domingo, 28 de outubro de 2012
Cão com um olho de cada cor?
Quando os cães apresentam um olho de cada cor, e até mesmo duas cores no mesmo olho, estamos diante de uma alteração congênita (de nascença) chamada de heterocromia de íris.
A heterocromia de íris pode ser total (um olho de cada cor), radial (uma cor contorna a borda externa da íris e outra contorna a pupila), e fragmentada (manchas mais escuras se espalhando pela íris de um ou ambos os olhos). Essas alterações podem ocorrer com mais frequência em cães de pelagem branca ou com albinismo parcial ou ainda com a pelagem Merle (cão da foto).
A pelagem Merle ocorre devido a presença do gene Merle, que dilui a coloração da pelagem preta em tons de cinza e também pode produzir olhos azuis. Este gene é mais encontrado em raças como: Pastor Australiano, Collie, Dogue Alemão, Bulldog Inglês, Dachshund de pêlo longo, Dálmata, Malamute, Husky Siberiano, Old English Sheepdog, Boxer e Weimaraner.
Em geral a heterocromia de íris não está relacionada com cegueira, a não ser em raros casos onde ocorre a Síndrome do Gene Merle, que ocasiona malformações oftálmicas e também alterações nos ouvidos levando à surdez. Esta síndrome já foi relatada em cães da raça Dálmata.
Postagem retirada de: http://www.oftalmologianimal.com.br/2010/12/cao-com-um-olho-de-cada-cor.html
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Homeopatia animal: uma alternativa para a saúde?
Atualmente a homeopatia está associada ao tratamento de seres humanos, porém o emprego de medicamentos homeopáticos na prática veterinária pôde comprovar a utilidade deste sistema terapêutico no tratamento de animais.
A homeopatia representa uma alternativa de tratamento para um grande número de problemas que atingem os animais. Seu tratamento baseia-se na utilização de medicamentos homeopáticos que serão indicados com a finalidade de tratar o organismo como um todo, e não apenas sintomas isolados. O tratamento não é direcionado apenas a um órgão doente, mas essencialmente ao equilíbrio do organismo como um todo.
A médica-veterinária Dra. Luciana Rodrigues de Almeida explica melhor esse procedimento, que ganha cada vez mais adeptos no mundo todo.
Como a homeopatia pode ser aplicada no tratamento de doenças em cães e gatos?
A ideia central da homeopatia está baseada no Princípio da Similitude: os efeitos de substâncias ultradiluídas são estudados em indivíduos sadios e descritos nas Matérias Médicas Homeopáticas. Quando um paciente enfermo apresenta sintomas semelhantes aos produzidos pela substância no indivíduo sadio, essa substância (medicamento homeopático) é empregada em busca da cura. Tal fenômeno constitui o princípio fundamental da homeopatia: “Cura pelo Semelhante”. Para a homeopatia, doença é a manifestação de sintomas resultante da tentativa do organismo em restabelecer seu equilíbrio interno, o qual foi “perturbado” por estímulos indesejáveis, como, por exemplo, fatores estressantes presentes nos sistemas de produção animal (alta taxa de lotação, confinamento, impossibilidade de expressar os padrões normais de comportamento da espécie, entre outros).
A prescrição homeopática baseia-se na origem da enfermidade (dependendo da origem da enfermidade, em alguns casos, pode ser empregado o mesmo medicamento para um grupo de animais acometidos pela mesma doença), no comportamento do animal enfermo (se este quando enfermo se apresenta mais agressivo; tendência a se isolar; se deseja ser tocado ou não, etc.) e em características biotipológicas, as quais possibilitam conhecer as predisposições mórbidas das raças e dos animais individualmente, ou seja, a quais doenças um animal de determinado biótipo é predisposto, o que possibilita a adoção de medidas preventivas e orienta o tratamento.
Quais os benefícios no uso da homeopatia em cães e gatos?
A homeopatia possibilita que cães e gatos sejam tratados como “únicos”, ou seja, conforme descrito acima, a prescrição homeopática baseia-se não apenas na doença diagnosticada, mas nas características apresentadas por “aquele” animal, incluindo possíveis alterações psíquicas que podem ocorrer durante a doença. Entre os benefícios, podemos destacar que a homeopatia fornece possibilidades de cura infinitamente superiores, quando comparada à alopatia, a qual atua, principalmente, através da supressão de sintomas. Além disso, conforme relatado acima, a homeopatia pode ser empregada de forma preventiva, com base na predisposição a determinado tipo de doença apresentada por cada animal. Cabe ressaltar também que o custo do medicamento homeopático é baixo, sendo esta terapêutica acessível a todos.
