O cão Pastor Alemão ressalta logo à primeira vista como um animal harmonioso, bem proporcionado, mais logo do que alto e com um perfeito equilíbrio entre todas as diversas partes do seu todo. É um animal nobre, forte e vivaz, substancioso, sem ser grosseiro, evidência tanto em repouso como quando em repouso como quando em movimento, perfeito apuro muscular e lapides, tal um atleta em perfeita forma.
É dotado de uma personalidade marcante, expressão direta e destemida, sem contudo se mostrar hostil, confiança própria, firmeza de nervos e uma certa reserva que não o predispõe à amizades imediatas e indiscriminadas; enfim de uma nobreza natural e marcante, seguro de si e que por si só impõe confiança, respeito e admiração.
Seus caracteres sexuais secundários são evidentes, dando ao exemplar, logo a primeira vista, a aparência de um macho ou de uma fêmea; aqueles com um porte e comportamento decididamente masculino e estas inconfundivelmente femininas, insertas, porém, de qualquer fragilidade estrutural ou brandura de temperamento.
PELAGEM
Cão Pastor Alemão possui pelagem dupla; sub-pêlo e sobre-pêlo. A quantidade de sub-pêlo vária conforme a estação do ano e o tempo de vida ao ar livre, mas deve estar sempre presente, a fim de protegê-lo da água, temperaturas extremas e insetos. A sua ausência é considerada como falta e como tal punida.
O sobre-pêlo apresenta-se em 3 (três) tipos:
PÊLO RIJO NORMAL: Neste tipo, ideal, o sobre-pêlo é o mais denso possível, composto de fios retos, duros, e bem deitados ao corpo. A cabeça inclusive, interior das orelhas, partes interiores das pernas, patas e dedos são providos de pêlos mais curtos e menos ásperos. Já no pescoço a pelagem é levemente mais comprida e forte. Nos membros dianteiros e traseiros os pêlos são em seus anteriores levemente mais curtos e bem deitado ao corpo: alonga-se e elevando-se para as faces posteriores em extensão aos metacarpos e jarretes, chegando, quando nas coxas, a formar calças moderadas.
O comprimento nesse tipo vária levemente na média dos 5 (cinco) centímetros, todavia o muito curto, chamado de rato, ou topeira é indesejável.
PÊLO RIJO COMPRIDO: Os fios são mais alongados, nem sempre retos e antes de mais nada não bem deitados ao corpo. Na parte inferior das orelhas e em suas faces posteriores, já bem mais alongados e delicados, formados por vezes tufos. Nas faces posteriores dos membros, assim como na inferior da cauda, pelo seu alongamento, chegam a formar bandeira e, quando nas coxas densos culotes. O tipo de cauda é sempre tufado. Esse tipo de pelagem não se apresenta com a mesma resistência da normal, razão porque é indesejável, permitindo-se, todavia, na reprodução os possuidores de sub-pêlo denso em todo o corpo.
PÊLO COMPRIDO: Ë bem mais alongado que o precedente, mais sedoso e ondulado, repartindo-se normalmente em dois ao longo da linha de dorso, caindo para os flancos. Geralmente, esses animais são dotados de peitos mais estreitos com formação de focinho mais afilado. Este tipo, indesejável, deve ser proibido à reprodução.
COLORAÇÃO
Excetuando o branco, todas as cores são permitidas no cão Pastor Alemão: preto, cinza-ferro, cinza ou unicolor ou com partes marrom, amarelo, bege e cinza claro, capa-preta e todas as suas variações. Em todos esses tipos, uma pequena mancha branca no peito não é sinal de defeito.
O sub-pêlo é, com exceção dos animais pretos, sempre levemente colorido.
A coloração do filhote é somente definida quando do aparecimento do sobre-pêlo definitivo.
PIGMENTAÇÃO
No cão Pastor Alemão todas as colorações deverão ser fortes, ricas e de pigmentação bem definida sem o menor indicio de desbotamento. Sinais de despigmentação como: olhos claros, unhas brancas, partes internas dos membros, inferior no tronco e cauda esbranquiçada, deverão ser penalizadas de acordo com sua intensidade. Os brancos e os de características albinos, serão desqualificados e vetados a reprodução.
ESTRUTURA
O cão Pastor Alemão é um cão de utilidade, trotador por excelência e, como tal, sua estrutura foi criada para atender às exigências de seu trabalho sob as mais diversas condições.
ALTURA: É um animal levemente acima do tamanho médio. A sua altura, medida por uma perpendicular tirada da ponta da cernelha, com a pelagem comprida, ao solo em nível, tangenciando o cotovelo, deverá ser:
Para os machos: de 60 a 65 cm.
Para as fêmeas: de 55 a 60 cm.
Variação para mais ou para menos diminuem o seu valor com cão de utilidade e como tal deverão ser penalizados.
COMPRIMENTO: É tomado em perfeita horizontal da ponta do externo a ponta do esquio.
PROPORÇÃO: O cão Pastor Alemão é mais comprido do que alto e a fim de melhor poder cumprir as finalidades para a qual foi criado, a proporção ideal, entre comprimento e altura é aquela compreendida na razão de 10:8.8.
