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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

os benefí­cios de brincadeiras interativas









Cães adoram brincar e gostam com brinquedos. Aqui vão algumas idéias de brincadeiras que pode fazer com seu cão e alguns brinquedos de que cães gostam bastante.

Muitas pessoas acreditam que animais jovens brincam para melhorar sua coordenação e para serem preparados para a vida adulta. Jovens lobos e leões, por exemplo, correm atrás de seus rabos para desenvolver habilidades predatórias.

Qualquer que seja a razão para os filhotes brincarem, muitos aspectos do comportamento de brincadeiras continuam na vida adulta e isso pode ser muito divertido para o animal de estimação e para você.

Brincadeiras caninas: panorama geral

Criamos um relacionamento através de brincadeiras e os brinquedos fazem parte disso. Brincadeiras com cães são divididas em basicamente três tipos:

"Brincadeiras de sacudir", em que um cão carrega e sacode um objeto.

"Brincadeiras de perseguição", quando um cão é atraí­do a objetos móveis.

"Brincadeiras de possuir", que envolvem um teste de força.

Estas brincadeiras são similares a seqüências de caça, que geralmente herdadas dos ancestrais de nossos animais de estimação. Certas raças foram criadas para manter aspectos de seus "instintos de caça" de forma exagerada, permitindo com que façam tarefas especí­ficas para o ser humano, como por busca, cuidar de gado e guarda.

No caso de animais de estimação, este comportamento exagerado pode ser visto na forma em que gostam de brincar. Por exemplo, cães de busca, spaniels e sheepdogs muitas vezes preferem jogos de perseguição e busca. Entretanto, cães de caça gostam de jogos de possuir, outros cães gostam de brincadeiras de puxar e sacudir. Lembre-se de que todos os animais são individuais e que você aprenderá as brincadeiras que seu cão prefere como passar do tempo.

Um importante aspecto educacional de brincadeiras com cães é a influência controladora do dono. É essencial para desenvolver um bom relacionamento com seu filhote ou qualquer cão novo. Você não deve deixar os brinquedos usados em brincadeiras interativas com seu cão, nem deixar em um lugar em que ele possa pegar. É você, e não seu cão, quem deve decidir quando uma brincadeira começa e quando termina. Por exemplo, deve ensinar ao filhote que uma brincadeira de cabo de guerra começa quando o brinquedo for tirado e termina quando for guardado e que não deve continuar com ele puxando suas roupas ou dedos.

Brincadeiras tem outros benefí­cios no desenvolvimento de um longo e prazeroso relacionamento com nossos animais de estimação. Brinquedos e brincadeiras também podem ser usados como recompensas por algum tipo de comportamento que o animal precisa melhorar. Então, caso o cão venha quando for chamado, pode ser premiado com uma curta brincadeira. Brincadeiras também são úteis quando estiver ensinando a seu cão o seu lugar na matilha humana. O relacionamento de dominância sobre o cão é reforçado através de brincadeiras de força e é importante que o proprietário vença a maioria dos jogos e que possa tirar o brinquedo do cachorro. Ensinar um cão através de brincadeiras pode ser prazeroso para ambos.

domingo, 13 de novembro de 2011

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sábado, 12 de novembro de 2011

Padrão Da Raça

pastor Alamão


Padrão FCI: nº 166 / 30 de agosto de 1991 / BR;
Origem: Alemanha
Nome de Origem: Deutscher Schäferhund
Utilização: Pastoreio, policial, guarda, busca e salvamento.
Classificação FCI:
- Grupo 01 - Cães Pastores e Boiadeiros (Exceto os Suíços);
- Seção 1 - Cães Pastores;
- Sem prova de trabalho.




Atualizada em 14/12/2009

LINKS RELACIONADOS - Padrão CBKC
- Comentários sobre a raça

SUMÁRIO HISTÓRICO - Clique aqui para ver o Histórico.
ASPECTO GERAL - retangular, mais longo que alto, ossatura e musculatura atleticamente desenvolvida, autoconfiante e nervos firmes com características sexuais bem definidas.
PROPORÇÕES - altura na cernelha: machos 60 - 65 cm e fêmeas de 55 - 60 cm. O comprimento do tronco ultrapassa a altura na cernelha em 10 - 17%.
TALHE
• Altura na Cernelha Macho: Altura Máxima - 65 cm
Altura Mínima - 60 cm
Altura Ideal - tolerância: ± 2,5 cm.

Fêmea: Altura Máxima - 60 cm
Altura Mínima - 55 cm
Altura Ideal - tolerância: ± 2,5 cm.