Quais os casos recomendados para o uso de medicamentos homeopáticos em cães e gatos?
Atualmente, observa-se que a terapêutica homeopática tem sido empregada, principalmente, nas patologias da pele, alergias, alterações comportamentais, patologias do trato genital, como piometra e cistos ovarianos, além da pseudociese (gravidez psicológica). Podem ser empregados medicamentos homeopáticos em qualquer alteração do estado de saúde dos animais, ou seja, em quadros agudos e crônicos, incluindo doenças infecciosas e câncer. Entretanto, em quadros agudos, devemos considerar que em alguns casos o emprego criterioso de antibióticos, corticosteroides, entre outros, pode ser indispensável para manter a vida do animal. Nós homeopatas reconhecemos que os antibióticos e os corticosteroides constituem uma “ferramenta” imprescindível em determinados momentos. Para nós trata-se de uma alternativa a ser considerada, mesmo em associação com a homeopatia. Entretanto, o uso deve ser criterioso, diferentemente do que vem ocorrendo atualmente, quando se observa que rotineiramente as prescrições veterinárias alopáticas contêm antibióticos e corticosteroides.
Portanto, é sempre imprescindível que se determine a causa / origem da doença e que esta seja removida, independentemente da terapêutica a ser empregada. Atualmente, observa-se que inúmeras patologias apresentadas por cães e gatos devem-se a problemas no “manejo” do animal, como o excesso de banhos e, consequentemente, excesso de produtos aplicados sobre a pele, o que pode estar associado ao elevado número de quadros de dermatose observados, incluindo as alergias cutâneas. Outro fator de grande impacto sobre a saúde do animal é o sedentarismo e a impossibilidade de manifestar o comportamento normal da espécie, visto que muitos animais vivem em espaços extremamente limitados, realizando muito pouca atividade física, o que certamente os deixa estressados e leva ao acúmulo de toxinas no organismo, podendo se manifestar sob a forma de dermatoses. Assim, deve ser considerado que não apenas o tratamento é necessário, mas a identificação e a eliminação de fatores que comprometem a saúde e o bem-estar dos animais domésticos.
Existe alguma contraindicação?
Não existe contraindicação para o tratamento homeopático, entretanto, contrariamente ao que se pensa, existem, sim, “efeitos colaterais” em relação ao uso de determinados medicamentos homeopáticos, podendo ocorrer agravação severa do quadro quando não se emprega o medicamento adequado para determinado “momento clínico”. Assim, a consulta homeopática deve contar com uma avaliação minuciosa do animal. Além do diagnóstico da doença em questão (queixa principal), deve-se considerar sua história familiar (informações sobre doenças diagnosticadas na família do animal), história reprodutiva (se já cruzou, se já teve crias, frequência de cios, comportamento sexual), história fisiológica, biótipo, entre outros.
materia da med pet
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Donos de cães agredidos se revoltam em pet shop denunciado no Rio
Materia retirada de: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/donos-de-caes-agredidos-se-revoltam-em-pet-shop-denunciado-no-rio.html
sábado, 13 de outubro de 2012
Geriatria: o cão idoso
Prepare-se para enfrentar a velhice do seu amigão. Os anos passam muito mais rápido para os cães. Levando-se em conta que a vida média desses animais é 12 a 15 anos, podemos dizer que aos 7 ou 8 anos, eles começam a envelhecer. Existem animais que podem viver muito mais do que a média. Alguns cães chegam aos 18 ou 20 anos. Nesses casos, existem dois fatores envolvidos que justificam essa longevidade: predisposição do organismo e os cuidados que ele receberá quando começar a envelhecer. O dono deve ficar atento e conhecer as doenças que podem acometer seu animal a partir de 7 ou 8 anos de idade. Com isso, ele poderá preveni-las ou diagnosticá-las a tempo do animal receber o tratamento adequado. Isso certamente prolongará a vida de muitos cães. Calcificações nas vértebras da coluna ("bico de papagaio"), hérnia de disco e artrose É muito comum em cães idosos e obesos. O animal pode começar a mancar e ter dificuldade de pular ou subir em locais mais altos, como um sofá. Quando palpado na região da coluna, ele sente dor. O quadro pode progredir e o animal passa a ter incoordenação nos membros (cruza as pernas traseiras ao andar), não consegue mais se levantar, urina e defeca em qualquer lugar (incontinência). O desgaste das articulações (artrose) também é comum nessa idade. O cão sente dores ao executar movimentos simples. O diagnóstico dessas patologias é feito através do raio-X simples, tomografia e/ou mielografia (radiografia da coluna vertebral usando contraste). Como tratar: pode estar ocorrendo compressão dos nervos e inflamação na região da coluna afetada por uma hérnia ou calcificação. O cão deve repousar e ser medicado pelo veterinário com antiinflamatórios e analgésicos. O cão que apresentar sinais graves, como paralisia, deve ser submetido a exames como raio-X, tomografia e mielografia para avaliar o grau da lesão. O animal não deve tomar banho ou ser submetido a temperaturas frias durante o tratamento