ocidentais em fins do século XIX foram chamados “Terriers do Congo”, “Cães dos bosques africanos” e “Cães dos bosques de Lagos”. Os exploradores faziam referência a impossibilidade desses cães latirem. Os Basenjis emitem um som suave e baixo, como um grunhido, peculiaridade exclusiva dessa raça, apesar de outros cães africanos emitirem um som semelhante. No Congo eram usados para caçar guiando sua presa até as redes. Acredita-se que foram usados também para caçar ratos, daí talvez seu nome “Terrier do Congo”. Caráter: É um bom candidato para cão de companhia. Sua pelagem curta necessita de poucos cuidados. Ele costuma limpar-se como fazem os gatos. São cães com estilo, inteligentes e de aspecto chamativo. Tendem a ser brigões com outros cães, mas são absolutamente confiáveis e afetuosos com as pessoas.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Linfoma (ou linfossarcoma)







O linfoma é uma doença de caráter maligno que acomete os linfonodos (gânglios), e se estende para outros órgãos como baço, fígado, pulmões e rins. Animais a partir de 7 anos de idade são os mais afetados. A forma mais comum do linfoma se inicia por um aumento dos gânglios, principalmente aqueles localizados abaixo da mandíbula. Perda de peso e diminuição do apetite também podem ser notados. Com a progressão da doença, todos os outros gânglios, internos ou periféricos, são afetados e ficam bastante aumentados, podendo causar incômodo para o animal. Outras formas da doença, menos comuns, aparecem com sinais digestivos (vômito e diarréia), respiratórios (quando há metástase pulmonar) ou cutâneos. O linfoma é um tumor maligno, mas pode ser tratado visando o prolongamento da vida do animal. Não existe cura. O diagnóstico é feito através do exame clínico, análises dos gânglios (biópsia ou citologia por aspiração), ultra-sonografia, raio-X e exames laboratoriais. O tratamento usado é a quimioterapia e a radioterapia, mas esta última ainda não está disponível no Brasil para uso em animais. A associação de várias drogas irá promover, em muitos casos, a diminuição dos gânglios e melhora no estado geral do animal. Porém, todos esses medicamentos, além de matar as células do tumor, atingem outras células que se proliferam rapidamente como as células sanguíneas e de defesa (glóbulos brancos). Com isso, o animal poderá ter anemia e baixíssima resistência durante o tratamento com quimioterapia. Por esse motivo, o animal que está fazendo quimioterapia deve ser monitorado com exames de sangue frequentes, o que torna o tratamento caro. As drogas também podem causar efeitos colaterais como diarréias e vômitos. A expectativa de vida de um animal com linfoma é muito variável. Se não for tratado, o cão não resistirá mais do que 6 ou 8 semanas. Com a quimioterapia, o animal poderá ter uma sobrevida bem mais longa, variando de 2 meses até 2 anos. Apesar de todo o tratamento, com o passar do tempo o tumor irá se tornar resistente às drogas, o cão voltará a ter os sintomas e irá a óbito em decorrência da doença. Infelizmente, não há prevenção para o linfoma. Devemos tratar o animal até o momento em que a doença ou o próprio tratamento cause danos ao organismo incompatíveis com a vida e que levem o cão ao sofrimento. Só nesse momento o sacrifício é indicado.

 WEB ANIMAL

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Diarreia



A diarreia é um sinal clínico muito comum em cães e pode ter diversas causas. Em animais jovens, é comum a diarreia por parasitas intestinais (vermes e protozoários), mudanças alimentares ou fornecimento de alimentos que não fazem parte da dieta (doces, massas, etc..), viroses e excesso de ingestão de alimentos. Normalmente, a diarreia alimentar caracteriza-se por fezes pastosas e amareladas. As viroses, que não só acometem filhotes como também cães adultos, causam diarreias líquidas, marrons avermelhadas e de odor muito fétido. Os parasitas intestinais, quando em grande quantidade, podem causar diarreias tão intensas quanto nos casos de viroses, e com o mesmo aspecto. Os cães adultos podem ter diarreia pelas mesmas causas dos filhotes, mas também por doenças sistêmicas. É o caso de animais com insuficiência hepática ou renal, pancreatites, tumores intestinais, deficiência no funcionamento da glândula adrenal, dentre outros. Nestes casos a diarreia é "mais um sintoma", e está associada a outras manifestações. Muitas drogas (medicamentos) podem causar diarreia, por isso, nunca medique seu cão sem orientação veterinária. As doses são diferentes das usadas em humanos, e há medicamentos que não podem ser usados em animais. Em alguns tipos de intoxicações ou envenenamentos, a diarreia pode estar presente. Tome cuidado com dedetizações, venenos e iscas para baratas e ratos. Existem também as diarreias de origem psicogênica. Mudanças ambientais, morte ou ausência de uma pessoa muito chegada ao cão, e até mudanças na rotina da casa podem causar estresse no animal e diarreia. O tratamento da diarreia vai depender do diagnóstico da causa primária. Veja as dicas do Guia de primeiros socorros. Em resumo, a diarreia é um sinal clínico de muitas doenças, e quando ela se torna intensa, causa desidratação e até a morte do animal. Consulte o veterinário e não tente tratar a diarreia com receitas caseiras para que o cão possa ser socorrido a tempo.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Sete motivo para você ter um animal de estimação