• Comprimento - ultrapassa a altura na cernelha em 10 - 17%.
• Peso - Padrão não comenta.
TEMPERAMENTO - tanto no comportamento, quanto no caráter, o Pastor Alemão deve ser ponderado, bem equilibrado, autoconfiante, absolutamente natural, completamente inofensivo (salvo quando provocado), vigilante e dócil. Deve comprovar sua coragem, ter um caráter bem equilibrado e possuir instinto de luta, para reunir condições que o tornem capacitado às funções de escolta, guarda, proteção, serviço e de trabalho com rebanho.
PELE - suavemente ajustada, sem formar pregas.
PELAGEM - Pêlo: a pelagem correta do Pastor Alemão é o mais densa possível e dupla: pêlo e subpêlo. O pêlo deve ser reto, áspero e bem assente, curto na cabeça e orelhas, incluindo a face interna do pavilhão auditivo; na face anterior dos membros, nas patas e dígitos; um pouco mais longo e cheio no pescoço. Na face posterior dos membros, alonga-se até o nível do carpo e do jarrete, formando, na face posterior das coxas, culotes, de tamanho moderado.
COR - varia desde o preto, com marcas marrom avermelhado, marrons ou amarelas, até o cinza claro. Preto e cinza unicolor sendo, o cinza, encarvoado (sombreado). Máscara e manto, pretos.
Pequenas e discretas marcas brancas no antepeito ou uma coloração muito clara na face interna dos membros, são toleradas mas, não almejadas.
A trufa deverá ser, necessariamente, preta em todas as cores de pelagem.
São penalizadas, como sinal de pigmentação insuficiente, a ausência da máscara, os olhos claros, os penetrantes, as marcas claras e esbranquiçadas, no antepeito e na face interna dos membros, as unhas de cor clara e a ponta da cauda avermelhada. O subpêlo é cinza suave. O branco não é admitido.

CABEÇA - cuneiforme, bem proporcionada ao porte (seu comprimento é quase igual a 40% da altura, na cernelha), sem ser rústica, nem muito alongada, de aspeto geral seca e largura moderada, entre as orelhas. De frente e de perfil, a testa é, tão somente, pouco arqueada, com ou sem sulco sagital levemente marcado.
A proporção entre o comprimento o do crânio (C) e o do focinho (F) é de 1:1.
REGIÃO CRANIANA
• Crânio - moderadamente largo entre as orelhas, levemente arqueado; de perfil, a testa, levemente arqueada, às vezes, é reta.
• Stop - inclinado mas, pouco pronunciado.
REGIÃO FACIAL
• Focinho - maxilares são fortemente desenvolvidos. A cana nasal é reta. Cana nasal romana ou côncava é indesejável.
• Trufa - preta.
• Lábios - de cor escura, são bem ajustados e secos.
• Bochecha - Padrão não comenta
• Mordedura - dentadura robusta, sadia e completa (42 dentes, de acordo com a fórmula dentária). Mordedura em tesoura, isto é, os incisivos, da arcada superior, tocam pela frente os da arcada inferior em oclusão justa. A articulação em torquês, o prognatismo, superior ou inferior constitui falta, como também, dentes espaçados. O alinhamento, em reta, dos incisivos, também é considerado falta. Os maxilares são fortemente desenvolvidos para garantir o engaste profundo das raizes dentárias.
• Olhos - de tamanho médio, amendoados, inseridos faceando com a superfície da pele, sutilmente oblíquos; a cor, o mais escura possível. Olhos claros e penetrantes, que alterem a expressão natural do Pastor Alemão, são indesejáveis.
• Orelhas - de tamanho médio, portadas eretas, bem firmes e simétricas (nunca inclinadas lateralmente em posição oblíqua); com as extremidades pontiagudas e as conchas voltadas para a frente. Considera-se defeito a orelha portada semi-ereta ou caída. Portada dobrada para trás, quando em repouso, não é considerado falta.
PESCOÇO - robusto, bem musculado, sem apresentar pele solta na garganta (barbela). O pescoço forma um ângulo em torno de 45º com a horizontal.
TRONCO
• Linha superior - desenvolve-se, sem quebra perceptível, a partir da inserção do pescoço, bem articulado, passando pela cernelha, bem desenvolvida, e pelo dorso, muito ligeiramente, descendente, para a garupa, ligeiramente, oblíqua.
• Cernelha - mais alta que a garupa.
• Dorso - firme, robusto e bem musculado.
• Peito - moderadamente longo, com o esterno de mesmo comprimento e bem marcado. A profundidade do peito varia em torno de 45 a 48% da altura na cernelha.
• Costelas - moderadamente arqueadas. O tórax em barril é considerado um defeito tão grave quanto as costelas achatadas.
• Ventre - largo, fortemente desenvolvido e bem musculado.
• Lombo - largo, forte e curto.
• Garupa - longa e ligeiramente oblíqua, fazendo um ângulo em torno de 23º, com a horizontal e fundindo-se com a linha superior sem solução de continuidade.
MEMBROS
Anteriores - visto de qualquer ângulo, os anteriores são aprumados; visto pela frente, são perfeitamente paralelos.
• Ombros - escápula e o úmero são de mesmo tamanho e bem ajustados ao tórax, graças à poderosa musculatura. A angulação escapuloumeral, ideal, é 90º, na prática, até 110º. Seja em Stay ou em movimento, os cotovelos devem trabalhar rente ao tórax.
• Braços - Padrão não comenta
• Cotovelos - Padrão não comenta
• Antebraços - visto de qualquer ângulo, são retos e perfeitamente paralelos, secos e guarnecidos de forte musculatura.
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - comprimento varia em torno de um terço do comprimento do antebraço, formando, com este, um ângulo em torno dos 20º aos 22º. Tanto o metacarpo muito inclinado (mais que 22º), quanto o muito escarpado (menos de 20º), prejudicam o desempenho do cão, principalmente, no que concerne à sua resistência.
• Patas - ovais, dígitos bem fechados e arqueados, os coxins têm sola dura, sem tendência a fissuras; as unhas são fortes e de cor escura.
Posteriores - ligeiramente inclinados e, vistos por trás, se mantém paralelos.
• Coxas - potentes e bem musculadas. O fêmur e a tíbia são, quase, do mesmo tamanho, formando um ângulo, em torno dos 120º.
• Joelhos - fêmur e tíbia, de comprimentos iguais fazem um angulo de 90°.
• Pernas - Padrão não comenta
• Metatarsos - Padrão não comenta
• Jarretes - verticais e paralelos. Sem ergôs.
• Patas - ovais, fortes, compactas, com dígitos bem arqueados, unhas escuras, sem ergôs.
CAUDA - inserção media comprimento até os jarretes, podendo ultrapassar. Em repouso, portada em sabre. Em movimento eleva-se no prolongamento do dorso.
MOVIMENTAÇÃO - é um trotador. As angulações e o comprimento dos membros são equilibrados de modo a anular a oscilação da linha superior, tornando-a imperceptível, para que os posteriores, aprumados, possam realizar passadas com um bom alcance à frente e, os anteriores, igual cobertura de solo. Qualquer tendência à superangulação, nos posteriores, reduz a firmeza e a resistência geral. Angulações equilibradas permitem a execução de passadas de grande amplitude, rentes ao solo, sem, aparentemente, revelar esforço. Durante o exercício do trote, ritmado e fluente, com a cabeça projetada para a frente, a linha superior se desenha em contorno suave, harmonioso e contínuo, desde a ponta das orelhas, passando pela nuca e dorso, até a ponta da cauda, levemente elevada

