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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Dando um Banho no seu Cão


Preparação é Fundamental

A última coisa que você quer experimentar é que o seu cão salte de uma banheira cheia de água e arruine seu tapete, tudo porque você teve que deixar o local do banho por um instante para conseguir algo que você precisava naquele momento e tinha se esquecido. Afim de evitar que isso aconteça, você deve colocar tudo o que precisa dentro do banheiro ou na área preferencial de lavagem antes de iniciar o banho do seu cão.

Tenha em suas mãos o shampoo e o condicionador, quaisquer pincéis que você possa usar, e claro, muitas toalhas. Todos estes itens devem ser facilmente acessíveis enquanto você está dando o banho em seu cão, para que você possa manter sempre uma mão sobre ele, enquanto a outra está livre para pegar um item de suprimento. Dessa forma, você não terá que deixar o cão e ir atrás de algo que precisava, o que dará ao seu cão a oportunidade para saltar fora e deixá-lo louco enquanto ele molha tudo em sua casa.

Prepare-se para Ficar Sujo e Molhado!

A última coisa que você deve usar antes de dar o seu cão um banho é uma peça de roupa que você gosta e é nova. Coloque o mais maltrapilho traje que você estará seguro. A verdade é que suas roupas vão ficar sujas e molhadas, dependendo do porte do seu bicho.

Assim que acabar o banho, tenha certeza que pôs a coleira em seu cão e o coloque no quintal imediatamente. Se você não fizer isso, sua casa inteira será embebida em água e espuma dele, que não tem culpa de nada. É impossível impedir o seu cão de sacudir a água, dessa forma, ele estar do lado de fora da casa sem poder fazer nenhum dano é muito importante.

O Banho

É claro que este conselho é mais apropriado para as raças de cachorro de grande porte, que possuem mais pelo. Dar um banho em cães de menor porte como chiuauas e poodles é muito menos estressante do que se você for fazer a mesma tarefa em um pastor alemão adulto, quando, além de dar banho, você toma banho com ele. Como você pode imaginar, o importante é que você mantenha uma regularidade de banhos em seu animal, ele gosta, é saudável e você o fará muito feliz.

domingo, 15 de maio de 2011

Um novo Filhote em Casa


Para os que amam os animais, levar um cachorro para casa é sempre uma alegria. Os filhotes são fofos e engraçadinhos, enquanto os adultos são espertos e curiosos. Em pouquíssimo tempo, eles se tornam o centro das atenções, e não são raros os casos em que um novo cão é levado para casa – seja pela vontade de ter um filhote ou para arrumar companhia para o bichinho solitário. Porém, o que deveria ser uma alegria, pode se tornar frustração, pois muitos deparam com o desafio de introduzir um novo pet em casa.

A chegada de um novo pet é uma grande novidade para todos – para os donos que estão ansiosos, para o cão que não conhece seu novo companheiro e para o animal que está chegando. Por ser um momento de grandes expectativas, as pessoas estão mais aptas a errar na forma de agir com os animais – fazendo com que o encontro se torne uma grande decepção, com muito latido, rosnados e, à vezes, agressão. Para que não haja nenhum problema, é importantíssimo que todos os membros da casa estejam calmos para apresentar os animais e aptos a agir caso necessário.

Além disso, é importante compreender o comportamento natural dos cães para identificar possíveis erros na introdução de um novo pet em casa. Como sabemos, os cães são criaturas sociais que vivem sob uma estrutura hierárquica bem definida: líder e liderados. Assim sendo, é comum para as matilhas receberem novos membros. Além disso, as regras desse grupo são definidas pelo líder, e devem ser seguidas por todos os demais. Portanto, não é difícil perceber que a maioria dos problemas que as pessoas enfrentam na introdução de novos animais é causada pela falta de liderança dos donos.

Quando os cães são os líderes da matilha de nossa casa, as regras são impostas por eles. A decisão se o novo animal será ou não bem aceito, caberá ao líder. Por isso, é comum observarmos muitos casos em que os cães se “estranham”, pois o líder costuma defender sua matilha do intruso que está chegando. E nesse momento, não adianta utilizar técnicas de adestramento – borrifadores, latas com pedrinhas ou extintores – isso só serve para “apagar incêndio”, mas não resolve o problema. A questão de liderança deve ser resolvida antes da introdução do novo animal.

