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domingo, 31 de julho de 2011

Vamos falar um pouco sobre os gato


A Linguagem "Cachorrês"

Gostaria de ter um gato? Muito bem! É um animal muito atraente, mas antes de adquirir um, certifique-se que não se trata de simples capricho passageiro que o leve a abandoná-lo quando surgir a menor dificuldade, pois o gato tem menos hipóteses de se sair de apuros do que o cão. O seu caráter e hipersensibilidade o tornam mais suscetível à indiferença e crueldade humana.

Quando surgiram?

Os gatos convivem com o homem há pelo menos quatro mil anos Os antigos egípcios, tendo desenvolvido técnicas de cultivo, precisavam de auxíio para controlar os animais daninhos que atacavam seus estoques de grãos e incentivaram a presença dos gatos. A atuação deles foi tão importante que chegaram a ser adorados como divindades e após sua morte, chegaram a ser embalsamados e mumificados. Os japoneses os adoravam e tomaram como tema de inúmeros quadors e esculturas. Os marinheiros os levavam para alto mar para prever tempestades. Já no Ociente, foi excomungado pelos cristãos que viam nele a encarnação do diabo. Nos autos-de-fé da Idade Média, morreram queimados muito mais gatos do que feiticeiras. Depois da serpente, foi o animal mais caluniado na criação, e é ainda perseguido em nossos tempos, massacrado e torturado gratuitamente pelo homem.

Como foram domesticados por sua habilidade de caçar, ninguém pode ficar surpreso de ver o meigo animal matando pássaros e roedores. Atualmente, os gatos são os mais populares animais de estimação.

A adaptalidade:

A popularidade do gato é justificada, pois ele se adapta perfeitamente ao estilo de vida moderno. O gato que vive na região urbana fica mais protegido dentro de casa, mas os das regiões suburbanas ou rurais podem desfrutar a liberdade de perambular. Os gatos podem perfeitamente ficar sozinhos por um bom período, pois mesmo na ausência dos donos, apreciam o território que conquistaram em redor deles e em função deles. A sua estatura acomoda-se perfeitamente a uma casa pequena e não é caro mantê-lo. Exige muito menos cuidados do que o cão; não há necessidade de levá-lo para passear; é solitário por natureza e não possui espírito gregário. Não se agrada de mimos exagerados e não responde a nomes, mas sim a entonações. Os gatos adamptam-se muito bem à presença de outros animais, mesmo com o cão, seu pretenso inimigo hereditário. Basta que carícias, alimento e atenção sejam repartidos com equidade.

Responsabilidades:

Apesar de serem relativamente independentes, assumir a responsabilidade sobre uma criatura viva não pode ser um ato impensado.

Antes de adotar considere sua disponibilidade de tempo, paciência e dinheiro para cuidar bem. Alimentar um gato não custa muito, mas é preciso providenciar os cuidados necessários quando tiver de se ausentar, e ter responsabilidade para tratamento veterinário, tanto preventivo como em caso de doença ou acidentes.

Como distinguir o sexo?

Embora não seja difícil distinguir o sexo em gatinhos, as pessoas costumam se enganar.

As fêmeas têm uma abertura genital horizontal em forma de fenda bem abaixo do ânus, enquanto os machos possuem a abertura arredondada e mais afastada do ânus. À medida que o filhote cresce, os testículos começam a aparecer no espaço situado entre o pênis e o ânus.

Considerações Gerais:

Um gato pode viver 15, 16 anos ou mais, o que para uma família com crianças pequenas significa que o gato vai viver até as crianças se tornarem adultas. É importante ter em mente que, como carros esportivos sofisticados, gatos de raça exigem cuidados especiais e possivelmente custam mais para “se manter bem”.

São animais extremamentes limpos; fazem suas necessidades em caixas com areia (compradas em lojas especializadas), porém devem ser mantidas sempre limpas, caso contrário eles procurarão outro lugar “para banheiro”, pois detestam entrar em caixas onde há dejetos antigos e sujas.

Um filhote pode se divertir por horas com uma bolinha ou carretel vazio, mas tome cuidado para não oferecer “brinquedos” que representem perigo, por exemplo um novelo de lã, pois ele pode mastigar e engolir a lã.

As fêmeas entram no cio por volta do 6º mês de vida e se repetirão a cada tres meses.

Elas têm um período de gestação de aproximadamente 60 dias e durante os 30 dias seguintes estarão em fase de amamentação, o que significa dizer que logo após o desmame dos filhotes ela entram novamente no período de acasalamento.

Os gatos também precisam tomar vacinas contra algumas doenças. Os filhotes devem ser vacinados contra enterite infeciosa, gripe felina e leucemia viral felina, que são doenças potencialmente fatais. Só o veterinário é quem pode orientar na prevenção de doenças. Vermífugos também devem ser ministrados. Há dois tipos de vermes frequentes em gatos: os nematóides, que parecem fios de barbante e a tênia, que é mais achatada. Os vermífugos são fáceis de usar , seguros e muito eficientes, por isso não há motivos para não utilizá-los numa rotina de prevenção.

Os problemas mais comuns em gatos são: Sarna auricular, Leucemia viral felina, Peritonite infecciosa felina, Machucados, Doenças de pele, Toxoplasmose, Ferimentos, Deficiência imunológica viral felina. Nenhuma doença pode ser diagnosticada e tratada senão pelo veterinário.

(Obs: A FAS está atentendo em novo horário: De 2ª a 6ª feira das 9:00 às 20:00 hs e aos sábados das 9:00 às 14:00 hs.)

Fonte: Tudo sobre seu gatinho - Bradley Viner

Comportamento

O ouvido do gato é de uma precisão extrema. A camada externa que o reveste chamada de córtex auditivo, possui dez milhões de neurônios e faz com que o gato consiga distinguir vários tipos de som próximos, simultaneamente. Os gatos também são capazes de reconhecer frequências de ultra-som, que são imperceptíveis tanto para os cães quanto para os humanos.