ou quando tiver crises de dor. Em alguns casos, o tratamento é cirúrgico. No caso de artrose, o tratamento consiste na administração de analgésicos, antiinflamatórios e medicamentos que estimulem a formação de cartilagem. Em todos os casos é possível associar-se terapias alternativas ao tratamento, como a fisioterapia e acupuntura. Doenças do coração Uma grande porcentagem dos cães idosos tem alguma alteração cardíaca, principalmente nas válvulas do coração. Muitos animais compensam essas disfunções e vivem bem, sem sinais clínicos. Outros apresentam sinais claros de cardiopatia, mas o dono não sabe reconhecer. Cansaço além do normal durante os passeios, tosse que pode ser confundida com um engasgo após exercícios, ofegação e língua arroxeada após uma situação de excitação, são sinais de um cão cardiopata. O animal deve ser examinado pelo veterinário, que indicará um eletrocardiograma e/ou um ecocardiograma para avaliá-lo. Como tratar: é importante que o proprietário esteja atento, para que o animal seja medicado no início da doença. Mesmo não apresentando sinais clínicos, o animal idoso deve ser examinado pelo veterinário anualmente. Constatada a cardiopatia, o cachorro será medicado e os sinais deverão desaparecer. Isso prolongará em muito a vida do cão. Cães cardiopatas não devem ter peso acima do normal (obesidade) ou ser submetidos a longas caminhadas forçadamente. Catarata A catarata é uma condição em que o animal vai perdendo a visão gradativamente, uma vez que o cristalino (estrutura interna do olho) vai tornando-se opaco. Quando observado à luz, o olho do animal tem manchas brancas. Com o passar do tempo, a catarata evolui e o animal passa a não enxergar, já que o cristalino está totalmente opaco e o animal tem os olhos bastante esbranquiçados. Como tratar: diagnosticada precocemente, a catarata pode ser tratada para que sua evolução seja mais lenta. Nem todos os casos respondem bem ao tratamento. No caso de cegueira, existe cirurgia para catarata em animais. Algumas raças apresentam predisposição à catarata e ela pode aparecer precocemente, em animais novos. Insuficiência renal crônica Quando o rim perde a sua capacidade de selecionar o que é bom ou mau para o organismo e não consegue mais reter a água, temos um quadro de insuficiência renal crônica. Os sinais são emagrecimento, ingestão exagerada de água, urina em grandes quantidades, perda de apetite, vômitos e anemia. Como tratar: a insuficiência renal crônica é um quadro que leva o animal à morte, pois o rim, que é o filtro do organismo, não funciona mais. Ele deixa passar substâncias importantes como vitaminas, e retém toxinas que deveria eliminar. Porém, diagnosticado a tempo, o animal pode ter uma sobrevida com uma mudança alimentar e complementos vitamínicos. A hemodiálise pode ser realizada. O transplante renal também pode ser realizado em animais. Piometra Cadelas idosas que apresentem sinais de perda de apetite, vômitos, aumento súbito do volume do abdômen, corrimento vaginal intenso e apatia, devem ser encaminhadas ao veterinário imediatamente. A piometra é uma infecção uterina que acomete cadelas idosas. O útero se enche de secreção purulenta e o animal se intoxica pela absorção desse pus pelo organismo. Como tratar: O tratamento eficaz na maioria dos casos é a cirurgia com retirada do útero e ovários e antibioticoterapia. Em alguns casos (doença detectada precocemente e cadelas reprodutoras) pode ser tentado tratamento para preservar o útero, mas nem sempre se consegue resultados. Preconiza-se a castração de cadelas jovens como prevenção da piometra na fase adulta. piometra Tumores Nem todo tumor é um câncer. Nas cadelas, o tumor mais comum ocorre nas mamas. Tumores de mamas são freqüentes e podem ser percebidos facilmente pelos proprietários como um ou vários nódulos nas glândulas mamárias das cadelas. A maioria dos tumores de mama é benigna, mas o veterinário deve acompanhar a evolução e indicar a remoção, caso ache necessário. A biópsia é sempre indicada após a retirada de qualquer tumor. Todo nódulo que aparece em um cão, idoso ou não, deve ser avaliado pelo veterinário. O diagnóstico precoce pode salvar ou prolongar a vida de um animal com câncer. Como tratar: pode-se recorrer à remoção cirúrgica e/ou quimioterapia. A radioterapia em cães é realizada em alguns países. Diabetes Ela pode aparecer em qualquer cão. Cães idosos e/ou obesos podem se tornar diabéticos. O cão diabético apresenta magreza, embora coma muito. Bebe água exageradamente e urina demais. Pode apresentar catarata associada ao quadro. Como tratar: A administração de insulina é feita em cães para o controle da doença na maioria dos casos Perda dos dentes É algo que o dono pode e deve prevenir. O cão perde os dentes pelo acúmulo de tártaro. Os animais devem ser avaliados anualmente desde jovens, e a prevenção e/ou remoção do tártaro (quando necessário) devem ser feitos. Quando o dono percebe que a boca do seu cão cheira mal, é hora de visitar o veterinário. O ideal é fazer a prevenção. Quando é feita a limpeza de tártaro tardiamente, muitos dentes já estão perdidos. Alimentar o animal com ração seca pode ajudar a prevenir o tártaro, além de outras medidas.
