quinta-feira, 7 de julho de 2011
Como Se Comunicar com seu Gato
Estudos revelaram que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação elaborado, com centenas de vocalizações diferentes para dizer aos humanos o que eles desejam. Eles sabem que estão no comando, então faz sentido aprenderem a comunicar seus desejos verbalmente, para que possamos entender o que eles dizem. Os gatos também podem aprender a entender o que queremos se repetirmos sempre as palavras e ações de modo consistente. Desta maneira, podemos nos tornar capazes de nos comunicar com os gatos em um diálogo que, apesar de demandar tempo e esforço para desenvolver, é gratificante para ambos.
Lembre-se que o som não é o modo preferido de comunicação de seu gato.
A língua nativa dos gatos é um sistema complexo de expressão corporal, cheiros, expressões faciais e toque, enquanto nós humanos usamos primariamente o som. Os gatos rapidamente percebem que não entendemos os sinais não-verbais que eles usam uns com os outros, e eles vocalizam em uma tentativa de se comunicar em nossa língua. Ao observar qual reação cada som causa em nós, o gato está sempre aprendendo a fazer pedidos (ou exigências).
Escute seu gato.
Se observar o que seu gato está fazendo enquanto mia, você pode aprender a distingir quais miados são associados com quais necessidades, e eventualmente vai aprender a diferença entre "me deixa sair" e "me dê comida" simplesmente pelo som.Cada gato é diferente e pode ter suas variações, mas alguns miados comuns incluem:
◦Miado curto - cumprimento.
◦Miados múltiplos - cumprimento excitado.
◦Miado em tom médio - pedido por algo.
◦Ronronado puxado - um pedido por algo.
◦Ronronado grave - uma reclamação.
◦Ronronado agudo - raiva ou dor.
◦Murmúrio (movimentos rápidos de mandíbula, "falando" entre os dentes) -
excitação ou frustração (como quando uma presa está fora de alcance ou escapa).
◦Trinado (um cruzamento entre um miado e um ronronado com uma inflexão ascendente) - cumprimento amigável.
◦Ronronado suave - convite para contato ou atenção.
Observe seu gato.
Por serem mais fluentes com linguagem corporal, certos gestos vão acompanhar a vocalização para reforçar a mensagem.
◦Cauda para cima - feliz
◦Cauda balançando - excitado ou ansioso
◦Olhos piscando - afeto, o equivalente de mandar beijo
Contato visual prolongado
(encarar) é interpretado pelos gatos como um questionamento ou até agressividade, e os torna desconfortáveis. Piscadas devagares comunicam confiança.
◦Orelhas para trás - alarmado
◦Passar a cabeça, flanco e cauda em uma pessoa ou animal - ritual de saudação
◦Bater a cabeça - amizade, afeto
◦Cheirar o rosto - confirmando identidade
◦Orelhas para trás e deitadas - medo e ansiedade
Converse com ele.
Como dito acima, os gatos estão sempre aprendendo como se comunicar conosco; quanto mais nos comunicarmos com eles, mais rápido eles vão aprender.
◦Use um tom de voz ligeiramente mais alto para indicar amizade e um tom mais grave para indicar descontentamento ou agressividade.
◦Repita sempre a mesma palavra dormir ou cama, a cada vez que for dormir, e eventualmente o gato vai associá-la com suas ações, e pode até ir para o quarto antes de você.
◦Use a palavra chuveiro quando for tomar banho, e eventualmente seu gato vai até ir ao banheiro esperar por você.
•Trate seu gato com afeto e respeito, e eles se tornarão companheiros muito amistosos e felizes. Fale com eles suavemente e veja como escutam.
•Com paciência, os gatos podem ser treinados para obedecer comandos, assim como os cães.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Cães que latem demais
Existem certos cães que, sem dúvida, abusam do direito de latir. Latem o tempo todo, ou a noite inteira, atrapalhando nossas vidas, irritando vizinhos, e, por que não confessar, muitas vezes diminuindo o prazer de termos um cão dentro de casa.
Não existe um único motivo que cause este problema. Na verdade são várias as causa, e, em muitos casos, nós mesmos estamos ensinado os nossos cães a latirem sem parar. Da mesma forma, não existe também um único tipo de latido. Como os cães só se comunicam latindo, muitas vezes temos que descobrir porque nosso cão late tanto, para podermos chagar a algum a solução.