Os gatos se comunicam através do miado. Acredita-se que hajam 100 tipos diferentes de miados, cada um deles com o seu significado. Exemplo disso, é o miado fraco, que corresponde ao cumprimento do gato a seu dono. O miado curto indica que o gato está com fome ou deseja fazer suas necessidades, enquanto que o miado longo é a maneira de o gato expressar dor.

Gatos Precisam Arranhar

É muito natural e, sobretudo, saudável, o habito que os felinos têm de arranhar para que possam afiar e aparar suas unhas, assim como ocorre quando se lambem com o intuito de higienizar-se.

Os gatos arranham para sua defesa e para que possam apará-las, uma vez que unhas de gatos crescem sem parar. O ato de arranhar funciona, ainda, como uma maneira de aliviar suas irritações.

Sendo este ato natural em todos os felinos, para que se evite problemas basta ensiná-los e educá-los para que arranhem somente alguns objetos específicos capazes de entretê-los, vendidos em lojas para animais.

Da mesma forma que o gato se acostuma com o local certo para fazer xixi e cocô (na bandeja de areia) é importante que o ‘arranhador’ esteja disponível sempre no mesmo locar para que possa ser encontrado com facilidade.

Saúde Animal

Vacinação

As vacinas são a inoculação do vírus que irão estimular e proteger os anticorpos para combater as doenças específicas. Elas criam um tipo de memória no sistema imunológico do animal estimulando a produção dos anticorpos que combatem doenças específicas quando o organismo é atacado.

Logo após a vacinação, o sistema imunológico, ou seja, os anticorpos, continuam se desenvolvendo durante 15 dias. Em gatos adultos, basta uma única dose para que a vacina permaneca ativa por um ano. Já nos filhotes, há a necessidade de 3 doses.

Tanto os filhotes quanto os gatos adultos recebem o mesmo tipo de vacinação, sendo que as únicas diferenças são o prazo e a vacinação contra a Clamídia, que é opcional.

sábado, 30 de julho de 2011

Abandono de cães e gatos é maior do que captura


Nem mesmo o título de melhor amigo do homem impede o grande número de cães abandonados registrado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Vila Velha nos últimos dois anos. Quando comparado à quantidade de cães e gatos capturados pelas ruas do município, o dado é ainda mais alarmante: duas vezes maior.

Somente em janeiro deste ano, 125 cães e 34 gatos foram abandonados em Vila Velha, a maioria pelos próprios donos do animal, enquanto que apenas 38 foram capturados pelas ruas. O levantamento feito pelo CCZ identifica um índice de abandono 50% maior do que o registrado em janeiro do ano passado, de 106 animais no total.

Durante o ano de 2007, foram recolhidos 1.115 cães e 233 gatos contra 342 animais capturados. Os dados assustam, mas se comparados ao ano de 2006, surpreendem ainda mais, indicando um crescimento de quase 16% em número de animais abandonados anualmente.

Para a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Carla Cavalcante, os cães são abandonados e recolhidos, na maioria dos casos, quando ficam doentes ou quando a família se muda para condomínios que proíbem a entrada de animais. “Algumas pessoas chegam a ameaçar o CCZ de largar os animais pelas ruas caso não possamos receber os cães e gatos que decidem deixar por lá”, conta.

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São José dos Pinhais tem capacidade para atender 15 animais simultaneamente – com suspeitas de doenças (zoonoses) ou agressivos. Mas muitas pessoas abandonam animais próximos à sede do órgão, esperando que eles sejam recolhidos, o que poderia prejudicar todo o trabalho do CCZ. Para mudar esta situação, a Prefeitura de São José dos Pinhais está desenvolvendo o Censo Canino e Felino. Nesta terça-feira (21), a contagem de animais domésticos foi feita no bairro São Francisco.

A contagem da população canina e felina do município é feita por amostragem, dividida pelas seis regionais da cidade. A primeira etapa foi feita no ano passado, na regional do Guatupê e a segunda em abril deste ano, na regional do São Marcos. Desta vez, o bairro São Francisco - pertencente à regional da Costeira - foi separado dos outros, pois lá se localiza o Centro de Controle de Zoonoses, onde um grande número de animais é abandonado. Na próxima semana o censo será feito no restante dos bairros da regional.

De acordo com a coordenadora do CCZ, Fernanda da Fonseca, apesar de não existir mais a famosa “carrocinha”, e a eutanásia em animais sadios ser proibida pela legislação, a cultura das pessoas não mudou e muitos querem se livrar deles pela matança. No centro, a eutanásia só é feita em casos de cães e gatos em sofrimento real, com suspeitas de zoonoses, ou agressivos. “Muitos animais são deixados próximos ao CCZ porque acreditam que iremos resgatá-los, mas não temos capacidade para isso”, explica a coordenadora.

O Censo faz parte do Programa Municipal de Controle Ético da População Canina e Felino. O foco principal do programa são os animais “semi-domiciliados”, geralmente tratados com água e comida por moradores da cidade, mas que passam o dia nas ruas, ajudando a aumentar a população animal e a proliferação de doenças.

Segundo a secretária municipal do Meio Ambiente, Edilaine Vieira, o censo vai embasar as futuras ações preventivas da Prefeitura. “Teremos mapeados os lugares onde há maior quantidade de animais nas ruas e assim podemos centralizar as nossas atenções nesses locais”.

Nesta terça-feira o Censo foi feito por meio de parceria com a Secretaria de Saúde. Os agentes comunitários passaram nas casas do bairro São Francisco com um questionário que procura saber a quantidade de animais, a finalidade (guarda, companhia ou outra), se são vacinados, castrados e recebem vermífugo, qual o tipo de alimentação, se usam coleira ou não, entre outros.