Web animal
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Como cuidar de um filhote animal recém-nascido orfão ou rejeitado
Algumas vezes acontece de termos nas mãos um ou vários filhotes recém-nascidos. Ou porque alguém cruelmente abandonou, ou porque a mãe faleceu durante o parto.
Este método foi criado por um dos veterinários da Arca de Janaúba (Associação de Resgate e Cuidados Animais, de Janaúba, MG). Vale a pena tentar!
Para quem está precisando alimentar filhotes recém-nascidos de cão ou gato, aí vai uma receita para o leite:
A morte da mãe logo após o nascimento dos filhotes, fêmeas doentes, fêmeas que abandonam a cria após cesariana, com instintos maternos pouco desenvolvidos e filhotes muito grandes, são causas freqüentes de filhotes órfãos. Este fato, 9 considerado sempre como uma catástrofe, poderá, entretanto, ser superado com sucesso se todas as necessidades de cada filhote forem supridas por outros meios.
A tarefa é bastante exigente, sendo necessário grande aplicação e dedicação para se atingir um resultado satisfatório.
Algumas medidas podem diminuir a mortalidade dos recémnascidos órfãos, sendo que a alternativa mais óbvia é a substituição da mãe ausente por outra em estágio de lactação apropriado. Trata-se de uma medida que nem sempre é possível, pois requer uma grande coincidência para a substituição e um grande intercâmbio entre criadores; além disso, as fêmeas podem rejeitar os filhotes por não os reconhecer como seus.
Este problema pode ser amenizado, esfregando-se os recémnascidos com um pano com o cheiro da mãe adotiva e da secreção de seus filhotes. Caso a adoção seja eficiente e em período de lactação adequado, tornam-se dispensáveis quaisquer outros cuidados, uma vez que a mãe adotiva os fará.
Nos casos onde a fêmea não foi eficiente, o proprietário deverá substituir as funções da mãe. Estas funções abrangem a nutrição dos filhotes, manutenção da temperatura corpórea e estímulos que garantam a realização das funções vitais dos recém-nascidos.
Em casos de abandono ou morte da mãe, o proprietário deve realizar, imediatamente após o nascimento, o estímulo da respiração. Para isto deve-se fazer a limpeza do focinho do filhote recém-nascido e massagear-lhe de forma circular e cuidadosa o tórax. Após o estabelecimento dos movimentos respiratórios, os quais são facilmente observados pelo criador por meio do choro ou gritos e aumento e diminuição do volume do tórax, deve ser feito o estímulo da circulação periférica do animal.
Esta é realizada de modo a substituir o estímulo de lambedura da cadela em todo o corpo do filhote, podendo ser realizada com massagem delicada, utilizando-se um pano limpo e seco.
Como já foi visto, cuidados com a temperatura corporal dos filhotes devem ser rapidamente tomados. Para isto, utilizam-se lâmpadas incandescentes, de modo a manter os filhotes aquecidos à temperatura de 30 a 32°C durante os primeiros cinco dias de vida, sendo gradualmente diminuída até 24°C nas próximas quatro semanas. O proprietário deve ter o cuidado, durante o aquecimento dos filhotes, para que não ocorra superaquecimento ou mesmo queimaduras por contato direto deles com a lâmpada. Para melhor controle da temperatura, pode-se utilizar um termômetro simples.