CABEÇA: Forte e de traços bem marcantes, caracterizando-se pela nobreza. Deve ser bem proporcionada ao corpo sem contudo ser grosseira, muito embora um certo grau de rusticidade, especialmente nos machos, seja falta menor do que um super-refinamento.
CRÂNIO: Moderadamente largo entre as orelhas. Quando visto de frente, a lesta é somente um pouco abaulada, sem sulco central ou então só levemente abaulada, vai se inclinando e afilando em direção ao encaixe do focinho onde forma um "stop" obliquo não muito marcado, mas sempre presente.
FOCINHO: Em forma de cunha, alongado e forte, sua linha superior praticamente reta é paralela a um prolongamento imaginário da linha da testa. Visto de frente, com boa base e de narinas bem desenvolvidas, delineadas e sempre úmidas.
BOCHECHAS E LÁBIOS: De bom desenvolvimento, correndo lateralmente numa curvatura suave e sem projetar-se para a frente. Lábios fortes, firmes e bem aderidos oferecendo perfeito fechamento á boca.
MAXILARES: Fortemente desenvolvidos, oferecendo perfeito e sólido encaixe aos dentes. O inferior fraco, estreito e curto, aparentado proeminência do focinho é falta e como tal punida.
ORELHAS: Devem ser moderadamente pontudas, bem implantadas, largas na base, abertas para a frente e trazidas eretas quando em atenção: sendo ideal aquela posição na qual suas linhas medianas sejam perfeitamente verticais e paralelas entre si.
Bem inseridas, bem coladas e bem trazidas e equilibradas com a cabeça contribuem para a aparência e expressão do animal.
Orelhas muito pequenas, muito grandes, de inserção baixa, abertas, não firmes, caidas e operadas são indesejáveis. As mortas devem ser proibidas à reprodução.
Os filhotes, usualmente, não se erguem permanentemente antes do 4º ao 6º mês e algumas vezes ainda mais tarde.
OLHOS: De tamanho médio, amendoados, implantados obliquamente e nunca salientes. A sua cor deve ser a mais escura possível, tolerando-se todavia os mais claros desde que se harmonizem perfeitamente com a coloração geral do animal. Sua expressão deve ser bem viva, inteligente e serena.
DENTES: Em número de 42 (20 superiores e 22 inferiores) na dentição definitiva, fortemente desenvolvidos, branquíssimos e de perfeita implantação. Com a boca fechada a face interna dos incisivos superiores deverá atritar com a face externa dos incisivos inferiores (mordedura em tesoura) o que dá ao animal uma presa mais segura e um menor desgaste dos mesmos. Quando os incisivos da arcada inferior deixarem de atritar com a face interna dos superiores, separando-se, haverá prognatismo superior, o que constitui uma falta. Quando os incisivos superiores baterem contra os incisivos inferiores (mordedura em torquês) é de todo indesejável. A face interna dos incisivos inferiores atritando com a face externa dos incisivos superiores ou os sobrepujando, apresentando-se o prognatismo inferior que constitui uma falta muito grave.
A ausência de qualquer dente, é falta e como tal punida de acordo com as normas. Dentes de cinomose descoloridos, quebrados e gastos serão punidos de acordo com a gravidade.
PESCOÇO: Deve ser forte, musculoso, bem torneado, oferecendo uma ligação harmônica entre cabeça e tronco completamente livre de dobras ou peles soltas em sua parte inferior.
Com o animal em atenção, cabeça e pescoço devem alçar-se; quando em movimento o porte ideal será com a cabeça mais a frente e em perfeito prolongamento do dorso e cernelha e nunca para o alto ou para baixo.
LINHA SUPERIOR: Esse conjunto deve oferecer uma continuidade harmônica entre Cernelha, Dorso, Lombo, Garupa e Cauda; perfeitamente equilibrado.
CERNELHA: Deve ser forte, bem desenvolvida e conformada, mais alta do que o dorso e inclinando-se levemente para este, oferecendo um perfeito encaixe das omoplatas (e vértebras).
DORSO: Perfeitamente reto e horizontal, fortemente desenvolvido, sem abaulamentos ou convexidades e relativamente curto.
LOMBO: Quando visto pôr cima, deve ser largo e forte unindo-se suavemente ao dorso, e quando visto de lado, não apresenta espaço entre a última costela e a coxa.
GARUPA: Longa, de boa largura e levemente inclinada e bem recoberta de músculos. Garupa horizontal ou plana, muito curta ou caída são consideradas como faltosas e ideal aquela que apresenta uma inclinação de perto de 30º com a linha do dorso, partindo desta em ligação suave.
CAUDA: Cheia, devendo a última vértebra alcançar, no mínimo, a ponta do jarrete e usualmente ainda mais baixo; de inserção disfarçada tipo sabre. Quando o animal em movimento, a cauda deve elevar-se tornando-se um prolongamento do dorso; maiores elevações depreciam a aparência sendo permissíveis em caso de excitação, até uma linha imaginária que seria a perpendicular sobre a sua inserção: ultrapassá-la ou não sair de repouso (cauda morta) é falha.
