domingo, 12 de junho de 2011
Pulga O inseto mais comum nos animais de estimação
NOME COMUM: Pulga
NOME EM INGLÊS: Flea
NOME CIENTÍFICO: (mais de mil espécies)
Xenopsylla cheopis (imagem ao lado)- Pulga do rato (Oriental rat flea). Esta pulga, uma das mil espécies existente, é responsável por transmissão da Peste.
Pulg do gato (Ctenocephalides felis),
Pulga do cachorro (Ctenocephalides canis)
FILO: Arthropoda
ClASSE: Insecta
ORDEM: Siphonaptera
CARACTERÍSTICAS:
Comprimento: até 0,4 cm
Boca equipada para sugar o sangue.
DESENVOLVIMENTO COMPLETO: (ovo, larva, pupa, adulto)
Todo mundo conhece a pulga. Ela vive com o homem em todos os lugares, sobretudo onde a higiene não é adequada. É um saltador impressionante. De fato, pode ser considerada o maior campeão olímpico de saltos de todos os tempos. pode saltar 75 vezes a sua própria altura e 25 vezes seu comprimento. Há pulgas treinadas para fazer toda espécie de acrobacias e algumas delas chegam a mover pequenas carruagens de papel.
Nem todas, porém, são amestradas. a maior parte vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue. Estas são perigosas. Quando passam de um hospedeiro para outro, podem levar germes de doenças graves. Aquelas que vivem nos ratos podem transmitir às pessoas a mortal peste bubônica. A pulga põe os ovos entre as tábuas do assoalho e outras frestas de casa. Em poucos dias saem as pequenas larvas brancas que se encasulam em lugares úmidos e escuros para transformar-se primeiro em ninfa (forma intermediária entre a larva e o inseto adulto) e depois em pulga adulta. Então saem para procurar um hospedeiro.
COMO OS ANIMAIS ÃO INFESTADOS E QUAIS SÃO OS SINTOMAS
As pulgas são pequenos insetos marrons e sem asas. Elas dependem do hospedeiro, que neste caso são o cão e o gato, para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida nestes e em outros animais contactantes. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sangüíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida de nossos animais. Visto que são capazes de pular até 30 cm, não havendo portanto a necessidade de contato íntimo, o cão ou o gato podem adquiri-las passeando na rua ou no próprio quintal, prédio ou carro onde possam ter acesso outros animais. Daí a importância de oferecermos a eles mecanismos de combate e proteção contra as pulgas. Caso o animal já as possua, ou apenas se queira evitar, há um verdadeiro arsenal disponível, o que escolher? Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Tais fatores vão orientar o esquema de erradicação das pulgas quanto aos medicamentos e período necessários para tal.
Há mais de 2000 espécies em todo o mundo, porém, a Ctenocephalides felis felis é a espécie mais comum, prevalecendo em mais de 90% dos cães e gatos. A fêmea da pulga deposita seus ovos (brancos com 0,5 mm de comprimento) no animal e, como não se fixam, caem no ambiente onde apenas dependem da temperatura e da umidade para eclodirem em larvas, num período de até 10 dias. Estas aprofundam-se nos carpetes, cobertores e frestas de pisos, onde se alimentam de restos orgânicos e fezes de pulgas adultas. Em 5 a 11 dias formam um casulo onde ocorre a forma de pupa. A 27ºC e 80% de umidade ambiental, podem se transformar em pulgas adultas em apenas 5 dias. Porém, tal fato só ocorre se houver animais ou pessoas no ambiente; caso contrário as pulgas podem permanecer no casulo por até 140 dias. Normalmente o ciclo de vida se completa em 3 a 4 semanas e as pulgas vivem no animal por mais de 100 dias. A partir do quarto dia se alimentando do sangue do animal, cada fêmea produz , em média, 20 ovos por dia durante 21 dias. Se não interrompermos o ciclo, a infestação no animal torna-se extremamente incômoda e maléfica à sua saúde.
A pulga causa um prurido intenso devido as suas picadas. Existem animais que desenvolvem uma dermatite pruriginosa e pápulo-crostosa na região lombossacra, dorsal, coxal, caudo medial, abdomem ventral, flanco e pescoço com áreas de rarefação pilosa. Ainda se encontra nos pêlos, fezes das pulgas (pontos pretos que quando apertados observa-se uma coloração avermelhada).