Os filhotes não devem permanecer em contato direto com superfícies frias ou que possibilitem a perda de temperatura corporal; para isto, devem-se utilizar panos e jornais velhos, trocados periodicamente de modo a garantir uma eficiente higienização.
Os recém-nascidos sofrem também graves processos de desidratação, o que pode ser evitado esfregando-se, na região ventral de cada filhote (na barriga e no peito), um pouco de óleo de bebê, a cada dois ou três dias.
A ingestão
inicial de colostro é de fundamental importância para a manutenção da imunidade do filhote contra diversas doenças. Nos casos em que não tenham mamado o colostro, devem ser levados a um médico veterinário para que este, por meio de bancos de colostro ou outras medidas, realize a imunização dos filhotes. A alimentação dos recém-nascidos pode ser realizada pelos proprietários de forma artificial, mediante o fornecimento de leite com formulação preestabelecida e citada a seguir. Deve-se ter em mente que os filhotes alimentam-se, com a cadela, em pequenas quantidades, uma vez que seu estômago não comporta grandes quantidades porções alimento. Desta forma, devem ser alimentados várias vezes ao dia, o que requer bastante dedicação e paciência Receita do leite artificial (para um litro) : · 800ml de leite integral · 200ml de creme de leite · 4 colheres de sopa de Calcigenol. · 1 colher de sopa de Vitaminer líquido ·Até os 15 dias de idade, adicionar também uma colher de sopa de óleo de fígado de bacalhau; suspendendo-o após este período. Da terceira até a quarta semanas de vida, engrossar o leite, utilizando três colheres de sopa de leite em pó para um copo de leite de vaca. Idade do cão Freqüência de mamadas Dose diária/100g de filhote papinha ração 1a semana Cada 2 horas 13 ml 2a semana Cada 3 horas 17 ml 3a semana Cada 3 horas 20 ml 4a semana Cada 4 horas 22 ml Introdução gradativa 5a semana 2 a 3 vezes ao dia 2 a 4 vezes ao dia O leite da cadela é mais “forte” que o leite de vaca, pois os cães mamam por um período máximo de um mês e precisam ganhar peso e condições para manutenção sem cuidados maternos. O leite artificial pode ser armazenado em geladeira (não em congelador) durante uma semana, devendo ser retiradas pequenas quantidades que devem ser aquecidas a 40°C antes de utilizadas. Estimuladas as funções vitais do filhote (temperatura e alimentação), a tratador deve também estimular os reflexos de urina e de defecação. Para tanto, utiliza-se algodão embebido em água morna ou óleo de bebê para massagear delicadamente o ânus e genitais dos filhotes várias vezes ao dia, após a alimentação, como a cadela faz. O médico veterinário deve ser sempre consultado ao longo de todo o processo de cuidados com filhotes órfãos, principalmente em situações em que onde o tratador observe qualquer alteração na saúde de seus filhotes.
tudo sobre cachorro
inicial de colostro é de fundamental importância para a manutenção da imunidade do filhote contra diversas doenças. Nos casos em que não tenham mamado o colostro, devem ser levados a um médico veterinário para que este, por meio de bancos de colostro ou outras medidas, realize a imunização dos filhotes. A alimentação dos recém-nascidos pode ser realizada pelos proprietários de forma artificial, mediante o fornecimento de leite com formulação preestabelecida e citada a seguir. Deve-se ter em mente que os filhotes alimentam-se, com a cadela, em pequenas quantidades, uma vez que seu estômago não comporta grandes quantidades porções alimento. Desta forma, devem ser alimentados várias vezes ao dia, o que requer bastante dedicação e paciência Receita do leite artificial (para um litro) : · 800ml de leite integral · 200ml de creme de leite · 4 colheres de sopa de Calcigenol. · 1 colher de sopa de Vitaminer líquido ·Até os 15 dias de idade, adicionar também uma colher de sopa de óleo de fígado de bacalhau; suspendendo-o após este período. Da terceira até a quarta semanas de vida, engrossar o leite, utilizando três colheres de sopa de leite em pó para um copo de leite de vaca. Idade do cão Freqüência de mamadas Dose diária/100g de filhote papinha ração 1a semana Cada 2 horas 13 ml 2a semana Cada 3 horas 17 ml 3a semana Cada 3 horas 20 ml 4a semana Cada 4 horas 22 ml Introdução gradativa 5a semana 2 a 3 vezes ao dia 2 a 4 vezes ao dia O leite da cadela é mais “forte” que o leite de vaca, pois os cães mamam por um período máximo de um mês e precisam ganhar peso e condições para manutenção sem cuidados maternos. O leite artificial pode ser armazenado em geladeira (não em congelador) durante uma semana, devendo ser retiradas pequenas quantidades que devem ser aquecidas a 40°C antes de utilizadas. Estimuladas as funções vitais do filhote (temperatura e alimentação), a tratador deve também estimular os reflexos de urina e de defecação. Para tanto, utiliza-se algodão embebido em água morna ou óleo de bebê para massagear delicadamente o ânus e genitais dos filhotes várias vezes ao dia, após a alimentação, como a cadela faz. O médico veterinário deve ser sempre consultado ao longo de todo o processo de cuidados com filhotes órfãos, principalmente em situações em que onde o tratador observe qualquer alteração na saúde de seus filhotes.