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Saúde dos Olhos, Ouvidos e Boca




Quando perceber o acúmulo de secreção nos olhos de seu cão, saiba que é hora de fazer uma higienização no local.




Algumas raças requerem um cuidado mais freqüente, outras menos, mas todas estão sujeitas a problemas decorrentes da má higienização.



Por isso, alguns cuidados básicos devem ser tomados:





- Use sempre soro fisiológico para fazer a limpeza dos olhos de seu cão







- Não esfregue algodão, gaze ou qualquer outro tecido nos olhos de seu cão, pois eles são muito sensíveis ao atrito, podendo ocorrer sérias lesões.



- Aplique o soro delicadamente com o auxílio de uma seringa nos olhos de seu animal de estimação é a melhor maneira para efetuar esta limpeza. Não use um "jato" muito forte pra não assustar seu cão, mas que seja o suficiente para tirar as impurezas e sujidades.







- Não use colírios por conta própria, pois você poderá causar desde uma simples irritação até uma úlcera de córnea.





- Caso seu cão seja peludo como um Poodle ou um Lhasa, e, você perceba que existem pequenos grumos de sujeira presos no canto do olho, procure retirar delicadamente com auxílio de uma gaze, umedecendo um pouco com soro fisiológico. Resista à tentação de cortar com uma tesoura, pois acidentes podem acontecer - seu cão pode ficar inquieto e acabar se machucando com a lâmina.







A higienização e limpeza dos ouvidos dos cães deve levar em consideração alguns fatores como:



- Produção natural de cerúmem: esta produção pode variar de acordo com cada animal, e às vezes, no mesmo animal, um ouvido apresenta uma maior quantidade de cerúmem do que o outro.







- Presença de pêlos no conduto auditivo: existem algumas raças que apresentam um certa quantidade de pêlo no interior do conduto auditivo. Alguns profissionais preferem deixar o pêlo, pois ele atuaria como uma proteção natural contra umidade; outros já preferem a retirada dos pêlos para facilitar a higienização completa quando a produção de cerúmem é intensa.



- Forma das orelhas: cães com as orelhas caídas, como o Cocker Spaniel Inglês, apresentam uma maior tendência ao problemas decorrentes da má higienização do ouvido, pois a forma das orelhas cria um microambiente onde pouca luz, umidade e calor são fatores predisponentes ao aparecimento destes problemas.