Quando ingeridas pelos cães e gatos no ato de se lamberem ou se mordiscarem, ou pelo homem acidentalmente, levam, para o intestino, a forma infectante do Dipylidium caninum, verme cestóide, semelhante à Tenia, "solitária" do homem. Constitui-se, portanto, numa zoonose e pode, nos animais, levar a emagrecimento, diarréia, perda de pêlos e até à morte se não tratada. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz.
Os gatos, por sua vez, são vítimas de um parasita sanguíneo, chamado Hemobartonella felis, transmitido naturalmente pela picada da pulga, causando a doença denominada de Hemobartolenose. Os sintomas são perda de peso, fraqueza, depressão e falta de apetite, devido a uma anemia que pode se tornar crônica. Se não tratados, mais de 30% dos gatos podem vir a óbito.
Como se não bastassem as doenças acima citadas, o incômodo da presença das pulgas sobre a pele do animal pode ser agravado se este desenvolver alergia às picadas deste inseto. Tanto o cão quanto o gato são passíveis de manifestarem uma hipersensibilidade em que basta uma picada por semana para induzir a uma coceira insuportável, induzindo o animal a se ferir, muitas vezes gravemente, o que exige um tratamento urgente. Quando não tratada no início, a alergia torna-se crônica, levando a alterações irreversíveis da pele e da pelagem, além de poder alterar o estado emocional do animal, que permanece em constante estado de estresse devido à coceira incessante. O cão ou o gato, em alguns casos, passa a comer menos e torna-se deprimido ou agressivo, dependendo de sua personalidade. É também, muitas vezes, isolado do convívio familiar por causa das condições de sua pele, que pode apresentar descamação e infecções produtoras de odores desagradáveis.
A PULGA E O HOMEM
Como todos podemos ver, as pulgas também podem afetar o homem que apresenta reações alérgicas, e consiste em um aglomerado de urticária papulares localizada nas extremidades inferiores (pernas). Elas são transmissores do tifo, praga, tularemia e hospedeiro intermediário do DIPYLIDIUM CANINUM (semelhante a um grão de arroz), que acomete cães e gatos. Portanto, as pulgas não devem ser eliminadas e evitadas por toda a vida do animal apenas por ser um inseto, mas sim por interferir significativamente na saúde e bem-estar dos nossos fiéis companheiros.
PROFILAXIA
A maior parte do ciclo de vida da pulga ocorre fora do seu hospedeiro (os animais) e devido a isso, existe a necessidade de cuidar também das instalações e ambiente onde o animal vive, além dele mesmo.
Através de uma orientação adequada; pode-se dar um tratamento ao animal para que ele fique sem pulgas. Inseticidas no ambiente, além de um vermífugo correto para eliminar o DIPYLIDIUM sp do animal de estimação, são necessários.
Podemos encontrar uma variedade enorme de sabonetes, shampoos, pós, talcos, sprays e coleiras antipulgas, alguns para serem usados nos cães e gatos e outros nos ambientes, porém atualmente contamos com medicamentos mais modernos, seguros e eficientes.
A dedetização periódica dos locais freqüentados pelos animais, desde que realizada por empresas especializadas, ou caseira com produtos idôneos, auxilia no controle das pulgas do animal devido à erradicação das formas intermediárias que se encontram no ambiente. No caso de serem utilizados aspiradores de pó com sacos não descartáveis, é recomendado colocar pó antipulga nestes para que não se tornem ninhos em potencial, devido ao calor e à quantidade de restos orgânicos acumulados.
É muito importante que se saiba que todos os produtos são capazes de induzir a intoxicações caso não sejam utilizados de acordo com as recomendações do fabricante, ou seja, algumas substâncias não podem ser ingeridas, utilizadas nos animais (só no ambiente), em filhotes de até uma certa idade, em gatos, em fêmeas prenhes ou em lactação ou em animais que possuam algum problema de saúde específico. Ou seja, além de proteger a saúde dos animais e das pessoas (que convivem com estes e/ou vão manipular os produtos), seguir rigorosamente as instruções da embalagem permite obtermos o máximo do efeito antipulga.