Cauda em gancho e algumas vezes em lateral é indesejável. Caudas cortadas ou aparadas desqualificam; as muito curtas e as de extremidades rombudas, devido à anquilose, acavalamento ou fusão de vértebras são faltosas.
TRONCO: A estrutura geral do corpo deve dar a impressão de profundidade e solidez, mas sem excesso de volume. O seu comprimento deve ultrapassar a altura da cernelha na proporção devida, os curtos e alongados deverão ser personalizados.
ANTEPEITO: Iniciando-se no pró-externo, bem cheio e descendo bastante entre os membros sem, contudo, ultrapassar a ponta do cotovelo; não revelando largura demasiada e muito menos qualquer indício de concavidade.
ANTEPEITO: Iniciando-se no pró-externo, bem cheio e descendo bastante entre os membros sem, contudo, ultrapassar a ponta do cotovelo; não revelando largura demasiada e muito menos qualquer indício de concavidade.
PEITO: Profundo e de boa capacidade oferecendo bastante espaço para pulmões e coração. Bem projetado para a frente com o pro-externo salientando-se bem a frente dos ombros, quando cisto lateralmente.
COSTELA: Devem ser de boa saliência com relação à coluna vertebral, inclinando-se para trás com relação à esta em ângulo perto de 45º. Bem espaçadas e desenvolvidas, unindo-se em baixo ao estremo que desce suavemente acima do ponto do cotovelo. Não devem Ter curvatura em forma de barril e não serem achatadas.
ABDOMEN: Firme, nunca flácido nem caída. A linha inferior é apenas levemente entrante nos flancos, mas nunca esgalgada, sendo nas fêmeas muito menos acentuada no que nos machos.
MEMBROS:
Dados a sua condição de trotador, no cão Pastor Alemão os membros devem ser proporcionados e angulados de tal maneira que permite, sem uma alteração de sua linha superior, avançar as pernas propulsoras próximas ao centro de gravidade do animal, assim como distender as anteriores em igual extensão.
ANGULAÇÕES ANTERIORES: AS omoplatas devem ser compridas e bem coladas ao corpo, ficando suas extremidades superiores bem unidas para a frente, num ângulo de 135 graus com a linha de dorso, em direção ao ponto onde articula com o úmero(braço) de igual comprimento, formando o ângulo escápulo-umeral bem próximo aos 90 graus. O conjunto assim formado, denominado ombro, deve apresentar-se consistente, bem colado ao corpo, musculoso e nunca solto ou entrante.
POSTERIORES: Deve também consistir numa série de ângulos retos, considerados os ossos em relação uns aos outros. O fêmur (osso da coxa) deve ser paralelo à omoplata e a tíbia (perna) ao úmero. O conjunto da coxa deve ser largo e bem musculoso, com o fêmur e a tíbia alongados e de igual comprimento, formando entre si um ângulo próximo também a 90º.
PERNAS: Os ossos das pernas, ante-braço, devem ser retos e ovalados; nunca redondos, chatas ou com esponjocidades. Como duas pilastras, perfeitamente verticais ao solo sob todos os ângulos, devem equilibrar com a massa do animal, e sem serem grosseiros, contribuírem para a impressão geral de substância. Ossos tortos, mal aprumados, de formação raquítica são decididamente indesejáveis.
METACORPOS: De comprimento médio, firmes e fortes; oferecendo bastante molejo. Devem formar com a linha de solo um ângulo próximo a 60º e, quando vistos de frente, situarem-se no mesmo eixo das pernas. Os eretos, cedentes e desviados são indesejáveis.
METATARSOS: Curtos, lisos, de seção bastante forte; salientando-se em ponta resistente e bem definida. Quando o animal em perfeito "Stay" e de perna avançada, forma um ângulo de 45º com a linha de solo e o recuado situa-se em perfeita vertical vistos por de trás perfeitamente paralelos e colocados no prumo de encaixe na bacia.
PÉS: Fortes, compactos, com dedos bem arqueados; providos de almofadas grossas, bem unida, duras e de bastante espessura; unhas curtas, fortes e escuras. Ergots encontram-se as vezes em determinadas linhagens, devendo ser cortados após o nascimento. Os chamados "pé de gato", assim como os finos, de dedos espalmados e os de "lebre" são indesejáveis.
MOVIMENTAÇÃO
É desembaraçada, harmônica, ampla e elástica: parecendo, sem esforço, macia e ritmica. Trotador por excelência, sua andadura se processa pela forma mais simples; em 2 tempo, isto é, em diagonal. Ao propulsionar com o traseiro esquerdo avança o dianteiro esquerdo, tudo numa sequência rápida, rente ao chão, sem qualquer deles se elevarem alto, quer no seu impulso traseiro, quer no alcance dianteiro.
Atingindo bem a frente na mediana do corpo próximo ao centro de gravidade, o forte propulsor agarra-se ao chão e então, metatarso, joelho e coxa, entrando em ação empuxo fortemente para trás, transmitindo através da garupa ao lombo, dorso e cernelha um vigoroso impulso aos anteriores ocasionando a abertura dos ombros em sua máxima amplitude o que vem permitir às pernas dianteiras alcançarem o mais possível a frente em perfeito equilíbrio com o avanço traseiro, sem perda em rendimento; movimento esse mantido graças às perfeitas correlações angulares e a completa coordenação muscular do conjunto.