A enfermeira Teresa Komuda Mendes, moradora do São Francisco, conta que muitas pessoas soltam caixas com filhotes de cães e gatos próximos à sua casa frequentemente. “Meu filho esses dias foi mordido por um cachorro aqui perto e tivemos que levá-lo para tomar injeção contra a raiva. Os cães incomodam bastante, latem muito à noite”, declara. Teresa acredita que com o Censo a Prefeitura poderá encontrar soluções para o problema.

Conscientização - Outro ponto do Programa Municipal de Controle Ético da População Canina e Felina é a conscientização da população sobre a guarda responsável, feita com as crianças do município. Desde a semana passada, cerca de 3 mil alunos da rede municipal assistiram ao vídeo educativo com o mascote da campanha, o cachorro Pelucho, no Teatro Leopoldo Scherner – Campus II da PUC/PR.


Esta foi a terceira etapa da conscientização. A primeira foi feita na própria sala de aula: os professores das escolas receberam um livreto informativo e fizeram um trabalho com as crianças baseado nele. Em seguida, as crianças assistiram a uma peça teatral encenada por funcionários da Secretaria do Meio Ambiente.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Os gatos no Guinness Book

O bigode mais longo

O recorde de bigode mais longo de um gato media 19 cm e pertence a Missi, um Maine Coon que vive com sua proprietária, Kaija Kyllönen. Os bigodes foram medidos em Lisvesi, na Finlândia em 22 de Dezembro de 2005. (saiu no guinness book de 2007).

O Gato mais velho do mundo (ainda vivo)

O guinness book registrou em 2007 que o gato mais velho do mundo, ainda vivo é uma burmês que reside em Melbourne, Austrália de nome Kataleena Lady, nascida em 11 de março de 1977 , hoje estaria com 32 anos (será que ela ainda é viva?, não consegui achar nada ainda)

Os gatos mais velhos do mundo

Creme Puff de Austin, Texas. Nascido em 3 de agosto de 1967, celebrou seu 38o. aniversário em Agosto de 2005 . (p.s. O Dr. Valdo Reche chegou a conhecer este gato de pertinho)

Merece também atenção o gato Puss, que nasceu em 1903. Puss, cujo dono era a Sra. T. Holway de Devon, Inglaterra. Puss virou estrelinha no dia 29 de Novembro de 1939, um dia depois de completar 36 anos .

O segundo gato mais velho Granpa (Vovô) viveu até a idade de 34 anos. Granpa Rex Allen era da raça Sphyx e foi adotado pela Humane Society no Texas

O gato mais pesado
Himmy que viveu em Cairns, Queensland, recebeu o recorde de gato mais pesado - 21.3kg. Himmy, faleceu com 10 anos de idade devido a problemas respiratórios. Em Fevereiro de 2003 o Guinness Book of Records deixou de aceitar nominações nesta categoria para não encorajar os donos dos felinos a super-alimentar seus animais.

O menor e mais leve gato

O menor gato do mundo foi um Himalaia Blue Point de nome Tinker Toy e é americano. Ele tinha o tamanho de um talão de cheques comum. Tinker Toy apareceu em um artigo da revista "National Enquirer" em 31 de agosto de 1993. Infelizmente Tinker Toy faleceu em Novembro de 2007.
O menor de todos os gatos ainda vivo
Mr. Peebles, um macho domestico com 2 anos de idade, pesa 1,4 kgs e tem 7 cm de altura com 19 cm de largura. ele tão pequeno que cabe dentro de um copo de 200 ml. Aparentemente ele sofre de um defeito genético que o impediu de crescer. ele mora em Illinois, EUA

Gato com mais dedos (polidactero)

Polidacteros são animais que possuem mais dedos que o normal.

Um gato normal tem 18 dedinhos. Jake, um macho de 5 anos que vive em Ontario, Canadá, tem 27 dedos no total e está no Livro de Recordes como o gato que possui a maior quantidade de dedos do mundo

Existe um outro gato de nome Mooch (mas isto não é oficial) mora com seus donos no Maine, EUA e tem 28 dedos. Mas isto não foi ainda checado pelo Guiness Book.

A maior cria de gatinhos nascidos de um gato doméstico

Dusty, do Texas, USA, uma tigrada SRD deu a luz a nada mais, nada menos que 420 gatinhos em toda a sua vida. Isto foi checado em 1952.

A maior ninhada de gatos

Em 7 de agosto de 1970 uma femea Burmesa de 4 anos de idade chamada Tarawood Antigone, cuja dona é a Sra. Valerie Gane que vive em Oxfordshire, UK, deu à luz 19 gatinhos. Destes, sobreviveram 15 (1 fêmea e 14 machos) .

A mais velha mãe felina

Kitty, cujo dono é o Sr. George Johnstone, eles são de Staffordshire, UK, deu a luz a 2 gatinhos com a idade de 30 anos. Durante toda a sua vida, Kitty deu a luz a 218 felinos .

O gato mais viajado do mundo
Um gato chamado Hamlet escapou de sua caixa de transporte em um vôo para Toronto, Canada. Ele descoberto 7 semanas mais tarde, atras de um painel. Nesta época ele já tinha viajado aproximadamente 600.000 kms

O gato mais caro do mundo é um BENGALEle é um híbrido de leopardo asiático com um gato de pêlo curto domestico, custa 100.000,00 libras esterlinas. Zeus, que é 90% leopardo asiático e 10% pêlo curto doméstico cujo proprietário é Esmond Gray, é considerado o gato mais caro do mundo.



A mais longa queda não-fatal de um gato

Andy, cujo proprietário é Ken Myers, um senador da Flórida, caiu do 16o. andar de um prédio e (graças a Deus) nada aconteceu ao felino.