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domingo, 23 de setembro de 2012
Mitos Sobre Gatos
A primeira reação de quem nunca conviveu com gatos é rejeitá-los. Isso deve-se ao fato de que existe muito misticismo envolvendo os gatos. Tem gente que não cruza com gato preto, tem gente que acredita que eles são a “porta do outro mundo”, entre outras crendices populares. Mesmo não acreditando nelas, eu sempre evitei falar sobre eles e quando a pergunta era se eu gostava de gatos sempre respondia: ” Eu prefiro os cães”.. Mas como podemos dizer que não gostamos daquilo que nunca realmente conhecemos?
Acabei quebrando a barreira de meu próprio preconceito e adotei um gato. Hoje, dona de um e amante de gatos em geral, enumero uma lista de principais fatores da qual acredito que possa descrever melhor esses animais místicos:
Os cães tem a eterna mania de seguir o dono, pois era esse seu comportamento primitivo em relação ao líder da matilha. Somente quem convive 24 horas com um cão sabe o quanto irrita o fato dele te perseguir para cima e para baixo. É só você levantar da cadeira e pronto, lá está ele à postos para te seguir até o banheiro, cozinha, não importa onde você vá o seu companheiro fiel estará contigo! Bem, claro que a lealdade dos cães é algo sublime, mas 24 horas? E quando você está doente, de saco cheio, irritado? Ter uma sombra no seu pé pode ser desagradável. O gato também faz isso mas de maneira mais discreta. Ele te segue a distância. Para ele basta estar em um ambiente contigo, não precisa ser grudado e nem o tempo todo. O gato arranja coisas para fazer e cuida da sua própria vida. Hora ele quer caçar, brincar, descansar, tomar sol, beber água da torneira, abrir uma porta e hora ele quer carinho, massagem e atenção. A diferença do cão e do gato é que o cão precisa de você com maior dose de dependência e o gato não, ele te dá um espaço para “respirar” mas não deixa de ser seu companheiro.
A relação que o gato cria em relação ao dono é de parceria.Isso significa que ele vê os seres humanos como parceiros da qual ambos tem benefícios nessa relação. Já o cão vê a relação com o dono como líder e seguidor, por isso existe essa diferença comportamental entre eles.
Assim como os cães de guarda, os gatos estão sempre em alerta. Qualquer sinal de perigo o gato tenta fugir, se esconder ou então atacar arranhando. Na maioria das vezes eles apenas faísca para tentar assustar a vítima, apenas em último caso eles atacam. Obviamente se você tiver uma relação de confiança com seu bichano ele não vai te atacar de forma gratuita, assim como um cão também não o faria. Além disso, você sabia que a única diferença entre um gato selvagem e um gato doméstico é que o gato doméstico aprendeu a conviver em nossa sociedade e o gato selvagem não? Um gato só se torna doméstico se durante sua infância e adolescência o mesmo se habitue com os humanos. Caso ao contrário ele será um gato selvagem e terá sérios problemas de adaptação a nossa civilização caso entre em contato com a mesma somente na fase adulta. Gatos vem com um “chip clean” instalado. Logo quando são bebês eles fazem suas necessidades na caixinha de areia e ainda cobrem as fezes. Meu gato por exemplo, cobre as fezes e xixi do meu cão. Ele faz isso com o próprio jornal, pois até mesmo as necessidades do meu cão ele não suporta ver exposto. Eles vivem se limpando e demoram muito mais tempo para adquirir odor que os cães. Além disso o gato é flexível e pequeno, menor que muitos cães. Outra coisa irritante dos cães e não tem como negar, mesmo os amantes de cães, é aquele cachorro da vizinha que