Liderar uma matilha é preencher todas as necessidades dos demais cães do bando: oferecer uma rotina de exercícios e impor suas regras e limites a todo o momento. Dessa forma, os demais cães respeitarão a decisão do líder e poderão ser mais facilmente corrigidos caso ajam de forma inadequada durante a apresentação.

Cães equilibrados são normalmente sociáveis e submissos, permitindo a introdução de novos animais com maior facilidade. Para facilitar o processo de formação da nova matilha, é interessante realizar uma caminhada com todos os animais para agilizar a criação de elo entre os membros, pois a caminhada é uma atividade normal para os cães – lembre-se que, em sua origem, a migração era algo comum para os cães e era sempre realizada em bando.

sábado, 14 de maio de 2011

Gripe Felina


Conhecer algumas das características de seu animalzinho de estimação é o ideal até para que possamos encarar algumas situações sem muita correria ou maiores sustos. Hoje estamos em época de vacinação onde a gripe H1N1 é o terror de todos e agora com a chegada da vacina antes tão esperada por todos, alguns boatos a respeito de sua eficácia e mesmo de efeitos colaterais tem deixado muita gente sem tomar a vacina que pode evitar uma nova epidemia como a que tivemos no ano passado.

Mas além destas preocupações que temos com todos os membros da família não podemos esquecer que a gripe em gatos também é um fato bem real embora muitas sejam as pessoas que tem esses animais, mas desconhecem os tipos de doenças a que estes estão sujeitos, entretanto nossos animais de estimação assim como nossas crianças também têm de ter uma carteirinha onde ficam marcadas as vacinas que deverão tomar para evitar doenças corriqueiras.

Essas vacinas e a época em que deverão ser tomadas devem ser estipuladas pelo Médico Veterinário.

Doenças respiratórias e causas

Os gatos especialmente costumam ser acometidos de doenças respiratórias em que clinicamente os sinais são semelhantes aos da gripe e que podem ser causados por fungos, bactérias, alergias ou vírus sendo que os mais comuns são: Herpevirus e Calicivirus.

É preciso que se tenha conhecimento dos principais sintomas das doenças que costumam atacar nossos amiguinhos e ficar atentos, pois quando os animais são afetados os sintomas que se apresentam são: espirros, febre, conjuntivite que pode se apresentar com ulceras na córnea e muitas vezes até mesmo cegueira tem ainda falta de apetite, lesões na boca, tosse, podendo desenvolver para pneumonia e chegar até mesmo a morte, razão pela qual o ideal é que se inicie o tratamento o mais rápido possível aumentando assim as chances do animal se recuperar logo.

Contato com outros animais

Seu gato pode ainda se contaminar através do contato com outros animais da mesma espécie e depois de contrair a doença fica portador do vírus mesmo depois de recuperado, o que significa que pode ter reincidência da doença com certa freqüência especialmente se sofrer algum tipo de estresse.

A boa noticia em tudo isso é que a gripe dos gatos não se transmite para cães ou pessoas. Para prevenir a melhor maneira de fazer isso é através da vacinação, porém é muito importante que o ambiente se mantenha limpo e arejado, que a densidade populacional dos animais seja reduzida e que quando um gato adoeça, seja imediatamente isolado principalmente de outros da mesma espécie a quem transmite a gripe.

Como é bastante difícil manter um gato totalmente isolado, o correto mesmo é vacinar, portanto se seu gatinho de estimação começar a espirrar e lacrimejar os olhos leve-o imediatamente ao veterinário.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ultra-sonografia gestacional

Tradicionalmente, os métodos utilizados para diagnosticar gestação em cadelas e gatas tem sido a palpação e as radiografias de abdômen. O primeiro constitui um procedimento simples e conveniente, podendo ter até 80% de acerto quando executado por mãos experientes. Entretanto, tem a acurácia de somente 12% de valor preditivo, quanto ao número de fetos. Além disso, não informa sobre a viabilidade fetal. As melhores épocas para diagnosticar a gestação, pelo método, são entre os 24-35 dias e após os 50 dias da cruza. As radiografias de abdômen somente são úteis após os 45 dias e, com grande certeza, na última semana da gestação, aproximando-se de 100% quanto ao estado de gravidez ou não e de 93% quanto ao número de fetos (desde que as chapas sejam de boa qualidade, caso contrário provocará mais transtornos do que ajuda).