Existem muitos cães de guarda que têm este comportamento. Raros são os Pastores Alemães e os Schnauzers, por exemplo, que não latam sempre que alguém entra no território que guardam. Este é o comportamento normal destas raças. Eles latem para dar o alarme. O Schnauzer do jornalista Paulo Henrique Amorim, por exemplo, ficou famoso por evitar que uma quadrilha, que assaltava o seu prédio, entrasse em seu apartamento, pois ele não parava de latir. Esta é a função dele!
Comunicação:
Muitas são as ocasiões, porém, em que nós mesmos ensinamos nossos cães a latir. Não são raros os relatos de cães que latem para pedir comida; para pedir para entrar em casa; para sair da casa; etc. É uma comunicação que se estabelece entre o cão e seu dono, onde eles se entendem muito bem. Esta comunicação em si não é ruim, muito pelo contrário quanto mais clara a comunicação entre o dono e o cão, melhor. O problema começa quando o dono culpa o cão pelo excesso de latidos, quando a verdade é que ele foi treinado, e estimulado a fazer isso. Toda vez em que você atende a um “pedido” que seu cão faz latindo, você reforça esta comunicação.
Latidos para conseguir atenção:
Outra situação comum: a do cão que late para conseguir a atenção de seu dono. Isto é muito mais comum do que se imagina. Este comportamento ocorre tanto em cães muito dominantes, como em cães muito carentes. Não é raro ouvir relatos de cães que começam a latir assim que seu dono atende ao telefone. O que ocorre é simples: tais cães não agüentam que seu donos não lhes dê atenção o tempo inteiro. Quando, porém eles desandam a latir sem parar, o dono para de falar ao telefone para mandar o cão parar de latir, e assim o cão consegue o que quer, que é chamar a atenção de seu dono.
O interessante é que este mesmo recurso regularmente é usado por cães muito carentes, que ficam sozinhos o dia inteiro. Eles começam a latir sem parar até que seu dono aparece na porta e manda-os parar. Não é difícil de entender que este cão aprendeu como ter a atenção de seu dono: é só começar a latir sem parar.
Soluções
Estes casos que descrevo acima estão longe de ser sem solução. A solução é bastante simples: é só “quebrar” a expectativa do cão. Isto significa agüentar seus latidos sem reclamar, e só dar atenção ao cão quando ele parar de latir. Com isso fazemos com que estes cães deixem de associar a nossa chegada aos seus latidos. O grande problema aqui é que raros são os donos que conseguem simplesmente deixar o cão latir. A Maioria não agüenta, e acaba confirmando a expectativa do cão. Com isso, dificilmente quebramos este círculo vicioso.
Vizinhos
Sei que muitas vezes nossos vizinhos não têm tanta paciência como nós, nem mesmo o sono tão pesado quanto o nosso. Não são raros os relatos de pessoas ameaçadas por vizinhos menos compreensivos, e, em muitas ocasiões, o próprio cão chega ser ameaçado, ou de fato machucado. Muitos são os proprietários que têm que resolver a questão de forma mais radical, pois muitas vezes a permanência do cão na casa depende disso. O que existe para resolver este problema?
A solução existe, mas para nós que somos amantes de cães será muito complicado pois em todas as possibilidades de parar este latido são de um modo cruel,com operações das cordas vocais ou um treinamento um pouco pesado que poderá deixar seu cão com traumas!
O que recomendo é que para todos desde filhote se o seu cão late muito quando ele estiver a latir verifique por que e tente tirar esta mania desde pequeno é o meu método!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Como ensinar ao seu Cão e ao seu Gato onde fazer cocô e xixi?
GATOS
Um gato pequeno não deve sair de casa, nem ter contato com outros gatos entes de ter sido vacinado. A vacina para bichanos é constituída de injeções administradas em duas doses quando o gato tiver 9 e 13 semanas.
Em relação ao adestramento para o seu gato não fazer xixi ou cocô em lugares impróprios (na sala, na cozinha, no quarto), faça o seguinte: Arranje uma caixa para o gato fazer suas necessidades e encha-a com serragem.
Ensine seu gato a fazer suas necessidades sempre nesta caixa.
Dica útil para cães e gatos: vigie sempre o horário que o seu animal faz cocô ou xixi. Assim que você tiver noção disto, você poderá se antecipar ao seu bicinho e levá-lo ao local adequado escolhido por você para ele fazer suas necessidades.