O gato de mais tempo sobreviveu após um terremoto

Um gato foi descoberto vivo embaixo de destroços de um prédio em Taiwan 80 dias após um terremoto em Dezembro de 1999.

O gato mais rico do mundo

Ben Rea deixou para o seu gato Blackie, em herança, a fortuna de 15 million de libras esterlinas.

Donos com a maior quantidade de gatos em casa

Jack e Donna Wright de Kingston, Ontario ganharam o recorde por terem o maior número de gatos em casa. De acordo com o Guinness Book of Records eles têm 689 gatos.

O Felino Mais Rápido

A Chita (ou Cheetah) é considerada o felino mais rápido, capaz de alcançar a velocidade de 112 a 120 km/h.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cães: funcionamento e formato do cérebro variam conforme raça


Por milhares de anos o homem alterou tamanho, formas e cores de cães por meio da seleção artificial. Mas de acordo com nova pesquisa parece que nós também reordenamos o cérebro dos cachorros, ao produzir novas raças.

Um estudo de neuroimagem examinou 11 esqueletos de 11 raças diferentes de cão, tanto cães de focinho comprido, quanto cães de focinho curto, e descobriu que o cérebro de muitas raças de focinho curto pode ter sido inclinado para a frente até 15 graus.

Além disso, nestas raças a região do cérebro responsável pelo o olfato, o chamado bulbo olfatório, se alojou para baixo em direção à base do crânio, talvez alterando significativamente a fonte olfativa de cães, dizem os pesquisadores.

Desde que os primeiros lobos foram domesticados, cerca de 12 mil anos atrás, “ a seleção artificial tem produzido muita variação anatômica, mas provavelmente a mais importante está na forma do crânio”, disse Michael Valenzuela, neurocientista da Universidade de New South Wales na Austrália, e que integrou a equipe de pesquisadores.

Ainda não está claro se a inclinação do cérebro e o movimento do bulbo olfatório dos cães de focinho curto tem afetado sua habilidade de sentir cheiros, mas Valenzuela e seus colegas perceberam que este tipo de cão é normalmente mais utilizado trabalhos que envolvam o olfato.

"Nós sempre pensamos em cães vivendo em um mundo de cheiro - mas esta descoberta sugere que este cenário pode ser muito diferente de um cão para outro", disse Paul McGreevy, da Universidade de Sydney.

Os cientistas acreditam que as mudanças no cérebro podem ter alterado o sentido olfativo de cães é afetando uma parte do cérebro chamado o rota migratória rostral, ou RMS. Outros estudos, no entanto, têm sugerido que a RMS é importante para a sensação normal de cheiro.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Como cuidar do meu gato?


Você provavelmente já ouviu dizer que os gatos têm sete vidas. Isso talvez seja verdade, mas uma coisa é certa - o seu gato pode ter uma vida longa e saudável se receber os cuidados adequados. Muitas coisas precisam ser levadas em conta quando se cuida de gatos, e nós abordaremos todas elas nas seguintes seções:

•Como escolher um gato
Escolher o gato certo pode ser uma decisão difícil. Os gatos podem viver até 20 anos, e uma simples adoção pode representar um grande compromisso. Nesta seção, mostraremos como encontrar o gato perfeito. Analisaremos os prós e os contras entre um gato adulto e um filhote. Além disso, mostraremos qual é o melhor lugar para se encontrar um novo gato: um abrigo, um amigo ou um gato de rua. Também ajudaremos a encontrar o gato certo para o seu estilo de vida, para que você possa ter o gato com o perfil desejado.


A escolha entre um gato preso e um gato solto
Outra decisão difícil de se tomar quando se resolve ter um gato é escolher entre um gato que fica sempre dentro de casa, isto é, um gato preso, e um gato que vai à rua, ou seja, um gato solto. Nesta seção, falaremos primeiro se os gatos precisam ou não ir à rua. Há alguma vantagem em deixar o seu gato passear pela vizinhança? Claro, há muito mais perigos na rua do que dentro de casa. Além disso, se você tomar a decisão de deixar o gato ir à rua, mostraremos a maneira mais segura de introduzi-lo à vastidão do mundo.


•Dicas para alimentação de gatos
A alimentação é, obviamente, uma questão importante para quem tem animais de estimação. Afinal de contas, é uma das poucas tarefas que você terá que fazer todos os dias. O simples fato de lembrar-se de colocar comida na vasilha de seu gato é apenas o começo. Além disso, você tem de decidir que tipo de alimento dará a ele. Falaremos sobre como impedir que o seu gato coma as plantas domésticas e se você deve ou não dar a ele "comida de gente". Finalmente, também falaremos sobre a quantidade de água que você deve dar ao seu gato.


•Comida industrializada para gatos x comida caseira
Nesta seção, faremos uma comparação dos benefícios entre comida industrializada e comida caseira para os gatos. Comida caseira para gatos tem a vantagem de lhe dar a paz de espírito de saber exatamente o que o seu gato vai comer. Contudo, na maioria dos casos, você provavelmente pode confiar nas fórmulas médicas e científicas dos grandes fabricantes de alimentos para gatos. Apresentaremos uma análise dos diversos tipos de alimentos industrializados para gatos, como por exemplo, ração ou alimentos "úmidos". Trataremos dos prós e dos contras de cada tipo e qual a melhor opção.


•Dicas para cuidar da aparência dos gatos
Os gatos são considerados animais muito limpos e, de modo geral, isso é verdade. Contudo, isso não significa que eles não precisam de cuidados higiênicos regulares. Nesta seção, abordaremos os cuidados adequados com a higiene e a aparência de seu gato. Primeiro, falaremos sobre os benefícios entre cuidar de um gato de pêlo curto e um de pêlo longo. Em seguida, examinaremos se você deve ou não procurar os serviços de um profissional. Por fim, mostraremos como cuidar da aparência e da higiene do gato em casa, como prepará-lo e quando você deve parar.