Ambos os métodos apresentam várias desvantagens: a palpação, não raro, é difícil em cadelas grandes, nervosas ou agressivas. Eventualmente, os proprietários se queixam de que o animal passou a apresentar problemas após tal procedimento. A baixa especificidade é outro inconveniente. As radiografias de abdômen, por outro lado, apresentam óbvios problemas: os da radiação ionizante a que estão expostos o animal, o proprietário e o pessoal da clínica.



Felizmente, os clínicos podem contar com um método moderno, eficaz e financeiramente ao alcance da maioria da clientela: a ultra-sonografia. Apresenta muitas vantagens: é um exame rápido, indolor, não necessita tranquilização, sem efeitos colaterais para a mãe, para os fetos e para o pessoal da clínica. Permite diagnosticar aos 20-21 dias, às vezes menos, e permite uma estimativa bastante aproximada da idade, das dimensões fetais, da sua vitalidade, etc. Sua eficiência em diagnosticar a gestação a 100%, quando feita entre 3 e 4 semanas. O valor preditivo quanto ao número de fetos está entre 32% e 75%, geralmente subestimando o tamanho da ninhada. Em geral, quando o número é de até 4, a margem de acerto é muito alta e, daí para cima, a margem de discrepância vai aumentando. Outro destaque da US é a avaliação do aparelho reprodutor, principalmente quanto à existência de aumentos do útero (hiperplasia cística, piometra, mioma, hidrometra). A presença de feto morto retido ou mumificado e a reabsorção fetal podem ser evidenciados com bastante eficácia.

Um útero normal pode ser avaliado, mas em cadelas pequenas e gatas isso nem sempre é possível, quer pelas suas diminutas proporções, quer pela interferência das alças intestinais. Os ovários podem ser analisados, principalmente nas fases de proestro e estro, quando estão aumentados de volume, principalmente próximo à ovulação, e mostram vários folículos. Em cadelas pequenas e gatas, entretanto, frequentemente é difícil individualizar os ovários, que tem poucos milímetros e são obscurecidos pelos gases intestinais. Ovários policísticos e tumores são diagnosticados com relativa facilidade.

O útero, no proestro, aumenta suas dimensões devido à presença de edema. Durante o estro os ecos endometriais são mais evidentes, e pode existir discreta coleção liquida. No pós-parto está bastante aumentado de volume, voltando à normalidade após 15 semanas (quando se reduz a 5mm de diâmetro na cadela Beagle, por exemplo). Com o grande número de pesquisas que ultimamente tem sido publicadas, e a disponibilidade de aparelhagem mais sensível, o exame ultra-sonográfico vem aumentando continuamente sua aplicabilidade e refinamento na verificação do aparelho reprodutor.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Diabetes no Gato


O tratamento do diabetes, anomalia do açúcar no sangue é uma doença complexa e comum. O diabetes nos felinos está afetando os gatos em uma taxa alarmante. O gato afetado com diabetes é incapaz de controlar os níveis balanceados de açúcar ou de glicose no sangue.

Se não for oportunamente tratada, conduz para tornar mais pesadas as conseqüências, a perda de apetite, vômitos, desidratação, e complicações funcionais, que conduzem ao coma e à morte.

A doença afeta quatro em cada cem gatos. Os sintomas são similares aos dos seres humanos. A taxa da ocorrência da doença dos gatos é menor do que a verificada nos cães.

SintomasOs sintomas do diabetes nos gatos são:

1. A mudança de apetite é o primeiro sintoma notado nos gatos
2. Aumenta a produção de urina
3. A sede aumenta e a doença começa a partir daí
4. Patas traseiras mais fracos
5. Neuropatia periférico
6. Glicose na urina
7. Fragilidade aparente
8. Respiração com odor de Acetona



Dietas para o Diabetes dos GatosA dieta do diabetes nos gatos pode ser baseada em duas suposições. Baseia no nível elevado de proteínas junto com uma dieta baixa de hidrato de carbono, ou pode ser uma dieta de hidrato de carbono com pouca gordura e com ingestão elevada de fibra.

Ambas as dietas descritas são projetadas abaixar o peso, e controlar os níveis do açúcar no sangue. O nível ideal de glicose de cada gato é diferente por ser baseado na aplicação da dieta.