Já faz tempo que os bichos de estimação deixaram de ser diversão das crianças eles viraram membros oficiais das famílias brasileiras. são verdadeiros companheiros, que costumam retribuir o amor dos donos de maneira única e inconfundível. Quem não gosta de chegar em casa e encontra um amigo disposto a lhe dar atenção e carinho?                                                                                                              engana-se quem pensa que eles são companheiros só para momento de solidão. estudos já comprovaram que conviver com animais traz vários benefícios para saúde ,a vida social e até para os relacionamentos amorosos. veja uma lista de vantagens                                                                   seja feliz                                                                                                                                                                   1 animais tem muita facilidade de convivência com ser humano
2 passar uma hora por dia com seu animal faz libera o hormônio  ocitocina, que dá sensação de bem-estar                                                                                                                                                              3 crianças de um ano criadas em ambientes com animais têm menos alegrias e um sistema imunológico resistente.                                                                                                                                                     4 alguns bichos exigem caminhadas diárias                                                                                               5 médicos  já admitem ser essencial ter a companhia de um bicho para ajudar na recuperação de quem luta contra doença                                                                                                                6 ao passear com o bichinho,você tem grandes chances de iniciar um papo com outro donos de animais e fazer novos amigos!                                                                                                       7 comece adestra seu cãozinho aos 6 meses

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Vista da trama-top: Conheça o Axel labrador que adora sentar em edifícios, enquanto seu mestre estabelece palha


Todo mundo já ouviu falar de um gato em um telhado de zinco quente. Conheça agora Axel - o cão que gosta de se sentar em um telhado de palha quente. O animal de estimação dedicado gasta até cinco horas por dia empoleirado em telhados para que ele possa assistir a seu dono, thatcher Richard Haughton, no trabalho. Cinco anos Axel aprendeu a subir uma escada para se juntar Sr. Haughton, 33, como ele coloca palha nova em casas de campo em todo Norfolk. Axel o labrador gasta até cinco horas por dia empoleirado em telhados para que ele possa assistir a seu dono, thatcher Richard Haughton, no trabalho O cão inteligente aprendeu a subir uma escada para se juntar Sr. Haughton, 33, como ele coloca palha nova em casas de campo em todo Norfolk Sr. Axel Haughton foi dada quando ele era um filhote de cachorro por um parente que já não podia cuidar

dele enquanto ele estava fazendo o trabalho por turnos O canino escalando equilibra pacientemente no ápice do telhado e pesquisas no cenário local até a hora de ir para casa e ele é transportado para a escada nos ombros do seu proprietário. Axel, que é um cruzamento entre uma Terra Nova, um labrador e um rottweiler, subiu no telhado em primeiro lugar quando ele tinha apenas sete semanas de idade. Desde então, ele juntou-se o Sr. Haughton e seus colegas Leyton Rutherford e Charles Tedder em cada telhado que temos trabalhado. Pai-de-dois Sr. Haughton de Witton perto de North Walsham, Norfolk, disse: "Ele vem em todos os lugares comigo e está perfeitamente feliz em sentar e assistir-nos no trabalho. "Quando ele era um filhote de cachorro pequeno, tivemos que levá-lo até


a escada. Mas ele logo aprendeu a subir os degraus si mesmo. Você apenas tem que estar por trás dele para que ele não tem a confiança necessária para se levantar. Ele pesa sete uma pedra meio, então ele é bem pesado, mas ele é muito bom em equilíbrio e ele salta alegremente em meus ombros para que eu possa levá-lo para baixo quando temos uma pausa ou acabamento para o dia ", disse o Sr. Haughton O canino escalando equilibra pacientemente no ápice do telhado e pesquisas no cenário local até a hora de ir para casa e ele é transportado para a escada nos ombros do seu proprietário "Ele terá um biscoito quando descemos para o almoço, mas os clientes muitas vezes

estragam-lo e dar-lhe um lanche no café da manhã. "Ele pesa sete uma pedra meio, então ele é bem pesado, mas ele é muito bom em equilíbrio e ele salta alegremente em meus ombros para que eu possa levá-lo para baixo quando temos uma pausa ou acabamento para o dia. ' Sr. Haughton que dirige Thatchers Broadland disse Axel tinha atraído um grande interesse em seu trabalho atual, re-thatching o primeiro pub Três Horseshoes em Scottow perto de North Walsham. Ele disse: 'Um

monte de pessoas estão fazendo dupla tem como eles dirigem passado e ver Axel sentado no telhado. Estamos acostumados a motoristas puling sobre e tirando fotos dele. " Sr. Axel Haughton

foi dada quando ele era um filhote de cachorro por um parente que já não podia cuidar dele enquanto ele estava fazendo o trabalho por turnos. Ele disse: 'Eu ia levá-lo para um centro de resgate de animais como um favor para o meu parente, mas então eu decidi mantê-lo e ele tem

estado comigo desde então. "Os clientes sempre querem saber onde ele está quando nos voltamos para cima, e ninguém nunca questionou o que ele faz. Ele é um menino muito leal de idade. "