A limpeza do ouvidos de nossos cães deve ser encarada como um ato preventivo. O proprietário responsável não deixa seu cão chegar no estágio limite em que, além de apresentar fortes odores, secreções e áreas de inflamação, o cão fica balançando a cabeça o tempo todo, o que significa dor em grau elevado.


Por isso, crie o costume de examinar os ouvidos de seu cão desde filhote, pois assim ele se acostumará com o manuseio, não fazendo deste momento uma guerra total!




Coloque seu cão em seu colo, ou de forma que sua cabeça esteja bem apoiada; dobre a orelha sobre a cabeça e examine para ver como está a situação da orelha.



Aprenda como cuidar dos dentes de seu animalzinho





A saúde bucal de um cão, assim como as vacinas, os exercícios físicos e uma boa alimentação, é indispensáveis para uma vida saudável. Não é frescura não! O animal deve ser levado ao veterinário para prevenir doenças bucais periodicamente e fazer um tratamento diário em casa. Uma coisa que alguns acham normal é o "bafo" nos animais, mas além de não ser normal nem legal é uma doença que pode ter inúmeras causas. A principal causa do mal hálito é a placa bacteriana que fica sobre os dentes. Os responsáveis por essa placa são os resíduos de alimentos, saliva, células mortas, etc. que ficam presos nos dentes e depois de um tempo sofrem uma fermentação causando o "bafo".


Além de ser horrível o cão possuir mal hálito, é muito prejudicial para a dentição e saúde, porque com o tempo essas substâncias que ficam "coladas" nos dentes dando mal cheiro, passam a agredir o periodonto que é o responsável pela sustentação e proteção dos dentes, causando uma doença chamada periodontal. As características desta doença são: inchaço da gengiva, dor de dente, vermelhidão e sangramento. Depois de algum tempo sem ser tratada esta inflamação na gengiva causa a perda de dentes e pior ainda quando esta bactéria entra na corrente sangüínea causando problemas em órgãos vitais como o fígado, os rins e o coração. E aí o que era apenas um mal hálito acaba comprometendo a saúde do animal. O tártaro é outro componente que causa mal hálito no animais. Na verdade o tártaro é o acumulo da placa bacteriana mineralizada pela saliva.


O tártaro deixa os dentes com um cor mais escura e com a superfície irregular ( o que facilita mais a absorção dos resíduos), por isso o tratamento deve ser feito logo que a doença for detectada pois cada dia que passa esta doença vai se agravando. O tratamento é baseado na remoção do tártaro, tanto do que está acima da gengiva quanto o que está preso nos dentes, depois é feito um polimento nos dentes deixando-os bem lisinhos afim de evitar o acúmulo de resíduos. Nesse tratamento é necessária e indispensável a anestesia geral, para facilitar e garantir toda a retirada do tártaro. Infelizmente esta doença (mesmo depois da remoção do tártaro) não tem cura, ela atinge em média 80% dos cães e gatos mais velhos.


Embora não tenha cura existem tratamentos de higiene bucal diária que ajudam bastante no controle da doença (periodontal). O tratamento depende totalmente da participação do dono do animal. Além de ter que levar seu cão periodicamente ao veterinário é necessária uma higiene bucal diária que só você p Outro problema comum na dentição de cães e gatos é a persistência dos dentes de leite. Após os 6 ou 7 meses de vida de um animal o normal é a troca da dentição de leite pela definitiva, mas quando isto não acontece ocorre um problema chamado de oclusão, que é quando os de leite não caem e começam a nascer os outros, causando mal posicionamento dentário, desgastes do dentes e traumas na gengiva, o que também pode levar a doença periodonta.l Por isso se você notar que os dentinhos de seu animal não estão caindo e que já estão nascendo novos dentes, leve seu bichinho imediatamente a um veterinário, para que ele faça a extração dos dentes de leite, afim de evitar problemas maiores.


Outro grande perigo é dar ossos de verdade para os cães roerem, eles podem causar fraturas e desgastes nos dentes. Essas fraturas que algumas vezes não são percebidas pelo o dono do animal, causam dor , infecção e até a perda do dente. Neste caso é necessário um tratamento de canal. Outros tratamentos odontológicos como aparelho ortodôntico, implantes, próteses, obturação de cáries, etc. também são comuns e indicados para animais. Conclusão: para o seu bichinho ter uma dentição perfeita, sem dor, sem sofrimento e principalmente sem mal hálito é necessário que você o leve para uma consulta bucal, depois inicie um tratamento de higiene diária e que volte ao veterinário periodicamente. Seu bichinho vai poder sorrir para você com muito mais alegria.