A proteína e as gorduras substituem a dieta baixa em carboidratos. Se os gatos sofressem de doenças no fígado, a dieta com elevada ingestão de proteína não seria apropriada. Considerando a condição da saúde dos gatos, você escolhe a dieta. Os alimentos enlatados para o gato, podem estar nesta categoria.

Pode ser com elevada ingestão de carbono, elevada ingestão de fibra. A fibra solúvel adicionada, reduz a intensificação das taxas de conversão de glicose, e ajuda o controle dos níveis de glicose.

Essa dieta não proporciona ganho de peso, é para fazer exatamente o contrário. Determine a mais melhor dieta. Você monitora os sinais de açúcar no sangue elevado, a sede ou urina excessiva, e a cetona se verifica com tiras.

TratamentoEntre oitenta a noventa animais, cinco são os gatos afetados com diabetes que são similares ao diabetes tipo 2. Os sintomas são diagnosticados. Os estudos revelam que estes gatos são severamente dependente de insulina. O tratamento eficaz pode curar gatos portadores de diabetes do tipo 2.

O tratamento inclui injeções de insulina uma ou duas vezes por dia, dieta e medicação oral. Inicialmente, o veterinário deve verificar novamente os sintomas, sinais e preparar a programação do tratamento.

O veterinário deve selecionar a dose de insulina. A insulina aplicada em quantidades excessivas, pode causar a morte dos gatos.

Acumpultura nos Cães


Definição de acupunturaA palavra acupuntura significa uma punção feita por agulhas. É uma técnica oriental milenar que utiliza as agulhas para aliviar sintomas, dores e também para curar doenças. Na medicina veterinária a acupuntura é realizada com a inserção de pequenas agulhas especialmente desenvolvidas para este fim, em pontos exatos e pré-estabelecidos no corpo do paciente animal para curar ou ainda para produzir um efeito específico, ou seja, para causar uma reação fisiológica desejada e planejada, que normalmente é a estimulação de algum órgão ou função do organismo animal.

AcupontosAcupontos são os pontos estabelecidos pela acupuntura, que tem a função de estimular determinada parte do organismo. São catalogados pela medicina veterinária 112 pontos que podem ser utilizados em animais de pequeno porte, sendo 40 pontos bilaterais (em ambos os lados do corpo) e 32 pontos simples. Cada um desses pontos tem uma função e desenvolve uma reação especifica quando estimulado. Saber combinar os pontos que devem ser estimulados para tratar uma doença, estimular um órgão para funcionar melhor e outras tantas possibilidades é o objetivo da acupuntura, no entanto a seleção de pontos inadequada pode ter efeitos inversos e agravar o quadro do pequeno paciente.

O Início da Acupuntura na Medicina Veterinária:A acupuntura é utilizada com funções terapêuticas e curativas a mais de 5 mil anos no Oriente, época em que ainda eram utilizadas agulhas feitas de pedra ou espinho de peixe, que evoluíram para agulhas de bambu, ferro, cobre, prata e ouro. Atualmente as agulhas especiais para acupuntura são de aço inoxidável ou uma combinação de materiais determinados e até de ouro em casos excepcionais. A medicina Chinesa classificou os médicos em dietistas, médicos, veterinários e cirurgiões, estas 4 praticas se interrelacionam, portanto acredita-se que a medicina veterinária seja quase tão antiga quanto a medicina tradicional chinesa, sendo o primeiro registro existente foi no ano de 480 AC, Yong Shun o primeiro veterinário. Na China e no Japão existem registros da utilização da acupuntura em cavalos, vacas, porcos e aves desde a antiguidade, na França há registros que datam do final do século XVIII.

Indicações veterinárias de acupunturaA indicação da acupuntura para animais de pequeno e médio porte deve ser decidida pelo médico veterinário, mas ela é utilizada mais frequentemente para tratamento de doenças reprodutivas, músculo-esquelético, doenças digestivas, pulmonares, neurológicas e dermatológicas. Estas desordens orgânicas tem sido tratadas com êxito pela acupuntura, que é cada dia mais comum nas clinicas veterinárias, especialmente para tratamento dos pet’s.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Asma Felina


Asma, doença causada por alergia que obstrui o fluxo aéreo deixando os canais respiratórios muito estreitos, impedindo com que o ar saia normalmente dos pulmões. Respirar torna-se um incomodo constante, essa doença deve ser tratada com medicamentos apropriados, caso contrário pode agravar-se ao ponto de o paciente chegar a um estado grave em que ocorre falta de oxigenação seguida de morte. Como se não bastasse o sofrimento do homem, a asma também está atacando os felinos.