Se possível este controle deve ser realizado continuamente, visto que não possuímos estações climáticas bem definidas, havendo períodos quentes até mesmo durante o inverno, que permitem a reprodução eficiente das pulgas. Devido à grande quantidade existente e ao constante surgimento de novos produtos antipulgas, recomenda-se consultar o médico-veterinário antes de adquiri-los a fim de se garantir o melhor resultado possível para cada caso, dependendo do grau de infestação, da espécie animal, da idade, do tipo de pelagem e do estado de saúde do nosso bichinho. O importante é não desprezarmos este pequeno inimigo, que, por viver a mais tempo que nós neste planeta, encontra-se muito bem adaptado ao nosso meio-ambiente, acompanhando-nos sempre que puder. Vamos manter como companheiros apenas nossos cães e gatos?
Dia dos Namorados Canino e Felino
O sentimento de amor e carinho dos nossos Pets não é apenas conosco mas sim entre eles mesmos.
Cada gesto de carinho e amor animal é algo a ser sempre lembrado.
E não existe dia melhor do que hoje para mostrar todo esse amor Felino e Canino.
Um feliz dia dos namorados para todos os Cães e Gatos!

Cada gesto de carinho e amor animal é algo a ser sempre lembrado.
E não existe dia melhor do que hoje para mostrar todo esse amor Felino e Canino.
Um feliz dia dos namorados para todos os Cães e Gatos!

sábado, 11 de junho de 2011
se seu cachorro sai na rua o que voçê faz quado ele faz coco durante o passeio
Ensinar um filhote a fazer xixi e cocô no lugar certo não é difícil, mas requer paciência. Ao contrário dos gatos, os cães não nascem sabendo onde devem fazer xixi e cocô. Portanto precisamos ensiná-los de forma bastante clara. Esta é a primeira regra que se deve ensinar ao filhote.
Se o seu caso é de um filhote que acabou de chegar na sua casa, a coisa é bem simples. Os filhotes, principalmente as fêmeas, costumam “anunciar” que vão fazer xixi ou cocô: elas param de perna aberta, balançam a bundinha, e começam a agachar. Neste momento pegue-o no colo, e leve-o ao lugar certo. Como ele ainda não tem controle, começará a fazer o xixi (ou cocô) assim que você colocá-lo no chão. Então faça a maior festa para seu filhote! Elogie-o, dê um petisco, etc. Faça tudo isso enquanto ele estiver fazendo o xixi. Desta forma, ele irá saber que quando faz o xixi ou o cocô naquele lugar, você fica feliz.
Se ele voltar a fazer xixi no lugar errado, brigue com ele, pegue-o no colo, e leve-o de novo ao lugar certo. Então volte a elogiá-lo. Assim fica bem claro o CERTO e o ERRADO. Não vai demorar muito para ele ir sozinho ao local certo para fazer xixi ou cocô. Tome o cuidado de escolher como banheiro dele um local de fácil acesso, que não tenham portas no caminho, etc.
Este treinamento vai exigir de você, pelo menos inicialmente, uma vigilância constante. Por esta razão, quando você não puder ficar de olho no seu filhote, deixe-o restrito a uma área da sua casa (ou apartamento) que englobe o banheiro dele. Em apartamentos, o melhor é deixá-lo restrito à área de serviço e, se for preciso, forre toda a área com bastante jornal. Com o tempo, vá colocando jornal numa área cada vez menor. Outra opção que tem se mostrado muito eficiente é o uso de tapetes higiênicos.
É importante salientar que seu cão pode levar algum tempo entre a vontade de fazer xixi, e a de fazer cocô, portanto não tenha pressa! Comece este treinamento quando você tiver bastante tempo para dedicar a seu cão. Conforme os dias forem passando, seu cão já irá associar a saída para a rua, ao xixi e ao cocô, e este tempo ficará cada vez menor.
Dicas:
Alguns cães de raças menores costumam demorar mais para acertar o lugar certo de fazer xixi ou cocô, pois demoram mais para ter o controle urinário. Portanto tenha paciência.
Quanto mais cedo você ensinar o local certo ao seu filhote, mais fácil será o aprendizado.