Após os momentos em que ele fizer o que você quer, atribua-o com alguma recompensa. E, lembre-se de manter a caixa sempre no mesmo local.
No final do dia, despeje a parte da caixa que estiver suja.
Separe um dia da semana para lavar a caixa completamente com desinfetante.
CÃES
Os cachorros também devem apenas sair de casa se estiverem devidamente vacinados.
Adestrar cachorros a cagarem e mijarem fazerem suas necessidades nos locais adequados assemelhasse ao modo dos gatos.
No caso do cão, você pode usar ao invés de uma caixa, folhas de jornal. Ensine-o a fazer suas necessidades sempre no local onde se encontram as folhas de jornal e certifique-se de sempre colocar as folhas no mesmo local.
Elogie-o com alguma recompensa após ele fazer aquilo que você deseja.
Ao fim de poucos dias, o cão irá fazer suas necessidades automaticamente no cantinho escolhido por você.
Saiba disto:
Cães com menos de setes meses ainda não são capazes de aprender a usar um único local como banheiro. Por isto tenha paciência com seu cão se ele não conseguir lembrar onde fazer seus detrimentos.
Um gato pequeno não deve sair de casa, nem ter contato com outros gatos entes de ter sido vacinado. A vacina para bichanos é constituída de injeções administradas em duas doses quando o gato tiver 9 e 13 semanas.
Em relação ao adestramento para o seu gato não fazer xixi ou cocô em lugares impróprios (na sala, na cozinha, no quarto), faça o seguinte: Arranje uma caixa para o gato fazer suas necessidades e encha-a com serragem.
Ensine seu gato a fazer suas necessidades sempre nesta caixa.
Dica útil para cães e gatos: vigie sempre o horário que o seu animal faz cocô ou xixi. Assim que você tiver noção disto, você poderá se antecipar ao seu bicinho e levá-lo ao local adequado escolhido por você para ele fazer suas necessidades.
Após os momentos em que ele fizer o que você quer, atribua-o com alguma recompensa. E, lembre-se de manter a caixa sempre no mesmo local.
No final do dia, despeje a parte da caixa que estiver suja.
Separe um dia da semana para lavar a caixa completamente com desinfetante.
CÃES
Os cachorros também devem apenas sair de casa se estiverem devidamente vacinados.
Adestrar cachorros a cagarem e mijarem fazerem suas necessidades nos locais adequados assemelhasse ao modo dos gatos.
No caso do cão, você pode usar ao invés de uma caixa, folhas de jornal. Ensine-o a fazer suas necessidades sempre no local onde se encontram as folhas de jornal e certifique-se de sempre colocar as folhas no mesmo local.
Elogie-o com alguma recompensa após ele fazer aquilo que você deseja.
Ao fim de poucos dias, o cão irá fazer suas necessidades automaticamente no cantinho escolhido por você.
Saiba disto:
Cães com menos de setes meses ainda não são capazes de aprender a usar um único local como banheiro. Por isto tenha paciência com seu cão se ele não conseguir lembrar onde fazer seus detrimentos.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Como tratar o Cão idoso?
Prepare-se para enfrentar a velhice do seu amigão.
Os anos passam muito mais rápido para os cães. Levando-se em conta que a vida média desses animais é 12 a 15 anos, podemos dizer que aos 7 ou 8 anos, eles começam a envelhecer.
Existem animais que podem viver muito mais do que a média. Alguns cães chegam aos 18 ou 20 anos. Nesses casos, existem dois fatores envolvidos que justificam essa longevidade: predisposição do organismo e os cuidados que ele receberá quando começar a envelhecer. O dono deve ficar atento e conhecer as doenças que podem acometer seu animal a partir de 7 ou 8 anos de idade.
Com isso, ele poderá preveni-las ou diagnosticá-las a tempo do animal receber o tratamento adequado. Isso certamente prolongará a vida de muitos cães.
Calcificações nas vértebras da coluna ("bico de papagaio"), hérnia de disco e artrose
É muito comum em cães idosos e obesos. O animal pode começar a mancar e ter dificuldade de pular ou subir em locais mais altos, como um sofá. Quando palpado na região da coluna, ele sente dor. O quadro pode progredir e o animal passa a ter incoordenação nos membros (cruza as pernas traseiras ao andar), não consegue mais se levantar, urina e defeca em qualquer lugar (incontinência).
O desgaste das articulações (artrose) também é comum nessa idade. O cão sente dores ao executar movimentos simples. O diagnóstico dessas patologias é feito através do raio-X simples, tomografia e/ou mielografia (radiografia da coluna vertebral usando contraste).