Dicas da pet sany
solução para a higiene dô seu cãozinho

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Saiba tudo sobre cães da raça Pit bull


HISTÒRIA

A origem da raça remonta ao Século XIX. Em 1835, o parlamento inglês proibiu o esporte chamado bull baiting, um jogo sádico em que Bulldogs eram usados para atacar touros trazidos à arena (com a discutível intenção de amaciar-lhes a carne). O cão atacava o touro, evitando coices e chifradas, agarrava o seu nariz ou orelha, e segurava-se até que o touro caísse. Os súbditos e a realeza da época procuravam diversão, procurando distrairem-se da violência e das doenças de seu tempo comparecendo a esses espetáculos sangrentos. Felizmente, a opinião pública forçou o governo a tomar uma medida.

Uma vez que o bull baiting foi banido, os criadores que apreciavam a rudeza, coragem e tenacidade dos buldogues voltaram sua atenção para a criação de cães para a briga (ou rinha). Começaram com o bulldog, misturaram algum sangue de terrier, e produziram,os Half and half ou Bull and Terriers,cães de pequeno porte e extrema força e dotados de maior agilidade que os buldogues de elevada força física, um cão que cumpria todas as suas expectativas. Os Bull and Terriers foram criados para agredir outros cães, matar ratos(pragas comuns na época), mostrando bravura, alta tolerância à dor, vontade de lutar até o fim, e não menos importante, afeição ao seu criador. Com o tempo passaram a se diferenciar em raças, tais como o Staffordishire Bull Terrier, o Bull Terrier, o Irish Staffordishire Bull Terrier e o Pit Bull(que não tinha um padrão para estética, mas sim em termos de temperamento).

Posteriormente, esses cães migraram para os Estados Unidos como cães de quinta e guardas de fronteira. Os cães do tipo físico Terriers do tipo Bull foram reconhecidos pelo UKC em 1898, sob o nome de American Pit Bull Terrier. Em 1902 a raça passou a ser reconhecida também pela ADBA, o AKC, nao reconhece o APBT como raça, por ela ainda, em alguns países, ser um cão de luta.

Hoje em dia o Pit Bull é muito polêmico. É constante o noticiário de ataques de cães desta raça a nível mundial. Ainda assim, há os que defendam que sua real face é a de um cão dócil, leal e equilibrado, baseado em suas experiências pessoais

Características

As características essenciais do APBT (American Pit Bull Terrier) são a resistência, auto-confiança e a alegria de viver. A raça gosta de agradar e é cheia de entusiasmo. O APBT é um excelente cão de companhia e é notável o seu amor por crianças.

Pelo facto de a maioria dos APBTs apresentarem certo nível de agressividade contra outros cães, bem como pelo fato de o seu físico ser poderoso, a raça necessita de proprietários que os sociabilizem cuidadosamente e que treinem obediência aos seus cães.

A agilidade da raça torna-a num dos mais capazes caninos, portanto uma boa cerca é necessária para a raça. O APBT não é a melhor escolha para os que procuram cães de guarda por ser extremamente amigável mesmo com desconhecidos. Comportamento agressivo para com o ser humano não é característico da raça, portanto isso é extremamente indesejável. A raça sai-se muito bem em eventos e exposições pelo seu alto grau de inteligência e pela sua vontade de trabalhar.
O APBT movimenta-se com uma atitude confiante e vivaz, oferecendo a impressão de que espera a qualquer minuto ver algo novo e excitante. Quando trota, a sua movimentação não demonstra esforço, é suave, poderoso e bem coordenado, mostrando bom alcance dos dianteiros e boa propulsão dos posteriores. Em movimentação, o dorso permanece nivelado, apresentando apenas uma leve flexão que indica elasticidade. Visto de qualquer lado, as pernas não se viram nem para dentro nem para fora e os pés não se cruzam nem interferem entre si. Conforme aumenta a velocidade os pés tendem a convergir em direcção ao centro da linha de balanço.

Quanto à trufa (focinho) dos cães, há 3 colorações: Red Nose (a mais popular), Black Nose (tradicionais), Blue Nose (raro)e os Blue Fawn (raro). Na pelagem todas as cores são aceites. Nos olhos inclusive a cor verde é aceite, no entanto, verde âmbar e azul vitrificado são completamente abominados. Cães com um olho de cada cor são considerados fora de padrão.

A musculatura do Pit Bull deverá ser trabalhada com exercício mas nunca com anabolizantes.

Genética
A agressividade do Pit Bull está associada a um gene recessivo podendo ser controlada a partir de criadores responsáveis, que devem ter a consciência de não vender tais exemplares a pessoas com perfil psicológico desviado, vendendo apenas para outros criadores já cadastrados nas suas bases de dados e que terão a responsabilidade de treinar tais animais. Normalmente em cada ninhada (aproximadamente de 8 a 14 filhotes, tendo casos de até 17 filhotes que se mantiveram vivos e sadios) a percentagem de filhotes “bravos” é de 10%, ou seja, na grande maioria, apenas 1 filhote se mostra com tal comportamento. Nesse filhote deve ser realizado a castração aos 18 meses de idade e administrado treino exaustivo além de muito carinho e convivência com outros animais desde a sua infância para que esse gene seja reprimido nas criações sérias.