Estes treinamentos devem ser feitos com a maior freqüência possível. Fazer uma ou duas vezes e desistir é o mesmo que não fazer nada.
Alguns filhotes fazem xixi quando os donos chegam em casa, por ficarem muito excitados. O melhor nestes casos é ignorar o filhote até que ele se acalme, então dê atenção a ele.
Cães muito submissos fazem xixi ao se sentirem intimidados pelos donos, ou mesmo por estranhos. O melhor neste caso é tratar do filhote com muita delicadeza, para que ele não se sinta intimidado. Brigar com ele só piora as coisas.
Machos adultos e adolescentes fazem xixi em vários lugares da casa para marcar o território como seu. Normalmente o macho levanta a perna antes de marcar o território, o que torna mais fácil antecipar o xixi. Neste caso o indicado é limitar a presença do cão aos momentos em que ele pode ser vigiado. E reprimi-lo assim que ele começar a levantar a perna. Outra medida eficiente é usar o repelente interno para cães nos lugares onde ele costuma fazer a marcação
Se o seu caso é de um filhote que acabou de chegar na sua casa, a coisa é bem simples. Os filhotes, principalmente as fêmeas, costumam “anunciar” que vão fazer xixi ou cocô: elas param de perna aberta, balançam a bundinha, e começam a agachar. Neste momento pegue-o no colo, e leve-o ao lugar certo. Como ele ainda não tem controle, começará a fazer o xixi (ou cocô) assim que você colocá-lo no chão. Então faça a maior festa para seu filhote! Elogie-o, dê um petisco, etc. Faça tudo isso enquanto ele estiver fazendo o xixi. Desta forma, ele irá saber que quando faz o xixi ou o cocô naquele lugar, você fica feliz.
Se ele voltar a fazer xixi no lugar errado, brigue com ele, pegue-o no colo, e leve-o de novo ao lugar certo. Então volte a elogiá-lo. Assim fica bem claro o CERTO e o ERRADO. Não vai demorar muito para ele ir sozinho ao local certo para fazer xixi ou cocô. Tome o cuidado de escolher como banheiro dele um local de fácil acesso, que não tenham portas no caminho, etc.
Este treinamento vai exigir de você, pelo menos inicialmente, uma vigilância constante. Por esta razão, quando você não puder ficar de olho no seu filhote, deixe-o restrito a uma área da sua casa (ou apartamento) que englobe o banheiro dele. Em apartamentos, o melhor é deixá-lo restrito à área de serviço e, se for preciso, forre toda a área com bastante jornal. Com o tempo, vá colocando jornal numa área cada vez menor. Outra opção que tem se mostrado muito eficiente é o uso de tapetes higiênicos.
É importante salientar que seu cão pode levar algum tempo entre a vontade de fazer xixi, e a de fazer cocô, portanto não tenha pressa! Comece este treinamento quando você tiver bastante tempo para dedicar a seu cão. Conforme os dias forem passando, seu cão já irá associar a saída para a rua, ao xixi e ao cocô, e este tempo ficará cada vez menor.
Dicas:
Alguns cães de raças menores costumam demorar mais para acertar o lugar certo de fazer xixi ou cocô, pois demoram mais para ter o controle urinário. Portanto tenha paciência.
Quanto mais cedo você ensinar o local certo ao seu filhote, mais fácil será o aprendizado.
Estes treinamentos devem ser feitos com a maior freqüência possível. Fazer uma ou duas vezes e desistir é o mesmo que não fazer nada.
Alguns filhotes fazem xixi quando os donos chegam em casa, por ficarem muito excitados. O melhor nestes casos é ignorar o filhote até que ele se acalme, então dê atenção a ele.
Cães muito submissos fazem xixi ao se sentirem intimidados pelos donos, ou mesmo por estranhos. O melhor neste caso é tratar do filhote com muita delicadeza, para que ele não se sinta intimidado. Brigar com ele só piora as coisas.
Machos adultos e adolescentes fazem xixi em vários lugares da casa para marcar o território como seu. Normalmente o macho levanta a perna antes de marcar o território, o que torna mais fácil antecipar o xixi. Neste caso o indicado é limitar a presença do cão aos momentos em que ele pode ser vigiado. E reprimi-lo assim que ele começar a levantar a perna. Outra medida eficiente é usar o repelente interno para cães nos lugares onde ele costuma fazer a marcação
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
cachorros tem medo ?