Como tratar: pode estar ocorrendo compressão dos nervos e inflamação na região da coluna afetada por uma hérnia ou calcificação. O cão deve repousar e ser medicado pelo veterinário com antiinflamatórios e analgésicos. O cão que apresentar sinais graves, como paralisia, deve ser submetido a exames como raio-X, tomografia e mielografia para avaliar o grau da lesão. O animal não deve tomar banho ou ser submetido a temperaturas frias durante o tratamento ou quando tiver crises de dor. Em alguns casos, o tratamento é cirúrgico.
No caso de artrose, o tratamento consiste na administração de analgésicos, antiinflamatórios e medicamentos que estimulem a formação de cartilagem. Em todos os casos é possível associar-se terapias alternativas ao tratamento, como a fisioterapia e acupuntura.
Doenças do coração
Uma grande porcentagem dos cães idosos tem alguma alteração cardíaca, principalmente nas válvulas do coração. Muitos animais compensam essas disfunções e vivem bem, sem sinais clínicos. Outros apresentam sinais claros de cardiopatia, mas o dono não sabe reconhecer. Cansaço além do normal durante os passeios, tosse que pode ser confundida com um engasgo após exercícios, ofegação e língua arroxeada após uma situação de excitação, são sinais de um cão cardiopata. O animal deve ser examinado pelo veterinário, que indicará um eletrocardiograma e/ou um ecocardiograma para avaliá-lo.
Como tratar: é importante que o proprietário esteja atento, para que o animal seja medicado no início da doença. Mesmo não apresentando sinais clínicos, o animal idoso deve ser examinado pelo veterinário anualmente. Constatada a cardiopatia, o cachorro será medicado e os sinais deverão desaparecer. Isso prolongará em muito a vida do cão. Cães cardiopatas não devem ter peso acima do normal (obesidade) ou ser submetidos a longas caminhadas forçadamente.
Catarata
A catarata é uma condição em que o animal vai perdendo a visão gradativamente, uma vez que o cristalino (estrutura interna do olho) vai tornando-se translúcido. Quando observado à luz, o olho do animal tem manchas brancas. Com o passar do tempo, a catarata evolui e o animal passa a não enxergar, já que o cristalino está totalmente opaco e o animal tem os olhos bastante esbranquiçados.
Como tratar: diagnosticada precocemente, a catarata pode ser tratada para que sua evolução seja mais lenta. Nem todos os casos respondem bem ao tratamento. No caso de cegueira, existe cirurgia para catarata em animais. Algumas raças apresentam predisposição à catarata e ela pode aparecer precocemente, em animais novos.
Insuficiência renal crônica
Quando o rim perde a sua capacidade de selecionar o que é bom ou mau para o organismo e não consegue mais reter a água, temos um quadro de insuficiência renal crônica. Os sinais são emagrecimento, ingestão exagerada de água, urina em grandes quantidades, perda de apetite, vômitos e anemia.
Como tratar: a insuficiência renal crônica é um quadro que leva o animal à morte, pois o rim, que é o filtro do organismo, não funciona mais. Ele deixa passar substâncias importantes como vitaminas, e retém toxinas que deveria eliminar. Porém, diagnosticado a tempo, o animal pode ter uma sobrevida com uma mudança alimentar e complementos vitamínicos. A hemodiálise pode ser realizada. O transplante renal também pode ser realizado em animais.
Piometra
Cadelas idosas que apresentem sinais de perda de apetite, vômitos, aumento súbito do volume do abdômen, corrimento vaginal intenso e apatia, devem ser encaminhadas ao veterinário imediatamente. A piometra é uma infecção uterina que acomete cadelas idosas. O útero se enche de secreção purulenta e o animal se intoxica pela absorção desse pus pelo organismo.
Como tratar: O tratamento eficaz na maioria dos casos é a cirurgia com retirada do útero e ovários e antibioticoterapia. Em alguns casos (doença detectada precocemente e cadelas reprodutoras) pode ser tentado tratamento para preservar o útero, mas nem sempre se consegue resultados. Preconiza-se a castração de cadelas jovens como prevenção da piometra na fase adulta.
domingo, 3 de julho de 2011
como diaguinosticar envenenamento em cães e gatos
Não é raro um animal, cão ou gato, ingerir um produto que possa causar-lhe intoxicação. A maioria dos princípios tóxicos causa vômitos, diarreia, dilatação ou contração das pupilas, apatia e, em casos mais graves, convulsões ou outros sinais neurológicos (incoordenação, mudança de comportamento, etc.). A intoxicação pode ocorrer também se o tóxico for absorvido pela pele.