As pernas do cão Pastor Alemão não se movimentam em linhas paralelas e separadas como em outras raças, mas seus pés aproximam-se sempre da linha mediana do corpo, para a manutenção do equilíbrio e maior rendimento durante o trote e é por essa razão que, quando visto pela frente ou por trás, seus pés parecem movimentar-se juntos; não devendo todavia, nessa sequência, cruzarem-se, oscilarem os jarretes ou forçarem os joelhos para fora, o que seria falta. Em todo esse movimento há sempre um ponto de apoio, todavia, nos melhores exemplares dotados de ideias angulações, posição de garupa e perfeita firmeza da linha superior, dando sequência rápida de passadas e ideal coordenação muscular, chega o momento em que o animal mantém-se completamente livre no ar sem nenhum apoio e a isso se denomina "Trote flutuante", condição somente alcançada em cães pertencentes a raça Pastor Alemão.
CARÁTER E TEMPERAMENTO:
Temperamento forte, caráter incorruptível, firmeza de nervos, atenção, fidelidade, coragem e alto espírito de luta são caracteristicas marcante da raça; todavia, embora não dado a amizade imediatas e indiscriminadas, quando em companhia de seu condutor deverá permitir a aproximação calma de estranhos, denotando confiança e perfeita controle nervoso mas, quando exigido, ardente e alerta, capaz e desejoso de servir com toda a força de seu caráter e temperamento
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
DIGA NÃO À VIOLÊNCIA E MAUS TRATOS AOS ANIMAIS
Realmente é muito triste saber que atrocidades com animais ocorrem a todo momento. É por isso que fique vigilante. todas as pessoas deve esta alerta para denunciar esse tipo de atitude. E a melhor forma para isso é divulgar a todos os seus contatos sobre a realidade. Quando as pessoas tomam conhecimento das crueldades a que são submetidos os animais, seja para a indústria de vestuário, seja na cosmética, no entretenimento ou para a alimentação do ser humano, acaba por tomar atitudes em prol dos animais, deixando antigos hábitos de lado. Conscientização é a chave de tudo! É a melhor maneira de combater os crimes contra animais.
Qualquer ato de maus-tratos envolvendo um animal deverá ser denunciado na Delegacia de Polícia. Aconselhamos que os casos de flagrante de maus-tratos e/ou que a vida de animais estejam em risco, acione a Polícia pelo 190 e aguarde no local até que a situação esteja regularizada. A Lei 9605/98 (Lei de Crimes Ambientais) prevê os maus-tratos como crime de comina as penas. O decreto 24645/34 (Decreto de Getúlio Vargas) determina quais atitudes podem ser consideradas como maus-tratos.
Sempre denuncie os maus tratos. Essa é a melhor maneira de combater os crimes contra animais. Quem presencia o ato é quem deve denunciar. Deve haver testemunha, fotos e tudo que puder comprovar o alegado. Não tenha medo. Denunciar é um ato de cidadania. Ameaça de envenenamentos, bem como envenenamentos de animais, também podem e devem ser denunciados.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Bullmastiff
O Bullmastiff é uma raça relativamente recente tendo sido criada a partir do cruzamento do Mastim Inglês com o Bulldog Inglês. Os britânicos tinham um sério problema de pesca ilegal no século XIX. Necessitam por isso do cão de guarda perfeito: com velocidade para perseguir os pescadores e com força para os derrubar e manter no chão até à chegada dos guardas. Entre as raças mais comuns na Inglaterra estava o Mastim Inglês, forte, mas lento, o Bulldog, rápido, mas pouco possante. Para auxiliar os guardas na tarefa de vigiar e guardar a noite, altura em que a pesca ilegal era praticada, foi criado o Bullmastiff. Esta raça foi criada, não para atacar mas para subjugar o pescador, e rezam os registos de que o Bullmastiff nunca perdeu.
Foi a sua eficácia que fez com que deixasse de ser necessário, pois a pesca ilegal tinha abrandado consideravelmente. O guarda de camuflagem afogueada, ideal de passar despercebido à noite, deu origem então ao animal de companhia e guarda de cor fulva.
Em vez de perpetuarem o cruzamento entre o Mastim Inglês e o Bulldog, os criadores apostaram na estabilização da raça. Ficou estabelecido que a combinação ideal seria 60% do Mastim Inglês e 40% do Bulldog.
A raça foi pela primeira vez levada a uma exposição canina em 1924, uma vez que era necessário três gerações de Bullmastiffs puros para que a raça pudesse ser aceite no Reino Unido.
Apesar de serem seleccionados para cães de guarda, o Bullmastiff teve outros papeis e chegou mesmo sido utilizados como auxiliares do exército e da polícia. Hoje em dia é um excelente cão de companhia, adaptando-se muito bem à vida em família, embora mantendo as suas características de defesa e guarda.
O Bullmastiff é um cão de personalidade forte, sendo bastante leal ao dono e possuidor de uma coragem invejável.