fica latindo durante a partida da final do seu time predileto, da novela ou quando você vai dormir. Os gatos tem o miado mais baixo que o latido da maioria dos cães. O miado é algo dengoso nada comparado ao extridente latido de muitos cães. Além disso, eles andam de forma sorrateira, de forma que muitas vezes você não percebe o animal no ambiente.Isso ocorre pois os gatos andam nas pontas dos pés, utilizando apenas como apoio, seus dedos. Os gatos são mais sérios em relação aos cães principalmente quando são adultos. Eles preferem observar o mundo. Sempre que chegam a algum lugar é o que eles fazem. Eles memorizam muitas coisas e é dessa forma que eles descobrem como abrir portas ou aparecer na hora exata em que você vai sair. Se você prefere esse perfil ao invés do perfil mais brincalhão canino, você irá se divertir vendo seu gato bolar estratégias de fuga, de caça e até mesmo estratégias para manipular você a fazer o que eles querem na hora que eles quiserem. E o pior é que eles conseguem. É verdade, que o gato chega a dormir até 16 horas por dia. Porém você vai agradecer por isso. Ao menos os gatos “brasileiro de pêlo curto” e suas misturas, ao acordar eles agitam o ambiente. Querem atenção, querem brincar, querem carinho, querem caçar o passarinho de cima do muro e não vão desistir. Se você é do tipo que chega em casa à noite, cansado e muitas vezes só quer dormir, o gato vai se contentar ao dormir contigo na sua cama, já o cão requer mais cuidados e atenção. E se você viaja muito, o gato também é a melhor opção, pois isso pode significar depressão para um cão. Os gatos tem o aparelho digestivo mais sensível que os cães, por isso eles são mais seletivos. Isso não é ruim se você levar em conta que eles não vão fuçar no seu lixo e não vão ficar pedindo comida toda hora. Eles preferem não variar muito, ficando principalmente com ração e carnes em geral. Bem, essas são as vantagens dos gatos em relação aos cães que Multiplicidades separou para vocês. Se você se lembra de mais alguma vantagem dos gatos em relação aos amigos caninos, me escreva e ajude a construir um conteúdo rico em relação aos nossos queridos gatinhos. Compartilhe com a gente algum costume ou curiosidade do seu bichano!
Os cães tem a eterna mania de seguir o dono, pois era esse seu comportamento primitivo em relação ao líder da matilha. Somente quem convive 24 horas com um cão sabe o quanto irrita o fato dele te perseguir para cima e para baixo. É só você levantar da cadeira e pronto, lá está ele à postos para te seguir até o banheiro, cozinha, não importa onde você vá o seu companheiro fiel estará contigo! Bem, claro que a lealdade dos cães é algo sublime, mas 24 horas? E quando você está doente, de saco cheio, irritado? Ter uma sombra no seu pé pode ser desagradável. O gato também faz isso mas de maneira mais discreta. Ele te segue a distância. Para ele basta estar em um ambiente contigo, não precisa ser grudado e nem o tempo todo. O gato arranja coisas para fazer e cuida da sua própria vida. Hora ele quer caçar, brincar, descansar, tomar sol, beber água da torneira, abrir uma porta e hora ele quer carinho, massagem e atenção. A diferença do cão e do gato é que o cão precisa de você com maior dose de dependência e o gato não, ele te dá um espaço para “respirar” mas não deixa de ser seu companheiro.
A relação que o gato cria em relação ao dono é de parceria.Isso significa que ele vê os seres humanos como parceiros da qual ambos tem benefícios nessa relação. Já o cão vê a relação com o dono como líder e seguidor, por isso existe essa diferença comportamental entre eles.