Assim, cães e gatos com ferimentos não devem receber tratamento antipulgas, carrapaticida ou acaricida (contra sarna), usando produtos inseticidas. Não deixe que o animal lamba a espuma ou a água durante o banho com esse tipo de produto.
É importante socorrer o animal imediatamente, caso se tenha observado a ingestão de um tóxico, ou quando do aparecimento de sinais clínicos que nos levem a suspeitar de intoxicação (p.ex., se houve um banho antipulgas ou carrapaticida recente, dedetização na casa ou uso de inseticida doméstico, tintas, etc.).
A indução do vômito, logo após a ingestão de produtos como inseticidas, raticidas ou plantas tóxicas é uma medida eficaz para ajudar a eliminar o veneno. Isso pode ser conseguido administrando ao animal por via oral, 5 a 10 ml de água oxigenada (3%) ou água morna com sal em intervalos de 5 ou 10 minutos. No entanto, nem sempre a indução do vômito é recomendada, como no caso de ingestão de substâncias extremamente irritantes ou cáusticas (produtos de limpeza, alvejantes, sabão em pó, etc.). Nesses casos, recorre-se à lavagem gástrica, feita na clínica veterinária.
Uma outra medida eficaz nas intoxicações é impedir que o tóxico seja absorvido pelo organismo. Para isso, faz-se uso de substâncias como o carvão ativado, misturado à água do animal. Ele se "ligará" ao veneno, impedindo que o mesmo seja absorvido. Mas essa medida só tem efeito que realizada logo após à ingestão do tóxico. O uso de diuréticos ajuda a eliminar substâncias tóxicas já absorvidas pelo organismo.
Sempre que possível, levar a embalagem do produto que, suspeita-se, tenha intoxicado o animal. Existem várias substâncias que causam sintomas semelhantes. O veterinário, conhecendo o princípio tóxico, poderá instituir um tratamento adequado.
Nunca tente tratar um animal intoxicado por conta própria ou demore para levá-lo ao veterinário. Você pode induzir o vômito caso tenha presenciado a ingestão (exceto em caso de substâncias irritantes ou cáusticas), mas leve-o à clínica, logo em seguida, para que o animal seja avaliado e fique em observação.
Em caso de suspeita de crime (tentativa de envenenamento), urina, vômito, excreções e sangue, devem ser colhidos para análise. Se houver morte do animal, fragmentos de órgãos como rim e fígado devem ser coletados e congelados para análise. A perícia, feita por um veterinário capacitado, necessitará desses elementos para emitir um laudo e concluir se houve crime.
Substâncias que comumente causam intoxicação em animais domésticos se ingeridos ou absorvidos pela pele lesada: inseticidas domésticos, carrapaticidas, produtos contra sarna, pós antipulgas, veneno contra ratos ou formigas, inseticidas para plantas, plantas tóxicas e produtos de limpeza.
sábado, 2 de julho de 2011
FREESTYLE - Dança com Cães
Este esporte vai embalar vocês!
Música, ritmo, obediência e o seu cão. Chegou ao Brasil o Canine Freestyle.
O Canine Freestyle, que em português significa “estilo livre canino”, é um esporte onde o dono dança com o seu cão, ao som de uma música e com uma coreografia ensaiada.
Proprietário e cão dançam felizes e em harmonia. É exatamente esta a afirmação que você vai ouvir de quem já teve a oportunidade de assistir a uma demonstração.
Além de divertido para ambos, esta atividade é também é uma excelente maneira de integrar o homem ao cão. Praticando este esporte você terá um cão mais obediente, feliz e controlado.
O Freestyle é um esporte relativamente novo. Ele surgiu no início dos anos 90 quase simultaneamente na Europa, Canadá e Estados Unidos.
Conheci o esporte assistindo algumas apresentações na TV a cabo. Comecei então a me interessar e em Dezembro de 2003, participei de um seminário de Freestyle com a americana Pam Martin aqui no Brasil, promovido pelo site Agility News.
Após o seminário, além de ter me apaixonado completamente pelo esporte, passei também a me dedicar ao treinamento. Doze meses depois eu já me apresentava em feiras, campeonatos, eventos e até na TV com a Bisteca, minha Border Collie.