Posse Responsável

Para que não se cometa injustiças com a Natureza, onde o homem se sente o dono, devemos primeiro ouvir os criadores e especialistas na raça, não em cães, pois os especialistas em cães tem uma tendência a não gostar da raça devido so seu histórico e devido a grande força que a mídia faz para 2vender notícias”. Para que a posse responsável surta o efeito desejado o proprietário deve passar por um exame psicológico e assinar termo de compromisso e responsabilidade para ter o privilégio de poder cuidar de tais animais e que deverão responder judicialmente por ele.

Mídia X Pit Bulls

Para a mídia os Pit Bulls são uma fonte de notícias magníficas, primeiramente se criou o esteriótipo e o grande “pré-conceito” com animais te tanto valor, após a fama já criada cada notícia reflete em aumento da audiência ou venda de publicações como revistas e jornais. Porém há um grande problema, a cada notícia lançada na mídia o número de PIT BULLs abandonado nas ruas aumenta em 250% (dados do centro de zoonoses da cidade de Belo Horizonte acarretando em animais desestruturados para a vida “selvagem na cidade”, criando animais mestiços, pois os mesmos são mais fortes que os vira-latas tendo a preferência das fêmeas para copular. Além de se tornarem violentos no momento em que sentem fome e desprezo.

Midia X Banalização da raça

Outro efeito causado pela mídia é a procura, por pessoas com o perfil desviado, para a aquisição desse animais. Sabendo que os mesmos são extremamente fortes e com muita disposição, pessoas com má fé já o adquirem para se auto-afirmarem perante a sociedade. Esses animais passam por verdadeiras torturas. Passam fome, são alimentados a carne com muito sangue e pimenta, são privados de água, além de ficarem acorrentados durante todo o dia. São também privados de contato com outros animais e pessoas, o que os torna em animais medrosos e, consequentemente, agressivos. A mídia tem o papel mais importante de todos na banalização dessa raça, principalmente por criar situações não verdadeiras e enfatizar os ataques, que representam apenas 0,125% dos ataques de cães em todo o mundo. Por mais que não possa parecer, em filmes americanos muitas vezes são usados os American Pit Bulls Terriers para contracenar com crianças, muitos são usados pela polícia pela sua lealdade ao treinador e pela sua felicidade em servi-lo, o que infelizmente não é mostrado pela mídia.

Oclusão (encaixe dos dentes)

Outro erro muito comum é o aumento de suas capacidades, o Pit Bull não tem a força de 10 toneladas em sua mordida, a mordida dele é 10x mais fraca que a do Rottweiller (que são 2 toneladas). O APBT (American Pit Bull Terrier) foi criado para imobilização, portanto sua oclusão (encaixe dos dentes superiores e inferiores) é perfeito, contando também com uma grande abertura lateral dos lábios que lhes dão uma grande área para a respiração, mesmo com as mandíbulas mordendo algum objeto. Essa qualidade pode ser usada para o bem se caso o animal for bem treinado, sendo capaz de carregar coisas pesadas por longas caminhadas, além de ter a coordenação motora perfeita eles são precisos em suas pegadas. Animais treinados nunca mordem a mão de seus treinadores, mesmo quando estão eufóricos e seus treinadores seguram o objeto a ser mordido (bola, pau ou qualquer outro brinquedo).

Controvérsia

O American Pit Bull e seus parentes tinham uma reputação de cães leais e confiáveis durante as primeiras décadas do século passado. Nos últimos anos, contudo, essa imagem mudou. Seus membros têm sido considerados como extremamente violentos, assassinos de crianças, e merecedores mesmo de banimento em alguns países. A raça é uma das quatro mencionadas especificamente na Lei de Cães Perigosos de 1991, no Reino Unido. As outras três raças mencionadas são o Fila brasileiro, o Tosa japonês e o Dogo argentino.

Assim como há criminosos criando pit bulls para brigas e para amedrontar pedestres nas ruas, há também criadores sérios e éticos de pit bulls. Para piorar as coisas, os maus criadores muitas vezes deixam de treinar seus cães para não agredirem humanos, como os criadores do início do século passado faziam. Pelo contrário, treinam os cães para serem o mais violentos possíveis.

Como resultado, o termo Pit bull é hoje pejorativo e instiga medo em muitas pessoas. O preconceito gera lendas urbanas como a de que suas mandíbulas têm a forma de um alicate, que se trancam sob a carne de suas vítimas, exercendo 10 toneladas de pressão, e não poderiam ser abertas a menos que o cão tivesse a cabeça arrancada.

O resultado é o preconceito indiscriminado, que faz autoridades banirem pit bulls das comunidades, e companhias de seguros cancelarem seguros se a casa tem um pit bull. Vizinhos confundem de Boxers a Pugs com pit bulls, e tratam os cães (e muitas vezes seus donos) com ignorância, injustiça e hostilidade.