•Dicas para dar banho em gatos
Em geral, os gatos não precisam de banho. Exceto os cuidados ocasionais com a higiene e a aparência, a maioria dos gatos é capaz de se limpar sozinho. Há alguns motivos para você ter que dar um banho em seu gato. Por exemplo, se ele tiver pulgas ou for pulverizado com algo desagradável. Nesta seção, mostraremos o modo adequado de dar banho no seu gato. Apresentaremos todas as etapas, desde o preparo de todos os equipamentos que você necessita para secar o pêlo do gato e deixá-lo macio.


•Como deixar sua casa segura para os gatos
A sua casa pode ser um verdadeiro treino de obstáculos para o seu gato. Embora o seu gato talvez consiga viver alegremente em sua casa durante anos sem sofrer nenhum acidente, isso não significa que não há perigos à espreita em cada canto. Nesta seção, mostraremos todos os riscos potenciais que se disfarçam como objetos domésticos comuns. Além disso, mostraremos como você pode tornar a sua casa segura para o gato e o que fazer se ele ingerir algo venenoso.


•Brinquedos de gatos
A maioria dos donos de gatos adora observar seu animal brincar com os diversos brinquedos que compra para ele. Contudo, alguns desses brinquedos podem ser perigosos. Novelos de lã ou linha, por exemplo, um item famoso entre os brinquedos para gatos há anos, podem causar lesões gravíssimas. Nesta seção, mostraremos quais são os brinquedos seguros para o seu gatinho e quais podem representar perigo.


•Consultas ao veterinário e vacinas
Talvez a medida mais importante que se pode tomar para cuidar de gatos é encontrar um veterinário competente e confiável. Nesta seção, apresentaremos um processo passo-a-passo para encontrar o veterinário perfeito para você e para o seu gato. Informaremos sobre as várias organizações que podem recomendar veterinários. Além disso, ensinaremos o que você deve fazer antes da primeira visita ao veterinário. Por fim, abordaremos as vacinas para os felinos e se elas são necessárias para o seu gato.


terça-feira, 26 de julho de 2011

Gravidez, parto e filhotes – cuidados necessários

CUIDADOS COM FILHOTES DE CÃES




I - INTRODUÇÃO



O cão há séculos vem acompanhando a espécie humana em seu desenvolvimento, ligado por laços afetivos, como leais companheiros ou até mesmo como fonte de renda, no caso de criadores comerciais. Contudo, apesar dos longos anos de convivência, o ser humano ainda encontra dificuldades em fornecer os cuidados mínimos necessários à vida reprodutiva de seu animal, como alimentação da cadela gestante, preparativos e cuidados durante o parto e acompanhamento do filhote.



O presente trabalho tem como objetivo esclarecer os proprietários de cães sobre a importância de algumas medidas simples, de baixo custo, mas que podem refletir diretamente sobre o bem-estar não só dos filhotes, como também da fêmea gestante.





II - CUIDADOS ANTES DO NASCIMENTO



2.1 - ESCOLHA DOS PAIS



O início da vida reprodutiva da cadela ocorre, em média, em torno de seis a oito meses de idade (quando ocorre o primeiro cio), porém, o primeiro cruzamento deve ser feito a partir do terceiro cio, quando a cadela se encontra sexualmente madura, evitando-se assim, problemas da gestação e no parto.



A escolha do macho deve ser feita de forma cuidadosa, evitando-se animais parentes (irmãos com irmãs, pais com filhos), falta de compatibilidade entre tamanhos (machos muito grandes para fêmeas muito menores).



O acompanhamento veterinário dos pais deve ser realizado de modo a prevenir as doenças sexualmente transmissíveis e alterações genéticas que possam futuramente comprometer o bem-estar dos filhotes.



2.2 - PRÉ-NATAL



Existem diversos cuidados a serem tomados com a fêmea gestante, de forma a garantir um parto seguro e o bem-estar da cadela e dos filhotes.



A data prevista de parto é um dado de extrema importância; para isso o proprietário deve saber os dias em que ocorreram os cruzamentos, a fim de prever, aproximadamente, o dia em que a cadela irá parir.



A gestação da cadela varia de 58 a 66 dias. Desta forma, gestações que se apresentem fora do período normal devem ser invariavelmente encaminhadas ao médico veterinário. O proprietário deve reconhecer a importância do acompanhamento da gestação (mesmo que normal) por um veterinário, para que este tome os cuidados, como nutrição adequada da gestante, controle parasitário (carrapatos, pulgas, vermes, etc.) e vacinação.



A partir de exames mais elaborados, tais como raio-x, ultra-som e exames clínicos convencionais, pode-se avaliar se a cadela está realmente gestante, o número de filhotes e viabilidade dos fetos.



2.3 - PREPARATIVOS PARA O PARTO



O momento da parição deve ser acompanhado de alguns cuidados que proporcionem conforto e que preservem a saúde da cadela e de seus filhotes. Um destes cuidados é a caixa de cria, onde a cadela deve ser instalada pelo menos uma semana antes do parto, para que possa acostumar-se com a caixa e com o ambiente. Ela deve ser colocada em lugar tranqüilo, aquecido, com ar fresco (sem correntes de ar), seco e livre de insetos, evitando-se a presença de outros animais e o trânsito excessivo de pessoas. Suas dimensões devem permitir a livre movimentação da cadela, e seu fundo poderá ser forrado com jornais velhos, papelão ou panos que permitam o aquecimento, o conforto e uma eficiente e barata limpeza do local. A altura da caixa deverá ser suficiente para que a mãe entre mas com paredes laterais para evitar que os filhotes saiam (20 a 30cm de altura). Deverá ainda ser afastada do solo, com abertura na parte lateral e inferior para limpeza e escoamento das excretas (urina e fezes). Lateralmente, devem-se colocar barras de madeira para refúgio e proteção dos filhotes, evitando, assim, o esmagamento e traumatismos.