Vamos conhecer então um pouco mais sobre este esporte que está dando o que falar.
O cão e o proprietário realmente dançam?
Tecnicamente falando, o dono realiza movimentos sincronizados com o cão. São estes movimentos que criam a ilusão de que estão dançando. O cão fica atento o tempo todo as palavras e aos gestos do seu dono para executar os movimentos com precisão.
Para praticar o Freestyle você não precisa saber dançar. Você precisa apenas estar apto a fazer movimentos leves e em sincrônia com o cão. Explorando os movimentos que fazemos naturalmente como acenar, girar, andar para frente e para traz, podemos transformá-los em uma dança. Você não precisa ser um pé de valsa, mas se for, não se esqueça que o cão é a estrela do show. Apesar de ser um trabalho realizado sempre em dupla, homem/cão, o cão é sempre o centro das atenções.
Qualquer cão pode praticar o Freestyle?
O Freestyle é um esporte literalmente para todos.
Qualquer cão e de qualquer idade pode praticar, desde um chihuahua a um dogue alemão. É claro que os mestiços e vira-latas também são bem vindos.
Apesar de ser um esporte que não exige muita força, cães com limitações físicas ou que passaram recentemente por cirurgias devem ter o aval do seu veterinário para praticar.
É um esporte que não exige força do dono, apenas um pouco de coordenação, por se tratar de uma dança com uma coreografia ensaiada.
Por que devo praticar Freestyle?
Dançar com seu cão pode ser tão bom para ele quanto para você. É possível aliviar um dia inteiro de estresse dançando alguns minutos com seu cão. As aulas são divertidas e descontraídas e sorrir é ótimo para nossa saúde.
Além disso, é um esporte que não requer muito esforço físico de ambos.
Ao contrário do que se pensa, o esporte não é apenas uma maneira para se divertir com o cão. O cão que pratica esse esporte passa por um processo de adestramento aprendendo exercícios básicos de obediência. É por isso que praticando o esporte, você terá um cão mais obediente também.
Praticar Freestyle é uma das maneiras mais divertidas para se ter um cão educado e feliz. Seu cão será mais socializado, confiante, equilibrado e saudável fisicamente e mentalmente.
Qual é o estilo musical do seu cão?
Cada cão tem o seu próprio ritmo. Ao contrário do que se pensa, não é o cão quem vai se adaptar ao ritmo do dono mas sim o dono que vai se adaptar ao ritmo do cão. Isso quer dizer que para um cão bem agitado, a melhor escolha é uma música com uma batida rápida e para um cão mais calmo, uma música com uma batida mais lenta.
A dupla precisa estar em sintonia. Não adianta o dono estar dançando rock e o cão uma balada. Você vai perceber qual é o ritmo do seu cão, colocando uma música e prestando atenção em seus movimentos.
Seja lá qual for o estilo, utilize com um volume adequado, pois seu cão tem uma audição muito mais sensível que a sua.
Qual é o perfil de quem pratica o Freestyle?
As pessoas que praticam esse esporte são normalmente proprietários e adestradores de cães que gostam de música e que gostam de dançar. São pessoas bem humoradas que querem interagir melhor com o seu cão e utilizam o esporte como hobby. Outras utilizam o esporte como terapia ocupacional para aliviar o estresse do dia a dia.
A grande maioria dos praticantes e treinadores desse esporte usam métodos modernos de adestramento, como o Adestramento com Clicker. Este método não utiliza força física e é baseado em recompensas. O cão aprende solto, sem guia, sem enforcador, sem broncas e por isso está sempre estimulado a aprender.
Basicamente são donos conscientes, que querem se divertir com seu cão e aprender a se comunicar melhor com ele.
Apresentações e competições de Freestyle
As apresentações são emocionantes. Confesso que me emocionei ao assistir a treinadora americana Pam Martin se apresentando com seus cães, Spy e Pilot. Assim como eu, muitas pessoas também se emocionaram com o entrosamento e a habilidade da dupla.
O critério de julgamento do esporte nas competições basicamente avalia a suavidade nos movimentos, a harmonia da dupla, a criatividade e a originalidade. O grau de dificuldade dos exercícios, a obediência e a atenção do cão também são muito importantes. Além de tudo isso, é também avaliado a diversão da dupla.