Com um instinto bastante protector é um bom cão de guarda pessoal e de território. Não aceita estranhos no seu território, a não ser que sejam apresentados pela família. O Bullmastiff protege o território, não atacando, mas deitando os intrusos por terra e mantendo-os seguros por baixo das suas patas. Apesar disso, o Bullmastiff é mais agressivo do que o Mastim Inglês.
Por esta razão deve ser socializado e treinado desde pequeno. Devido a estas exigências, o Bullmastiff não é um cão para donos inexperientes.
Com a família é dócil e afectuoso. Bonacheirão, é bastante calmo dentro de casa e adapta-se bem à vida em apartamentos. Para isso é necessário exercitá-lo durante mais de meia hora por dia. Um passeio é a actividade ideal para o Bullmastiff. Mas é necessário algum cuidado na rua, pois esta raça geralmente não se dá bem com outros cães. O Bullmastiff gosta também de fazer parte das actividades em família e brincar com as crianças. Mas devido ao tamanho possante do Bullmastiff é necessária vigilância constante quando cão e criança estão juntos.
O Bullmastiff é um cão de grande porte, de constituição forte e robusta. O crânio é grande e quadrado, com o nariz curto e enrugado. O focinho preto é imprescindível. Os olhos são castanhos e as orelhas em forma de V, dobradas para a frente. Os lábios são pendentes, sendo o inferior coberto pelo superior. O pescoço é largo e forte, continuando num peito igualmente largo e fundo. Os membros anteriores são musculosos e bem afastados, e os posteriores ligeiramente arqueados de coxas bem musculadas. Os pés são redondos com dedos arqueados. A cauda tem raiz alta e cai pendente até ao jarrete, afilando até à extremidade.
O pêlo é curto e duro e pode ser encontrado em todas as tonalidades de ruivo, fulvo e tigrado.
O Bullmastiff é propenso à displasia da anca. Por isso deve evitar exercitar demasiado os cachorros até atingirem os dois anos de idade. Tumores e problemas oculares são outras preocupações nesta raça.
O pêlo do Bullmastiff é fácil de manter. Escovagens semanais mantém a pelagem limpa e diminuem a necessidade de dar banho, que é prejudicial à camada oleosa que protege a pele.
É um cão que tem tendência para engordar, necessitando por isso de exercício regular e dieta controlada.
Origem Reino unido
Seculo : XIX
Origem de vida : 10 a 12 anos
Altura : 64 a 69cm
Pesso: 41 a 59KG
Foi a sua eficácia que fez com que deixasse de ser necessário, pois a pesca ilegal tinha abrandado consideravelmente. O guarda de camuflagem afogueada, ideal de passar despercebido à noite, deu origem então ao animal de companhia e guarda de cor fulva.
Em vez de perpetuarem o cruzamento entre o Mastim Inglês e o Bulldog, os criadores apostaram na estabilização da raça. Ficou estabelecido que a combinação ideal seria 60% do Mastim Inglês e 40% do Bulldog.
A raça foi pela primeira vez levada a uma exposição canina em 1924, uma vez que era necessário três gerações de Bullmastiffs puros para que a raça pudesse ser aceite no Reino Unido.
Apesar de serem seleccionados para cães de guarda, o Bullmastiff teve outros papeis e chegou mesmo sido utilizados como auxiliares do exército e da polícia. Hoje em dia é um excelente cão de companhia, adaptando-se muito bem à vida em família, embora mantendo as suas características de defesa e guarda.
O Bullmastiff é um cão de personalidade forte, sendo bastante leal ao dono e possuidor de uma coragem invejável.
Com um instinto bastante protector é um bom cão de guarda pessoal e de território. Não aceita estranhos no seu território, a não ser que sejam apresentados pela família. O Bullmastiff protege o território, não atacando, mas deitando os intrusos por terra e mantendo-os seguros por baixo das suas patas. Apesar disso, o Bullmastiff é mais agressivo do que o Mastim Inglês.
Por esta razão deve ser socializado e treinado desde pequeno. Devido a estas exigências, o Bullmastiff não é um cão para donos inexperientes.
Com a família é dócil e afectuoso. Bonacheirão, é bastante calmo dentro de casa e adapta-se bem à vida em apartamentos. Para isso é necessário exercitá-lo durante mais de meia hora por dia. Um passeio é a actividade ideal para o Bullmastiff. Mas é necessário algum cuidado na rua, pois esta raça geralmente não se dá bem com outros cães. O Bullmastiff gosta também de fazer parte das actividades em família e brincar com as crianças. Mas devido ao tamanho possante do Bullmastiff é necessária vigilância constante quando cão e criança estão juntos.
O Bullmastiff é um cão de grande porte, de constituição forte e robusta. O crânio é grande e quadrado, com o nariz curto e enrugado. O focinho preto é imprescindível. Os olhos são castanhos e as orelhas em forma de V, dobradas para a frente. Os lábios são pendentes, sendo o inferior coberto pelo superior. O pescoço é largo e forte, continuando num peito igualmente largo e fundo. Os membros anteriores são musculosos e bem afastados, e os posteriores ligeiramente arqueados de coxas bem musculadas. Os pés são redondos com dedos arqueados. A cauda tem raiz alta e cai pendente até ao jarrete, afilando até à extremidade.