Algumas cadelas podem fazer seus próprios ninhos em locais escolhidos por elas, como embaixo de tanques de lavar roupa, garagens, embaixo de móveis, buracos em quintais, utilizando panos velhos e papéis que eventualmente encontre à sua disposição.



Todos esses cuidados devem ser tomados a fim de proporcionar ao animal o mínimo de estresse, evitando problemas como rejeição, falta de leite e até mesmo o canibalismo (ingestão dos filhotes).





III - O PARTO



É de extrema importância que, ao chegar a data prevista para o parto, o dono esteja atento ao momento da parição para providenciar tudo o que a cadela precisar. Para isto, o proprietário deve saber qual o comportamento da fêmea neste momento e como o parto ocorre de maneira natural.



3.1 - COMPORTAMENTO DA FÊMEA



Usualmente, ela torna-se agitada, muda de posição e normalmente procura lugares tranqüilos e escuros, podendo arrastar-se para baixo de cadeiras e outros móveis.



Imediatamente antes da parição, o animal cata papéis, roupas e outros objetos para fazer o ninho. O dono deve tomar cuidado, pois algumas cadelas podem se tornar agressivas nesta hora, ao passo que outras preferem a presença do dono.



3.2 - TRABALHO DE PARTO



O parto é o processo final da gestação e consiste em alterações hormonais, modificações corporais, como o aumento dos quadris para facilitar o nascimento, e o aumento do volume da vulva; estes fatores acabam por facilitar a expulsão dos filhotes do organismo materno. Nesta época, a cadela já deverá apresentar secreção de leite, pois as glândulas mamárias começam a se desenvolver a partir do segundo mês de gestação.



Quando se inicia o nascimento, a fêmea começa a ter contrações abdominais, o filhote começa a ser expulso e a primeira parte a ser vista é a bolsa amniótica (bolsa de água), com um pouco de líquido. Em seguida, a cadela inicia a retirada da placenta, que recobre o filhote e começa a lambê-lo; este ato promove a estimulação deste, além de secá-lo.



O primeiro filhote geralmente nasce entre 20 e 30 minutos após o início das contrações e os nascimentos subseqüentes podem variar de até duas a três horas, podendo chegar até a seis horas nos últimos filhotes.



3.3 - AUXÍLIO DO PARTO



Nos casos de cadelas inexperientes (primeiros partos), pode haver uma inabilidade na retirada dos envoltórios fetais (placenta); nos casos também em que os filhotes demorem a nascer pondo em risco a sua sobrevivência, o auxílio ao parto deve ser feito por um médico veterinário, pois manobras de ajuda realizadas por pessoas leigas podem pôr em risco a vida dos filhotes.





IV - CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO



Os proprietários devem estar atentos aos filhotes recém-nascidos, pois estes são muito frágeis; qualquer descuido ou intercorrências podem provocar sua morte.



Alguns cuidados básicos devem ser tomados para diminuir as taxas de mortalidade dos filhotes, como, por exemplo, o auxílio para a ingestão do colostro (secreção inicial das glândulas mamárias, secretada logo após o parto) e o aquecimento dos filhotes.



Ao nascimento, os filhotes apresentam sistema imunológico ainda não completamente desenvolvido, estando fortemente suscetíveis a doenças. Esta deficiência imunológica é suprida pela ingestão de colostro, que é rico em anticorpos, que promovem a defesa do organismo do filhote, devendo ser ingerido imediatamente após o parto, ou o mais cedo que o filhote o consiga fazê-lo, não devendo nunca ultrapassar nove horas após o nascimento.



Sabe-se que os recém-nascidos não têm capacidade de controlar sua temperatura corporal, estando sujeitos a variações de temperatura ambiental (muito quente ou muito fria) que podem afetá-los. Portanto, devem ser mantidos aquecidos pelo contato direto com a mãe ou de forma artificial.



A habilidade dos filhotes em eliminar fezes e urina também pode gerar problemas, pois os estímulos externos são necessários para isso. A mãe geralmente lambe os orifícios excretores (ânus e genitais externos do filhote) para estimular essas funções, que também podem ser estimuladas artificialmente em casos de filhotes órfãos. Estes cuidados serão esclarecidos no item a seguir.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

6 coisas que o seu gato não deve comer


Nós os gatos, quando entramos na vida de alguém, partilhamos tudo: o cantinho no sofá, a almofada na cama, o banco da mesa da cozinha… mas se há uma coisa que não devemos partilhar com os nossos donos são os alimentos. Conheça 6 coisas que não deve dar de comer ao seu gato, nem deixar por perto… sabe como os gatos são curiosos… e gulosos!

1.   Chocolate: o chocolate é um dos alimentos mais perigosos que se pode dar a um felino! Fica desde já a saber que quando em contacto com o nosso organismo, o chocolate pode revelar-se tóxico. O resultado? Um gato que vomita, treme, tem muita sede, apresenta uma temperatura corporal mais elevada e um batimento cardíaco mais acelerado ou irregular, está irrequieto, agitado ou tem convulsões. Como já deu para perceber, o chocolate estimula o coração e o sistema nervoso dos gatos, algo que dispensamos uma vez que não há animal mais zen do que nós… custa-nos muito admitir isto mas, somos anti-chocolate!

2.   Uvas frescas/uvas passas: a fruta faz bem, mas não aos gatos! As uvas são particularmente venenosas para os felinos, podendo causar danos irreversíveis nos nossos rins. Alguns dos sintomas associados ao consumo de uvas frescas e/ou uvas passas são o aumento da sede e da urinação, vómitos e estado letárgico. As uvas e os gatos não combinam, por isso, só temos uma coisa a dizer quanto a isso: miau!