Assim como nós, os cachorros também têm seus medos e traumas. Claro que a maioria dessas “fobias caninas” não se comparam aos problemas que nós temos de enfrentar. O nível de coragem para enfrentar é que provoca as diferentes reações diante dos medos.Um cão com baixo nível de coragem faz xixi e se esconde embaixo da cama. Aquele com mais coragem arrisca uma latida para espantar e tentar afastar o inimigo da luta. O supercachorro vai além e até arrisca um enfrentamento corpo-a-corpo.Os cães autoconfiantes, antes de manifestarem o medo, vão verificar do que se trata e conferir se realmente existe perigo. Por isso, cães corajosos e autoconfiantes raramente “arrepiam os pêlos”. Enfrentam o inimigo com decisão e firmeza. Muitas vezes, as causas dos medos adquiridos pelos cachorros não são conhecidas. Geralmente são traumas que acontecem ainda quando o cão tem poucos meses de vida e sem a presença do dono.Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo, por exemplo), para descondicionar e, até mesmo, o uso de medicamentos que auxiliam no bem-estar emocional do cachorrinho, levam pelo menos uns dois meses para surtir um efeito satisfatório. Para o especialista em comportamento animal, o tratamento é fundamental para transformar determinado medo em algo atraente e neutro. “Além disso, a ajuda de um profissional é fundamental pois, às vezes, tentando tirar o medo do cachorro, os donos criam mais medo ainda”, completa Mauro.A dessensibilização, no caso dos sons, é feita geralmente com CDs de música que contém os ruídos que os cães tanto temem. É um processo gradativo e deve ser feito passo-a -passo para que o animal se acostume com o barulho que sente medo. E com relação aos outros traumas, o tratamento também é feito nesse processo de acostumar o cão a determinada situação traumática.Quais são os medos?Veja abaixo as fobias e traumas mais comuns e inusitados que aterrorizam a vida dos cachorros: - Barulhos de trovões e tempestades- Fogos de artifício- Medo de passear na rua- Medo de piscina- Fósforo aceso- Secador de cabelos- Medo de sombra- Medo de estar em algum lugar específico (banheiro, por exemplo)- Chão de mármore
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ossos e articulações dos animais em risco
As doenças osteoarticulares não são exclusivas dos seres humanos, aparecendo com grande freqüência nas clínicas e consultórios de medicina veterinária. Como o próprio nome diz, as enfermidades atingem os ossos e as articulações, podendo gerar dores fortes e muito desconforto a diversos animais, como gatos, coelhos, cavalos e principalmente cães.
as doenças osteoarticulares podem ser congênitas (quando nascem com os animais), hereditárias (quando são passadas de pais para filhos) ou adqüiridas ao longo da vida. Neste último caso, costumam ser causadas por doenças infecto-contagiosas, distúrbios metabólicos (como raquitismo) ou traumas (os mais freqüentes costumam ser quedas e atropelamentos).
Raças pequenas
Entre os cães, algumas raças costumam ser mais propensas a sofrer de problemas nos ossos e articulações. Entre os animais de pequeno porte, podem ser citadas as raças lhasa apso, poodle, york shire, pequinês, maltês e pintcher. Muitos representantes destas raças costumam ser portadores de um problema congênito conhecido como luxação medial congênita patelar, esclarece João. O mal é identificado pelo deslocamento do osso do joelho do lugar, provocando dor e fazendo com que o animal ande mancando. Alguns cachorros já nascem com o problema. A correção é feita através de cirurgia e envolve uma série de procedimentos diferentes. Em média, tudo custa entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00, sendo feito com o animal sob efeito de anestesia geral, explica.
Raças grandes
Entre as raças consideradas grandes, um problema conhecido como displasia coxofemural costuma ser identificado principalmente em pastores alemães, rottweilers, canes corsos, dog argentinos, dog alemães, bulldogs e boxers. A doença, que é congênita e ao mesmo tempo hereditária, é diagnosticada através de raio-x. Os criadores das raças citadas são orientados a castrar os indivíduos que possuem o problema para que o gene da doença não seja transmitido. Em todos os animais, um raio-x exploratório deve ser feito entre os seis e os oito meses de idade e outro definitivo após completar um ano e seis meses de vida, diz.