O pêlo é curto e duro e pode ser encontrado em todas as tonalidades de ruivo, fulvo e tigrado.
O Bullmastiff é propenso à displasia da anca. Por isso deve evitar exercitar demasiado os cachorros até atingirem os dois anos de idade. Tumores e problemas oculares são outras preocupações nesta raça.
O pêlo do Bullmastiff é fácil de manter. Escovagens semanais mantém a pelagem limpa e diminuem a necessidade de dar banho, que é prejudicial à camada oleosa que protege a pele.
É um cão que tem tendência para engordar, necessitando por isso de exercício regular e dieta controlada.
Origem Reino unido
Seculo : XIX
Origem de vida : 10 a 12 anos
Altura : 64 a 69cm
Pesso: 41 a 59KG
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Tudo sobre o Spitz Alemão, esse maravilhoso companheirinho!
Mais parecido com um bichinho de pelúcia, esse pequeno e peludo cãozinho é descendente de cães puxadores de trenó originários da Islândia e Lapônia. O nome Pomerânia é uma referência ao local onde atingiram o tamanho atual. Conhecido também como: Lulú da Pomerânia, Toz Spitz e Zwergspitz convive facilmente com outros cães.
Os exemplares primitivos possuíam ossatura mais pesada e orelhas maiores. Apesar de típicos e com boa textura de pelagem, não possuíam aquela profusão de pêlos que caracteriza a raça hoje em dia. Contudo, graças aos pacientes esforços dos criadores chegamos finalmente aos exemplares mais próximos do padrão.
É muito popular nos Estados Unidos (mais de 23 mil filhotes por ano) e Japão (mais de 15 mil).
São parentes afastados dos tradicionais cães puxadores de trenó. Os pomeranos originais eram muito maiores do que a raça atual. A medida que a estatura foi diminuindo, o interesse pela raça foi aumentando. São muito leais e devotados ao dono, desconfiados com relação à estranhos são por isso muito utilizados como cães de alarme, mas em geral são bem comportados e não necessitam de muito espaço.
COMPORTAMENTO E TEMPERAMENTO:
o Spitz Alemão está sempre atento, esperto e é excepcionalmente devotado ao seu dono. É muito dócil e fácil de ser treinado. Sua desconfiança com estranhos e sua ausência de instinto de caça fazem dele um cão de guarda ideal para casas e fazendas. Indiferente às intempéries, robustez e longevidade são seus atributos mais importantes.
PADRÃO OFICIAL DA RAÇA (PADRÃO FCI)
CABEÇA E CRÂNIO: cabeça de tamanho médio; vista de cima parece mais larga em sua parte posterior e diminui, em forma de cunha, até a ponta do nariz.
- Stop: moderado a marcado, nunca abrupto.
REGIÃO FACIAL:
- Trufa: redonda, pequena e de cor preto puro; marrom escuro em Spitz marrons.
- Focinho: não muito longo e harmoniosamente proporcionado ao crânio. (No Wolfspitz/Keeshond, nos Spitz gigante e médios, a relação entre o comprimento do focinho para o do crânio é de aproximadamente 2:3; no Spitz miniatura e no Spitz anão é de aproximadamente 2:4).
- Lábios: não são exagerados, bem aderentes ao maxilar e não formam nenhuma ruga nas comissuras labiais. São inteiramente pretos nos Spitz de todas as cores; marrons nos Spitz marrons.
- Maxilares / Dentes: os maxilares são normalmente desenvolvidos e mostram uma completa mordedura em tesoura, com 42 dentes correspondendo à fórmula dentária. Nos Spitz miniatura e anão (Pomerânia) a falta de alguns pré-molares é tolerada. Mordedura em torquês é permitida em todas as variedades de Spitz.
- Bochechas: são delicadamente arredondadas, sem serem protuberantes.
- Olhos: de tamanho médio, de forma alongada e ligeiramente oblíquos e escuros. As pálpebras são pretas em todas as tonalidades de cores; menos nos Spitz marrons onde elas são de cor marrom.
- Orelhas: pequenas, inseridas altas e relativamente próximas uma da outra, triangulares e pontudas. Elas são sempre portadas eretas, rígidas na ponta.
PESCOÇO: de comprimento médio, é largo na inserção entre os ombros; ligeiramente arqueado, sem barbelas e coberto por uma pelagem espessa e profusa que forma uma grande juba.
TRONCO
- Linha superior: começa na ponta das orelhas portadas eretas e prolonga-se numa suave curva com o dorso curto e reto. A cauda espessa, vasta, que parcialmente cobre o dorso, arredonda a silhueta.
- Cernelha / Dorso: a cernelha alta desce imperceptivelmente dentro do dorso o mais curto possível, reto e firme.
- Lombo: curto, largo e forte.
- Garupa: larga e curta, sem ser caída.
- Peito: profundo e bem arqueado; o antepeito bem desenvolvido.
- Linha inferior: a caixa torácica alcança o mais profundo possível; o ventre tem somente um ligeiro esgalgamento.
CAUDA: inserida alta e de tamanho médio. Projeta-se para cima e enrola sobre o dorso, reta desde a raiz.