3.   Abacate: ainda no que toca a sabores de fruta, os abacates também não combinam bem com o sistema digestivo dos gatos devido à presença de uma toxina denominada “persin” e que pode danificar o músculo cardíaco. Alguns dos possíveis efeitos secundários incluem: vómitos, diarreia, dificuldades respiratórias e letargia. Confessamos que entre abacate e comida de gato, preferimos a nossa!

4.   Cebolas e alhos: demasiado forte para o organismo felino, quando ingeridas por gatos, as cebolas e os alhos atuam ao nível das células vermelhas, danificando-as e desencadeando uma anemia. Se o seu gato ingerir acidentalmente (ou propositadamente, sabemos bem que alguns gatos são muito malandros!) algum pedaço de cebola ou alho, esteja atento aos seguintes sintomas: fraqueza, vómitos e urina vermelha. Se tudo isso não bastasse, também nós dispensamos as cebolas e os alhos – não queremos comprometer a nossa beleza e postura com esse terrível mau hálito…

5.   Leite de vaca: embora seja um debate contínuo (e que nós temos seguido atentamente!), a verdade é que o leite de vaca não é apropriado para a maioria dos gatos, uma vez que estes revelam-se intolerantes à lactose. Se o seu felino ingerir leite de vaca ou outros laticínios, esteja vigilante a eventuais indisposições como vómitos e/ou diarreia. Se quiser dar leite ao seu gato, opte sempre por um leite especificamente concebido para gatos e apenas esporadicamente, nunca em substituição de uma refeição ou de água. Mesmo que seja em pequenas quantidades, gostamos muito desse leite que se pode comprar na loja dos animais e pelos vistos não faz mal nenhum!

6.   Bebidas alcoólicas: é por razoes muito óbvias que o álcool não deve fazer parte da dieta alimentar de um gato, mas podemos acidentalmente beber algo que não devíamos se cair no chão da cozinha por exemplo. Seja vigilante porque as bebidas alcoólicas afetam negativamente o sistema nervoso de qualquer felino, deixando-o desorientado, letárgico, sem coordenação, com vómitos, diarreia, dificuldades respiratórias, tremores e, em casos mais graves, pode desencadear convulsões e até um estado de coma.

domingo, 24 de julho de 2011

Como prestar primeiros socorros a cães e gatos

Aprenda a prestar primeiros socorros a cães e gatos antes de levá-los ao veterinário

Fraturas

Não tente colocar os ossos do bicho no lugar

1. Não deixe o animal lamber o próprio ferimento e cuidado para não ser mordida.

Para cães: se ele demonstrar agressividade, imobilize-o. Segure-o pelo pescoço e enrole o focinho com uma corda ou barbante. Amarre atrás da cabeça de modo que ele não consiga tirar. Se quiser, use uma focinheira.

Para gatos: envolva-o com um cobertor ou uma toalha grossa para se proteger de arranhões e mordidas.

2. No caso de fratura exposta, estanque o sangue pressionando um pano limpo no machucado. Mantenha o membro esticado com sua mão por baixo. Isso alivia a dor.

3. Cubra a parte quebrada com uma toalha e fixe-a com fita crepe, mantendo a área reta e imóvel. Não aperte a atadura. Assim, evitará que a patinha ou os dedos percam os movimentos definitivamente.

4. Hora de levá-lo ao veterinário: para transportar, coloque-o sobre uma tábua, evitando mexer demais nele. Não toque no machucado ou o bicho se estressará.

Envenenamento

Evite dar leite ao seu bicho, pois pode piorar a situação

1. Identifique a causa da intoxicação. Procure vestígios na boca ou onde ele dorme e leve-o ao veterinário. Contaminação por produtos químicos ou plantas? Carregue a prova junto.

2. Se estiver longe do hospital, dê a ele carvão ativado (encontrado em petshops) diluído em água para impedir a absorção das toxinas - isso só funciona quando feito logo após o incidente. Outra opção: com uma luva cirúrgica, lave a boca do animal com água. Não provoque o vômito, pois produtos ácidos agravam o problema.

Engasgo

Entre em ação se ele não se livrar sozinho do problema

1. Faça uma concha com a mão e bata devagar nas costas dele.

2. Levante as patas dianteiras e abra-as como se fosse abraçá-lo.

3. Evite pôr o dedo na garganta e empurrar o objeto para dentro.

4. Mesmo se conseguir que ele lance fora, leve o bicho ao veterinário.

Convulsões

Não perca tempo: corra logo ao especialista

1. Aproxime-se por trás e coloque uma almofada sob a cabeça dele. Assim, evitará choques que possam causar traumatismos.

2. Leve-o ao veterinário e, no caminho, pressione o corpo do bicho contra o seu, prevenindo ferimentos. Não puxe a língua dele para fora da boca. Isso não vai ajudar.

Queimaduras

O cuidado depende apenas da gravidade do ferimento

Basta lavar a lesão com soro fisiológico e, logo em seguida, levar seu pet ao especialista. Ele avaliará o grau da queimadura e indicará os medicamentos certos.
Kit de emergência

Faça uma maleta para, em caso de acidente, cuidar prontamente de seu cachorro ou gato. Lembre-se: deixe o telefone de um hospital veterinário 24 h sempre à vista.

· Atadura e gaze para ferimentos, fraturas ou irritações.

· Pomada para inflamações.

· Medicamento contra vômitos.

· Dipirona sódica em gotas para aliviar dores e febre.

· Rifocina para machucados mais leves.

· Remédio antialérgico.