Na verdade, o pit bull é um cão inteligente, e muitos de seus exemplares são obedientes; são cães saudáveis que reclamam pouco e oferecem muito aos seus donos. Há até mesmo casos isolados de cães que servem de guias para cegos.

Assim como outros cães, pit bulls podem ser defensivos com relação ao seu território, mas, de modo geral, cães de luta não são territoriais. Como em todas as outras raças, alguns de seus membros mostram uma desconfiança com relação a outros animais, e uma propensão a atacar animais que se aventurem a cruzar seu caminho. Por causa de sua história de rinhas, pit bulls também podem mostrar agressão não-provocada contra outros cães e até mesmo contra crianças.

Pit bulls podem ser bons animais de estimação, mas devem ser tratados com cuidado e respeito por quem decidir criá-los. Quando em público, sempre devem usar guia curta, focinheira, enforcador ou coleira resistente, sendo conduzidos por pessoas com força física suficiente para conter o animal no caso de euforia. Não são recomendados para quem nunca teve cães.

Segundo seus defensores, o principal fator condicionante da transformação do Pit Bull num animal agressivo é o cruzamento indiscriminado da raça sem se avaliar o temperamento dos animais. Animais agressivos com seres humanos não devem ser inclusos em planos de criação, para assim evitar a transmissão hereditária dessa falha.

Um criador de American Pit Bull Terrier demora anos para seleccionar um cão adequado para a sua finalidade, que seja passível de controle, e, ao mesmo tempo, afectuoso. Pit Bulls seleccionados não atacam os seus donos ou treinadores, mesmo no calor do combate, por serem facilmente manipuláveis no momento da luta. Segundo criadores, podem ser separados em segundos por qualquer pessoa usando de método simples como o travamento dos quartos entre as pernas e um breakstick (objecto em forma de cunha feito de madeira resistente ou fibra com aproximadamente 25 centímetros que é introduzido na boca pela lateral fazendo movimentos leves para cima e para baixo).

domingo, 6 de novembro de 2011

Gatos e bebês: garantindo uma boa relação




O que você deve fazer quando você planeja introduzir um bebê humano em uma casa que já possui um gato? Como garantir uma boa relação entre o gato e o bebê. O amigo felino pode ser perigoso para um neném ou criança pequena? Meu animal de estimação pode arranhar meu nenê, pois está com ciúmes? Por que é importante acostumar o gato com os objetos do bebê? Por que o gato está arranhando os móveis da casa desde que meu baby chegou em casa? Qual a necessidade de oferecer esconderijos para os gatos?

Este artigo pretende tirar todas essas suas dúvidas sobre bebês e gatos, para que seu bichinho peludo preferido e seu filho se tornem melhores amigos.

Gato / gata com ciúmes de crianças
Às vezes o seu gato/ gata pode ficar com ciúmes do bebê recém chegado ou estressado e passar a arranhar tudo que vê pela frente ou urinar em local inapropriado. Essa é uma situação comum. Porém existem maneiras de impedir que estes comportamentos indesejáveis aconteçam.

Você pode fazer preparativos para tornar a chegada do bebê mais tranquila para seu gato. Estes preparativos devem ser feitos gradualmente e bem antes da chegada do bebê na casa!

Depende do gato
Algumas raças de gatos têm mais facilidade para lidar com crianças. Além disso, independentemente da raça, alguns gatos tem um temperamento melhor para lidar com crianças do que outros. Quanto mais velho for o bichano mais difícil será fazê-lo ficar amigo de um bebê ou criança.

Um gato que desde filhote teve experiência com bebês tem mais facilidade para fazer amizades com crianças.

Preparativos necessários para garantir que gato e bebê se darão bem
•Mostre ao seu gato que ele não será mais o centro das atenções
Se você é muito apegada ao seu gato e vocês dois são muito íntimos e passam longos momentos juntos pode ser bom reduzir um pouco esta proximidade alguns meses antes da chegada de seu filho.

Quando o bebê chegar, você provavelmente não terá mais tanto tempo para dar tanta atenção ao seu gato. Reduza esta intimidade com o gato devagarzinho e gradualmente, comece meses antes do bebê chegar a casa.

Isso não quer dizer que você deva parar de dar atenção ao seu gato ou deixar de lhe fazer carinhos. Trata-se somente de acostumá-lo a não ser o centro das atenções, agora que uma nova pessoa irá chegar em casa.

•Respeitando o espaço de seu animal de estimação
É muito importante para o gato que você respeite o território dele: sua caminha, a sala onde fica sua comida e água. Para o felino este espaço é uma espécie de “santuário sagrado”, você deve manter este local longe da interferência do bebê ou da criança. Seu gato ou gata deve ter seus próprios brinquedos, sua caminha, o bichinho detesta dividir esses objetos com outra pessoa.