Deita-se firmemente sobre o dorso e é coberto por uma pelagem bem emplumada. Uma curva dupla na ponta da cauda é permitida.
MEMBROS ANTERIORES:
- Geral: retos, com a frente mais larga.
- Ombros: a escápula é longa e bem colocada para trás. O braço, que é aproximadamente do mesmo comprimento,
forma um ângulo de 90° com a escápula. Bem musculosos e firmemente conectados ao tórax.
- Cotovelos: articulação forte, próximos ao tórax e não virando nem para dentro nem para fora.
- Antebraços: de comprimento médio em relação ao corpo; fortes e completamente retos.
A parte de trás do antebraço é bem franjada.
- Metacarpos: fortes, de comprimento médio e forma com o antebraço um ângulo de 20° com a vertical.
- Patas anteriores: tão pequenas quanto possível, redondas e fechadas, chamadas "pés de gato" com dedos bem arqueados. Unhas e almofadas são pretas em todas as variedades de cores, contudo são de cor marrom escuro nos cães marrons.
MEMBROS POSTERIORE:
- Gerais: os posteriores são muito musculosos e abundantemente franjados até os jarretes.
As pernas posteriores são retas e paralelas.
- Coxas e Pernas: são aproximadamente do mesmo tamanho.
- Joelhos: de articulação forte, com uma angulação somente moderada; em movimento, não viram nem para dentro
nem para fora.
- Metatarsos (Jarretes): de comprimento médio, muito fortes e verticais ao solo.
- Patas posteriores: tão pequenas quanto possíveis, bem fechadas com dedos bem arqueados, chamadas "pés de gato".
As almofadas são resistentes. A cor das unhas e das almofadas são tão escuras quanto possível.
MOVIMENTAÇÃO: move-se reto, para a frente com boa propulsão, fluente e elástica.
PELE: a pele cobre o corpo firmemente sem nenhuma ruga.
PELAGEM: o Spitz Alemão tem uma pelagem dupla: o pêlo externo é longo, reto e separado; o subpêlo é curto, grosso e lanoso. Cabeça, orelhas, parte da frente dos membros anteriores e posteriores e as patas são cobertos por pêlos curtos e espessos ( aveludados ). O resto do corpo tem uma pelagem rica e longa. Não ondulada, crespa ou encordoada e nem repartida no dorso. Pescoço e ombros são cobertos por uma abundante juba. A parte posterior dos membros anteriores é bem franjada, as pernas posteriores têm franjas abundantes da garupa até o jarrete. A cauda é espessa
domingo, 5 de fevereiro de 2012
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
Você conhece a raça STAFFORDSHIRE BULL TERRIER?
Não?
Então não perca essa oportunidade.
Se você mora em apartamento, saiba que o STAFFBULL é apropriado.
Caso tenha crianças a sua volta, saiba que entre várias raças de cães, existem duas que são indicadas para crianças, isso escrito no padrão da raça, mas somente o STAFFBULL é totalmente confiável.
Padrão da raça são características físicas e comportamentais que toda raça deve ter.
No caso do STAFFBULL eles são inteligentes, obedientes, educados, ágeis, ativos, fortes, musculosos, controlados, confiáveis e afetuosos, especialmente com crianças.
Na Inglaterra, seu país de origem, ele possui o apelido de Nanny Dog, que significa babás de crianças, eles participam de terapias com deficientes físicos, mentais e emocionais.
Visitam hospitais, asilos, creches, escolas e são sempre aguardados com muita ansiedade, pois levam muita alegria por onde passam.
A raça é muito conhecida em todo o mundo e está conquistando o Brasil, devido a todas as suas características que são ótimas qualidades para qualquer cão.
São médios, da altura da raça Cocker, seu pêlo é curto, não necessitando de cuidados especiais como tosa ou escovações para o pêlo não embolar e não possuem mal cheiro como acontece com algumas raçasUma das principais vantagens para quem mora em apartamentos é que a raça quase não late, além de serem educados, obedientes, controlados, fáceis de serem adestrados e de possuírem pêlo curto, aprendem a fazer as suas necessidades no local certo ou se adaptam a horários estabelecidos para darem uma voltinha no quarteirão.
Quanto à saúde são resistentes e por isso dificilmente adoecem. As visitas ao veterinário normalmente são anuais, só para vacinar.
Se a sua preocupação é com o lado financeiro, saiba que consomem pouca ração e não dão despesas com tosa, veterinário, etc.
No mundo são campeões de Agility, Hellwork to Music, Working trials, Flyball, Show Dog, Provas de Conformação e Obediência.
São atletas natos, adoram uma brincadeira e estão sempre de bom humor.
É uma raça de extremos, vivem no verão carioca ou no inverno Europeu.
É comum vermos várias fotos pela internet de cães brincando na neve ou nas areias das praias. Adaptam-se a apartamentos, casas, sítios e até em fazendas.
São ágeis e ativos mas, ficam quietos e tranqüilos. A raça é oriunda dos cães de combate mas, essa agressividade contra animais foi sendo retirada pelos criadores para que pudessem participar de competições com outros animais.