A displasia coxofemural é definida como uma doença degenerativa que afeta a articulação da cabeça do osso do fêmur com a bacia.
Nos portadores da enfermidade, é verificado um crescimento anormal das células do acetábulo (fossa na bacia onde se insere a cabeça do fêmur), o que faz com que a cabeça do fêmur entre em contato intenso com o osso da bacia, gerando problemas. A doença provoca dor e faz com que alguns animais sintam dificuldade em caminhar, andando de forma cambaleante. O tratamento pode ser medicamentoso, com uso de antiinflamatórios e protetores articulares. Porém, o que costuma resolver mesmo o problema é cirurgia reparativa ou colocação de prótese, conta o veterinário. O procedimento reparativo custa entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00. Já a colocação de prótese sai por cerca de R$ 2.500,00.
Osteoartrite
Tanto a displasia coxofemural quanto a luxação medial congênita patelar pode levar a uma doença secundária conhecida como osteoartrite. Uma vez desenvolvido, o mal não tem cura, podendo comprometer imensamente a qualidade de vida dos cães. Causada por inflamação crônica das articulações, a osteoartrite costuma ser mais comum em animais idosos, e está associada à degeneração progressiva das articulações ou de uma articulação específica. Os sintomas costumam ser variáveis, mas geralmente ligados à dificuldade de locomoção (como falta de vontade de subir escadas, brincar ou pular). Frio e mudanças bruscas de temperatura podem torná-los mais visíveis. Porém, muitas vezes a doença não é diagnosticada de forma correta, pois os proprietários identificam os sintomas como sendo algo comum à idade avançada do animal.
Problemas na vértebra da coluna
Um cachorro também bastante propenso a ter problemas osteoarticulares é o dachshund, popularmente conhecido como lingüiça ou salsicha devido ao comprimento do corpo, que é aparentamente desproporcional ao tamanho da cabeça e das pernas.
Os indivíduos da raça costumam sofrer de problemas articulares na vértebra da coluna, em função de distrofia das cartilagens. Sendo assim, podem ser vítimas de uma ruptura do disco intervertebral, que irá causar a compressão da medula espinhal, levando à paralisia dos membros posteriores e muitos à perda do controle das funções da bexiga e do intestino.
O problema normalmente é verificado a partir do primeiro ano de vida e geralmente está associado a algum tipo de trauma sofrido pelo cão. Se o médico veterinário é procurado cedo, o mal pode ser resolvido através de cirurgia. Entretanto, o procedimento é considerado caro, custando cerca de R$ 1.500,00, e também envolve gastos com medicamentos e exames (como tomografia, que custa cerca de R$ 600,00).
Quando o trauma é muito grande ou o animal não foi submetido à cirurgia, existem cadeirinhas de rodas especiais para cães que são tidas como alternativa à eutanásia do animal. Estas são fabricadas de acordo com o tamanho e o peso do cão e costumam assegurar uma maior qualidade de vida ao indivíduo lesionado. Geralmente, os cães se adaptam bem ao equipamento, cujos preços variam conforme as características de cada usuário. (CV)
Sessões de acupuntura ajudam
O alívio dos sintomas provocados por problemas articulares ou mesmo a cura dos mesmos podem, muita vezes, ser encontrados através da acupuntura.
as doenças osteoarticulares podem ser congênitas (quando nascem com os animais), hereditárias (quando são passadas de pais para filhos) ou adqüiridas ao longo da vida. Neste último caso, costumam ser causadas por doenças infecto-contagiosas, distúrbios metabólicos (como raquitismo) ou traumas (os mais freqüentes costumam ser quedas e atropelamentos).
Raças pequenas
Entre os cães, algumas raças costumam ser mais propensas a sofrer de problemas nos ossos e articulações. Entre os animais de pequeno porte, podem ser citadas as raças lhasa apso, poodle, york shire, pequinês, maltês e pintcher. Muitos representantes destas raças costumam ser portadores de um problema congênito conhecido como luxação medial congênita patelar, esclarece João. O mal é identificado pelo deslocamento do osso do joelho do lugar, provocando dor e fazendo com que o animal ande mancando. Alguns cachorros já nascem com o problema. A correção é feita através de cirurgia e envolve uma série de procedimentos diferentes. Em média, tudo custa entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00, sendo feito com o animal sob efeito de anestesia geral, explica.