Seu gato deve ter sua caixa sanitária em um local privado, longe dos potes de água e comida em um local que a criança não fique entrando e interferindo. E é recomendado que ele possua um arranhador também, pois a fase de chegada de um novo morador na casa pode fazer com que ele queira arranhar móveis e objetos para marcar território.

Uma boa dica é impedir a entrada do bebê no quarto ou área onde o gato tenha sua morada. Você pode fazer isso com uma grade para bebês, por exemplo. Isso impede que o bichano tenha seu espaço invadido, e fique estressado com a entrada de crianças que às vezes podem estar agitadas e assustar/ perturbar o felino.

•Acostume o gato aos objetos do bebê
Também é recomendado comprar todos os objetos do bebê (como cadeiras de bebê, berços, etc.) meses antes de o bebê chegar em casa para que o gato se acostume com esses objetos do neném. Vá introduzindo os objetos aos poucos em casa para não causar uma mudança brusca no ambiente. Por que acostumar o gato com os objetos do bebê?

Gatos possuem um olfato muito sensível, quando você trás, um berço, brinquedos, roupinhas, cadeiras de bebê, são muitos objetos novos que podem alterar significativamente o cheiro do ambiente. Se você trouxer tudo de uma vez é bem possível que seu gato passe a urinar ou arranhar estes objetos para deixar o seu cheiro neles, isso é um comportamento natural dos gatos.

•Garanta esconderijos para seu gato
O gato foge e tenta se esconder caso esteja assustado com algo novo! Você deve proporcionar locais para seu gato poder se esconder quando ele estiver assustado com os guinchos e gritos de um bebê ou criança pequena. O felino não estará acostumado ao comportamento da criança, é bem comum que ele se assuste.

Um gato adora se esconder em locais elevados, uma boa dica é colocar umas caixas de papelão com a boca virada para o lado em cima de móveis para que o gato possa se esconder. Isso vai garantir que ele tenha sempre um local seguro caso ele se sinta ameaçado.

•Preparando o quarto do bebê
Você deve proibir a entrada do gato no quarto do bebê para impedir acidentes. Porém recomendamos que você faça isso gradualmente alguns meses antes do bebê chegar na casa.

Se você impedir seu gato de entrar em um cômodo ao qual ele costumava ter acesso livre ele irá se sentir impelido a marcar território no local. Ele poderá urinar e arranhar a porta do cômodo para marcar território. Existem produtos que repelem o gato e que reduzem a chance do animal arranhar objetos, você pode aplicá-los na porta do quarto do bebê.

•Mudando seu gato de lugar
Caso você tenha que trocar seu gato de lugar quando o bebê chegar, é muito importante que você faça isso gradualmente. Principalmente para gatos mais velhos que já estão muito acostumados com seu território. Neste caso comece a mudança de lugar uns 4 meses antes da chegada do bebê.

Quando o bebê chegar
Após tantos preparativos enfim chega o dia do bebê vir para casa. Não force seu gato a conhecer o bebê rapidamente: ele irá conhecer a criança aos poucos, gradualmente.

Garanta que você continue dando atenção ao gato. Não mude do dia para noite o tempo que você dá de atenção ao seu animal de estimação para evitar problemas psicológicos.

Gatos e crianças
Quando o bebê vai crescendo é muito importante que você vá ensinando a lidar com seu gato. Algumas crianças podem ser muito intensas para um gato, às vezes esse excesso de carinho pode ser demais para o animal.

Algumas brincadeiras da criança também podem ser desconfortáveis para gato. Veja nosso artigo de dicas sobre gatos e crianças para mais informações sobre essa questão.

Você quer cuidar melhor de seu animal de estimação? Veja todo nosso conteúdo sobre gatos em nossa home de gatos.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Que raça escolher?


O Pastor Alemão parece ser obediente, o Labrador afetuoso com crianças, o Greyhound independente... No entanto, nenhum cão pode ser classificado tão categoricamente. Aliás, uma raça deve ser escolhida de acordo com o papel que você quer que seu cão tenha no que diz respeito a seu peso e tamanho. Na verdade, escolher um Yorkshire Terrier para ser cão de guarda de uma propriedade parece tão inadequado quanto prender um Mastim Alemão ou um Grande Pirineu o dia inteiro em um apartamento. Como regra geral, um cão de pequeno porte, embora mais agitado, exige menos espaço vital que um cão de tamanho médio; quanto ao cão de raça grande, este sempre exige uma área maior para viver. Qualquer que seja a raça escolhida, sempre se deve ter em mente que o cão precisa receber atenção de seu dono várias vezes ao dia. Você deve, portanto, buscar informações nos clubes de raça e de criadores para fortalecer sua escolha. As exposições de cão também são ideais para descobrir sobre a diversidade das raças caninas e conversar com criadores profissionais