Provas como Fly Ball, agility, obediência e exposições possuem um grande número de animais e com exceção das exposições, os cães ficam soltos, convivem perfeitamente com gatos, pássaros, cavalos, gado, cães de outras raças, entre outros bichosRecomendamos sempre como em qualquer outra raça, sociabilizar o cãozinho desde filhote com animais, seres humanos e barulhos do dia-a-dia, para que o cão sempre se sinta seguro.
Um dos motivos que fazem os STAFFBULLS serem indicados para terapias é a segurança que a raça possui.
Vivem em média até os 15 anos mas na Inglaterra já houve uma fêmea que morreu com 23 anos, além disso são indicados principalmente para pessoas que gostam de cães, por que são carinhosos, gostam de estar na presença de humanos e são sempre muito simpáticos.
Fique por dentro: são a sétima raça mais popular do Reino Unido, a oitava raça mais registrada na Inglaterra e o terceiro entre os Terries. A raça foi oficialmente reconhecida em 1935, em 1938 ocorreu a primeira exposição especializada da raça e seu padrão estabelecido em 1939.
No passado após a proibição do combate de cães contra touros e ursos, surgiu o combate entre cães. Esse cão era o antigo Bulldog, só que eles eram muito bons no corpo a corpo contra os touros e ursos mas eram pouco ágeis e cansavam rápido, foi aí que surgiu o BULL AND TERRIER, um cão completo, vindo do cruzamento do antigo Bulldog com alguns Terriers Ingleses.
Mas com o crescimento da cinofilia um grupo de ingleses de uma cidade chamada STAFFORDSHIRE, daí a origem do nome, resolveu selecioná-los para participarem de exposições de beleza.
ENTREVIST =GREEPET
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Carnaval Animal, hoje no Parque de Exposições, incentiva adoção de cães e gatos
Black tem apenas três meses e adora um chamego. Basta estender a mão que ele já vira a cabecinha pedindo carinho e logo se torna seu mais novo melhor amigo. Black foi encontrado em uma esquina da comunidade Beira-Rio, em Boa Viagem, em novembro. Hoje, ele e outros cães e gatos participarão do Carnaval Animal, mais uma campanha de adoção do Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA) com o Movimento de Defesa dos Animais de Pernambuco e o projeto Adote Um Vira-Lata, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O evento será no Parque de Exposições do Cordeiro, na Avenida Caxangá, a partir das 9h. A campanha, que terá ritmo de frevo, também incluirá arrecadação de medicamentos e ração.
Black estava abandonado, com fome e frio há dias. Um papelão e a alça de um sutiã velho imobilizavam sua patinha traseira. Maltratado e com menos de um mês de vida, viu seu destino se transformar ao cair nas graças da protetora de animais Goretti Queiroz. Na casa dela, encontrou alimentos e cuidados veterinários.
O labrador tem uma doença degenerativa congênita, uma espécie de afastamento entre o fêmur e o joelho, passível de cirurgia para colocação de prótese, mas somente após o sexto mês, quando sua estrutura corpórea estiver definida.
Confira o hotsite: http://www.pernambuco.com/diversao/eventos/carnaval/2012/
“É importante que as pessoas tenham consciência de que podem mudar o destino desses animais. Eles não precisam estar no CVA. Precisam de amor e carinho. Estão em condições de adoção. Nós e os protetores fazemos nossa parte, mas essa mentalidade de cuidado com os bichos tem que ser difundida para todos”, ressaltou o gerente do CVA Recife, o cirurgião veterinário Amaro Fábio de Souza. Para adotar, basta ser maior de idade e apresentar RG, CPF e comprovante de residência. “Vale lembrar que o centro está de portas abertas para os visitantes. Temos muitos outros esperando por novos amigos”, complementou o gestor.
Bloco
No próximo dia 16, às 14h, o bloco Adote o Meu Bichinho vai às ruas. A concentração é na sede do CVA, em Peixinhos, Olinda. “Teremos orquestras e carro de som. Queremos atrair a população”, conclui Amaro Fábio. (Adaíra Sene)
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Carnaval animal disponibiliza cães e gatos para adoção. Imagem: Laís Telles/Esp. DP/D.A Press
Carnaval Animal, hoje no Parque de Exposições, incentiva adoção de cães e gatos . Imagem: Lais Telles/Esp DP/D.A Press
Black foi encontrado em uma esquina da comunidade Beira-Rio, em Boa Viagem, em novembro. Hoje, ele e outros cães e gatos participarão do Carnaval Animal, mais uma campanha de adoção do Centro de Vigilância Ambiental do Recife (CVA). Imagem: Lais Telles/Esp DP/D.A Press
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2/2/2012 | 19h16 - Carnaval animal disponibiliza cães e gatos para adoção
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
O cão é capaz de entender o que um humano diz ?
Um cão capacitado e treinado pode reconhecer cerca de 50 palavras. É sensível à entonação, por tanto, uma palavra pronunciada em tom enérgico será interpretada como uma reprima, mesmo que esteja associada a uma recompensa. Mas ele não distingue com facilidade fonemas parecidos, é preciso variar o vocabulário para que ele não confunda “ali” com “aqui”, “ao lado” com “sentado”, etc.
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