Raças grandes
Entre as raças consideradas grandes, um problema conhecido como displasia coxofemural costuma ser identificado principalmente em pastores alemães, rottweilers, canes corsos, dog argentinos, dog alemães, bulldogs e boxers. A doença, que é congênita e ao mesmo tempo hereditária, é diagnosticada através de raio-x. Os criadores das raças citadas são orientados a castrar os indivíduos que possuem o problema para que o gene da doença não seja transmitido. Em todos os animais, um raio-x exploratório deve ser feito entre os seis e os oito meses de idade e outro definitivo após completar um ano e seis meses de vida, diz.
A displasia coxofemural é definida como uma doença degenerativa que afeta a articulação da cabeça do osso do fêmur com a bacia.
Nos portadores da enfermidade, é verificado um crescimento anormal das células do acetábulo (fossa na bacia onde se insere a cabeça do fêmur), o que faz com que a cabeça do fêmur entre em contato intenso com o osso da bacia, gerando problemas. A doença provoca dor e faz com que alguns animais sintam dificuldade em caminhar, andando de forma cambaleante. O tratamento pode ser medicamentoso, com uso de antiinflamatórios e protetores articulares. Porém, o que costuma resolver mesmo o problema é cirurgia reparativa ou colocação de prótese, conta o veterinário. O procedimento reparativo custa entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00. Já a colocação de prótese sai por cerca de R$ 2.500,00.
Osteoartrite
Tanto a displasia coxofemural quanto a luxação medial congênita patelar pode levar a uma doença secundária conhecida como osteoartrite. Uma vez desenvolvido, o mal não tem cura, podendo comprometer imensamente a qualidade de vida dos cães. Causada por inflamação crônica das articulações, a osteoartrite costuma ser mais comum em animais idosos, e está associada à degeneração progressiva das articulações ou de uma articulação específica. Os sintomas costumam ser variáveis, mas geralmente ligados à dificuldade de locomoção (como falta de vontade de subir escadas, brincar ou pular). Frio e mudanças bruscas de temperatura podem torná-los mais visíveis. Porém, muitas vezes a doença não é diagnosticada de forma correta, pois os proprietários identificam os sintomas como sendo algo comum à idade avançada do animal.
Problemas na vértebra da coluna
Um cachorro também bastante propenso a ter problemas osteoarticulares é o dachshund, popularmente conhecido como lingüiça ou salsicha devido ao comprimento do corpo, que é aparentamente desproporcional ao tamanho da cabeça e das pernas.
Os indivíduos da raça costumam sofrer de problemas articulares na vértebra da coluna, em função de distrofia das cartilagens. Sendo assim, podem ser vítimas de uma ruptura do disco intervertebral, que irá causar a compressão da medula espinhal, levando à paralisia dos membros posteriores e muitos à perda do controle das funções da bexiga e do intestino.
O problema normalmente é verificado a partir do primeiro ano de vida e geralmente está associado a algum tipo de trauma sofrido pelo cão. Se o médico veterinário é procurado cedo, o mal pode ser resolvido através de cirurgia. Entretanto, o procedimento é considerado caro, custando cerca de R$ 1.500,00, e também envolve gastos com medicamentos e exames (como tomografia, que custa cerca de R$ 600,00).
Quando o trauma é muito grande ou o animal não foi submetido à cirurgia, existem cadeirinhas de rodas especiais para cães que são tidas como alternativa à eutanásia do animal. Estas são fabricadas de acordo com o tamanho e o peso do cão e costumam assegurar uma maior qualidade de vida ao indivíduo lesionado. Geralmente, os cães se adaptam bem ao equipamento, cujos preços variam conforme as características de cada usuário. (CV)
Sessões de acupuntura ajudam
O alívio dos sintomas provocados por problemas articulares ou mesmo a cura dos mesmos podem, muita vezes, ser encontrados através da acupuntura.
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