Assim como os cães de guarda, os gatos estão sempre em alerta. Qualquer sinal de perigo o gato tenta fugir, se esconder ou então atacar arranhando. Na maioria das vezes eles apenas faísca para tentar assustar a vítima, apenas em último caso eles atacam. Obviamente se você tiver uma relação de confiança com seu bichano ele não vai te atacar de forma gratuita, assim como um cão também não o faria. Além disso, você sabia que a única diferença entre um gato selvagem e um gato doméstico é que o gato doméstico aprendeu a conviver em nossa sociedade e o gato selvagem não? Um gato só se torna doméstico se durante sua infância e adolescência o mesmo se habitue com os humanos. Caso ao contrário ele será um gato selvagem e terá sérios problemas de adaptação a nossa civilização caso entre em contato com a mesma somente na fase adulta. Gatos vem com um “chip clean” instalado. Logo quando são bebês eles fazem suas necessidades na caixinha de areia e ainda cobrem as fezes. Meu gato por exemplo, cobre as fezes e xixi do meu cão. Ele faz isso com o próprio jornal, pois até mesmo as necessidades do meu cão ele não suporta ver exposto. Eles vivem se limpando e demoram muito mais tempo para adquirir odor que os cães. Além disso o gato é flexível e pequeno, menor que muitos cães. Outra coisa irritante dos cães e não tem como negar, mesmo os amantes de cães, é aquele cachorro da vizinha que fica latindo durante a partida da final do seu time predileto, da novela ou quando você vai dormir. Os gatos tem o miado mais baixo que o latido da maioria dos cães. O miado é algo dengoso nada comparado ao extridente latido de muitos cães. Além disso, eles andam de forma sorrateira, de forma que muitas vezes você não percebe o animal no ambiente.Isso ocorre pois os gatos andam nas pontas dos pés, utilizando apenas como apoio, seus dedos. Os gatos são mais sérios em relação aos cães principalmente quando são adultos. Eles preferem observar o mundo. Sempre que chegam a algum lugar é o que eles fazem. Eles memorizam muitas coisas e é dessa forma que eles descobrem como abrir portas ou aparecer na hora exata em que você vai sair. Se você prefere esse perfil ao invés do perfil mais brincalhão canino, você irá se divertir vendo seu gato bolar estratégias de fuga, de caça e até mesmo estratégias para manipular você a fazer o que eles querem na hora que eles quiserem. E o pior é que eles conseguem. É verdade, que o gato chega a dormir até 16 horas por dia. Porém você vai agradecer por isso. Ao menos os gatos “brasileiro de pêlo curto” e suas misturas, ao acordar eles agitam o ambiente. Querem atenção, querem brincar, querem carinho, querem caçar o passarinho de cima do muro e não vão desistir. Se você é do tipo que chega em casa à noite, cansado e muitas vezes só quer dormir, o gato vai se contentar ao dormir contigo na sua cama, já o cão requer mais cuidados e atenção. E se você viaja muito, o gato também é a melhor opção, pois isso pode significar depressão para um cão. Os gatos tem o aparelho digestivo mais sensível que os cães, por isso eles são mais seletivos. Isso não é ruim se você levar em conta que eles não vão fuçar no seu lixo e não vão ficar pedindo comida toda hora. Eles preferem não variar muito, ficando principalmente com ração e carnes em geral. Bem, essas são as vantagens dos gatos em relação aos cães que Multiplicidades separou para vocês. Se você se lembra de mais alguma vantagem dos gatos em relação aos amigos caninos, me escreva e ajude a construir um conteúdo rico em relação aos nossos queridos gatinhos. Compartilhe com a gente algum costume ou curiosidade do seu bichano!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Pitbull salvo à beira da morte comove os EUA e procura um novo lar
A história de um pitbull está comovendo os Estados Unidos, um ano depois de o cão ser salvo da morte num compactador de lixo. Na época, Patrick pesava o equivalente a nove quilos. Agora, o cão reapareceu na mídia americana à procura de um novo dono. E já nem lembra mais o antigo cãozinho magro e abatido que foi um dia. Segundo reportagem do "Daily Mail", o porte raquítico dos tempos de maus-tratos deu lugar a um corpo musculoso de cerca de 25 quilos. Patrick passou o último ano num abrigo, recebendo tratamento veterinário. — Ele é um lutador tremendo — disse o médico veterinário Thomas Scavelli, que cuidou do cão. Patrick tem recebido mensagens do mundo inteiro, depois que funcionários do abrigo criaram uma página no Facebook contando sua história. Intitulada “The Patrick Miracle” (O milagre de Patrick), a página já foi curtida por mais de 200 mil pessoas. A antiga dona do cão, Kisha Curtis, responde a um processo por “atormentar e torturar” o animal. As acusações podem levar a penas de prisão máximas de 18 meses e uma multa de até US$ 10 mil. Ela também enfrenta duas acusações de abandono, com pena de até seis meses de prisão e multa de US$ 1 mil.
De acordo com as autoridades americanas, Curtis amarrou o cão num corrimão em seu prédio e o deixou por mais de uma semana sem comida. Um faxineiro o encontrou em uma lata de lixo, prestes a ser atingido pelo triturador.
O trauma, porém, não tornou o pitbull agressivo, segundo Patricia Smillie-Scavelli, mulher de Thomas Scavelli. — Ele realmente é muito amoroso. Prefere sentar em seu colo do que no chão. Ele também dorme na nossa cama, à noite, junto com o gato — contou. A lenta recuperação foi feita com dieta especial, remédios, fisioterapia e transfusões de sangue, que logo acabaram com as costelas aparentes e as feridas espalhadas por todo o corpo.
Noticia do extra
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