Principal sintoma?O diagnóstico da asma é realizado a partir do histórico clínico do animal, radiografias e se necessário análises sanguíneas para descartar outros tipos de patologia. Em casos graves, é feito uma biópsia do pulmão.
Assim como nos homens, esta doença acontece em episódios, existem períodos de crise, mas através de medicamentos conseguem se recuperar.

O principal sintoma para reconhecer esta doença nos felinos é através da tosse e da dificuldade respiratória, quando não conseguem respirar, os gatos mantém o pescoço esticado, algumas vezes a tosse é tão forte que pode provocar episódios de vômitos.

No mundo dos gatos, a idade do animal não é relevante, nem mesmo o sexo ou sua raça, porém há pesquisas que comprovam uma maior ocorrência de asma em fêmeas e Siameses.

Gatos que costumam ter crises com mais frequência é necessário o uso de broncos dilatadores, assim como antiinflamatórios esteróides (corticóides). Esses medicamentos devem ser usados através de bombas inalatórias, recurso que diminui os possíveis efeitos secundários que uma administração continuada pode provocar.


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Asma, doença causada por alergia que obstrui o fluxo aéreo deixando os canais respiratórios muito estreitos, impedindo com que o ar saia normalmente dos pulmões. Respirar torna-se um incomodo constante, essa doença deve ser tratada com medicamentos apropriados, caso contrário pode agravar-se ao ponto de o paciente chegar a um estado grave em que ocorre falta de oxigenação seguida de morte. Como se não bastasse o sofrimento do homem, a asma também está atacando os felinos.

Principal sintoma?

O diagnóstico da asma é realizado a partir do histórico clínico do animal, radiografias e se necessário análises sanguíneas para descartar outros tipos de patologia. Em casos graves, é feito uma biópsia do pulmão.
Assim como nos homens, esta doença acontece em episódios, existem períodos de crise, mas através de medicamentos conseguem se recuperar.

O principal sintoma para reconhecer esta doença nos felinos é através da tosse e da dificuldade respiratória, quando não conseguem respirar, os gatos mantém o pescoço esticado, algumas vezes a tosse é tão forte que pode provocar episódios de vômitos.

No mundo dos gatos, a idade do animal não é relevante, nem mesmo o sexo ou sua raça, porém há pesquisas que comprovam uma maior ocorrência de asma em fêmeas e Siameses.

Gatos que costumam ter crises com mais frequência é necessário o uso de broncos dilatadores, assim como antiinflamatórios esteróides (corticóides). Esses medicamentos devem ser usados através de bombas inalatórias, recurso que diminui os possíveis efeitos secundários que uma administração continuada pode provocar.

Cuidados

O tratamento da asma felina dedica-se em diminuir a quantidade de secreções produzidas, inflamação brônquica e, assim, conseguir obter um melhor fluxo de ar aos brônquios, o que, consequentemente diminui as crises asmáticas.
Outro recurso é fazer o uso de inaladores próprios para gatos (“Aerokat”), portanto, nem todos os gatos toleram este recurso, pois se assustam, fogem ou tornam-se muito agressivos.

Na dúvida é melhor procurar uma clínica veterinária e, assim, junto com o médico veterinário escolher uma melhor opção para o tratamento deste simpático animal de estimação. O que o dono não precisa se preocupar é com o contágio, pois asma felina não contamina o homem e nem outro animal.

Cuidados significativos para evitar uma crise asmática no felino
Deve-se assegurar que o animal não tenha contato com cigarro, também é recomendado mantê-lo longe da poeira da casa, pois é comprovado que a alergia ao ácaro pode resultar em crises. A dica para reduzir o número de ácaros é manter sempre a limpeza do ambiente e cuidar a umidade da casa.

Tempo de tratamento

Infelizmente não há um período estabelecido para a “cura” da asma felina, assim como no ser humano, nos gatos esta doença deve ser tratada com continuidade, pois não existe cura. Sim, o tratamento é para vida toda, porém controle total nem sempre é possível e/ou necessário. Para uma melhor qualidade de vida devem-se seguir as instruções do especialista(veterinário) e estar sempre ligado nas expressões transmitidas pelo felino.