A personalidade também conta muito. Os Freestylers (praticantes de Freestyle), procuram sempre criar uma “marca”, ou seja, um truque ou um movimento que caracteriza a sua apresentação.
Cada dupla escolhe a sua própria música e monta a sua coreografia. Uma apresentação é diferente da outra e isso faz com que o público fique sempre atento, pois a qualquer momento um truque bem difícil, interessante e divertido pode ser apresentado.
Nos Estados Unidos as competições são acirradas. Há competições promovidas por clubes e federações durante o ano todo.
Aqui no Brasil, já é possível assistir a demonstrações e a Matches (provas não oficiais). A tendência é que no Brasil o Freestyle caminhe ao lado do Agility, pois grande parte dos Freestylers brasileiros são competidores no Agility.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Bichinhos - Coisas importantes sobre gatos
Unhas
: Existem tesourinhas próprias para cortar a unha do gato. Ao cortar preste bem atenção para a parte rósea da unha, pois são as veias, e não devem ser machucadas; corte sempre mais à frente para evitar sangramento. Gatos de apartamento não devem ficar com unhas muito grandes pq isso os faz querer afiá-las o tempo todo, além de haver mais possibilidades de ferir o dono, e a ele mesmo, ser querer. Unhas grandes ficam enroscando nos brinquedos e atrapalham a vida do seu gato. Se você não conseguir cortar a unha dele, leve-o a uma BOA Pet Shop ou peça ao veterinário para que o faça.
Arranhador:
É indispensável numa casa ou apto com gatos. Se você não der a ele o arranhador, ele vai usar o seu sofá, sua caixa de som, sua estante de madeira... Ele precisa do arranhador para afiar as unhas e também para marcar seu território. Gatos gostam muito dos arranjadores tipo poste, recobertos por carpete (não gostam muito dos de corda). Coloque-o à vista do gato, num local por onde ele sempre passe.
Brincar Mordendo e Arranhando:
É assim que o gato brinca com você, não adianta tentar fazê-lo mudar de idéia. Mas ele morde de leve e na maioria das vezes usa pouco as unhas. Mesmo assim pode doer um pouco, mas não pense que ele está te machucando de propósito. Ele nunca pretende agredir o dono. Uma coisa boa para distrair o gato e evitar que ele queira ficar mastigando o dono é brincar com ele de jogar bolinhas. Ele sempre vai preferir correr atrás das bolinhas.
Brinquedos:
Gatos adoram bolinhas feitas de meia fina de mulher, feitas de papel e também de plásticos de sacola de supermercado. Se você comprar pra ele bolinhas bonitinhas numa Pet Shop, é quase certo que ele não irá se interessar. Ele gosta de bolinhas "feitas em casa". Uma coisa que eles adoram e que você compra em Pet Shop são os ratinhos de pêlo de coelho e os ratinhos com Catnip (uma erva que os gatos amam desesperadamente). São a alegria absoluta dos gatos. Mas ofereça um brinquedo de cada vez; quando há muitos por perto, o gato se desinteressa por todos. E uma boa coisa é você ter uma cestinha no chão para guardar os brinquedos: o gato sempre irá até ela pra pegar o brinquedo que quiser.
Camas:
Gatos gostam de lugares macios e limpos. Normalmente eles aceitam cestinhas de espuma próprias para gatos (preferem as que tem um teto, tipo cabaninha), mas pode ser que ele recuse. Gatos são imprevisíveis. Então se você não quiser comprar cestinhas uma boa opção pode ser casinhas de caixa de papelão, com janelas pra ele entrar, forradas com cobertorzinho. Também gostam de cestas de vime ou palha, sempre com panos macios para forrar (adoram o moletom tipo Soft). Uma coisa comum no gato é que ele se enjoa facilmente dos lugares, e os abandona por um tempo, trocando por outros. Uma solução é trocar a casinha de lugar, o que chamará a atenção dele de novo. Por um tempo.
Dormir na sua Cama:
O gato, por adorar lugares limpos e macios, sempre terá como alvo a sua cama. A decisão é sua de permitir ou não que ele durma lá. Caso não queira o gato na cama, seja enérgico e o tire de lá dizendo NÃO. Como todo gato é teimoso, ele vai voltar, então não desista e se preciso bata o travesseiro na cama, perto do gato, para fazer barulho e assustá-lo, sempre dizendo pra ele não subir na cama. Gatos são muito inteligentes e precisam entender o que você não quer que ele faça.
Assinar:
Postagens (Atom)