· Carvão ativado para envenenamento - encontrado em petshops.

sábado, 23 de julho de 2011

O Governo deve pagar pelas despesas com cães e gatos resgatados de abandono e maustratos

Controle da População de Cães e Gatos é obrigação do Governo (federal, estadual e municipal). O município ou estado deve cuidar dos animais implantando Políticas Públicas e investindo as verbas com: – Campanhas de Castração – Campanhas de Educação da População para a Guarda Responsável de Cães e Gatos – Fiscalização e Punição ao comércio de animais É papel do Governo/Estado/Município evitar abandono e maus tratos adotando medidas preventivas. Se o Governo não o faz, deve arcar com as despesas dos que fazem (resgatam, cuidam, vacinam, castram e buscam tutores carinhosos e lares seguros para animais que encontram – vítimas de maus tratos e abandono). Portanto, quem resgata cães e gatos, está cuidando de animais que pertencem ao Estado e tem o direito de cobrar todas as despesas. O governo não fará nada além da sua obrigação em ressarcir as despesas de todas as ONGs e protetores, até que cumpra o seu papel e tome as medidas necessárias para ocontrole populacional destas espécies LEIS FEDERAIS DECRETO LEI n° 24.645 de 1934

Art. 1 – Todos os animais existentes no País são tutelados do Estado. Art. 3 – Consideram-se maus tratos: I – Praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal. II – Manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz [...] Art. 16 – As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras de animais a cooperação necessária para fazer cumprir a presente Lei. Art. 17 – A palavra animal, da presente Lei, compreende todo ser irracional, quadrúpede, ou bípede, doméstico ou selvagem, exceto os daninhos. Veja a Lei na íntegra: www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=39567

LEI n° 5.197 de 1967

Art. 1º. – Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha. Veja a Lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L5197.htm

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL de 1988

Art. 225. [...] § 1º [...] incumbe ao poder público: VII – proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade. Art. 131 – A Advocacia-Geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. Veja a Lei na íntegra:www.senado.gov.br/legislacao/const/con1988/CON1988_13.07.2010/art_225_.shtm

LEI n° 9.605 de 1998 – LEI FEDERAL DE CRIMES AMBIENTAIS

Art. 32 – Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. § 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. Veja a Lei na íntegra:

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Cachorro biônico tem próteses nas quatro patas


Naki'o é o primeiro cão a ser equipado com um conjunto completo de pernas biônicas que trabalham naturalmente para lhe permitir correr, saltar e até nadar. As próteses foram projetadas e montadas em um procedimento pioneiro.
Abandonado e sem mãe, Naki'o e seus irmãos mal sobreviveram ao inverno rigoroso de Nebraska (EUA). Subnutrido, o cãozinho pisou em uma poça de gelo e ficou com as quatro patas presas em água gelada.
Com apenas cinco semanas de vida, ele foi levado para um centro de resgate de animais. O pobre cãozinho acabou perdendo as patas e ficou apenas com quatro toquinhos no lugar. Christie Tomlinson, uma veterinária, resolveu adotá-lo.
Com medo da dor que poderia sentir, Naki'o resignou-se a rastejar de barriga pelo chão da casa. Sua nova dona então compadeceu-se da situação e resolveu arrecadar fundos para que o cachorro tivesse as duas pernas traseiras equipadas com próteses. A empresa responsável pela implantação também se compadeceu e resolveu dar as quatro próteses para o cãozinho.
Portanto, ele tornou-se o primeiro animal com um conjunto completo de pernas novas.
A primeira vez que levantou-se nas patas biônicas foi um desafio para Naki'o, mas ele adaptou-se rapidamente e aprendeu a usar os dispositivos como se fossem patas naturais.
Depois de apenas alguns dias, ele já estava correndo e saltando. As próteses são construídas para imitar os músculos e ossos de membros de cães, permitindo-lhes fazer tudo que um animal normal faria.
Tomlinson está maravilhada com a motivação e alegria de seu cão. "Naki'o pode não só correr atrás de uma bolinha com outros cães, como, inclusive, chegar antes deles para apanhá-la", comemora a dona

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cães de resgate


Os cães de resgate são usados para localizar crianças perdidas, cadáveres, vítimas de afogamento ou avalanches, sobreviventes debaixo de escombros, suspeitos de crimes ou fugitivos da polícia. Geralmente as raças de trabalho e esporte se saem melhor como cães de resgate. Isso porque elas vêem sendo aprimoradas ao longo dos séculos para servir ao homem. Golden Retrievers, Labradores, Pastores Alemães, Border Collies e Malinois são algumas das raças mais populares usadas no treinamento de cães de resgate.


Todas as pessoas têm um odor individual que provém da constante descamação de células mortas da pele, óleos produzidos pela pele e cabelo, respiração e transpiração. Gêmeos idênticos têm odores diferentes para os cães. O olfato apurado do cão pode detectar no solo, o odor de uma pessoa vários dias após ela ter passado pelo local. Cães treinados podem também detectar odores trazidos pelo vento ou sobre a superfície da água. São capazes de identificar odores abaixo de vários metros de entulho.

Os cães naturalmente sabem como encontrar um odor. Seu ancestral, o lobo, usava esse sentido apurado para sobreviver, farejando e caçando sua presa. O treinamento dos cães de resgate consiste em fazer com que o cão compreenda que queremos que ele nos ajude a encontrar certos odores, e que será recompensado por isso. No treinamento, específico para cada modalidade de resgate, a pessoa localizada pelo cão, assim como seu condutor, brinca com o animal e o recompensam pelos acertos.

Os cães que passarão pelo treinamento são avaliados quanto à obediência, sociabilidade, agressividade e medo de ruídos. Receberão treinamento de agility percorrendo obstáculos diversos, simulando locais de escombros. O treinamento, 20 a 30 hora por semana, deve ser iniciado na fase de filhote. Um cão e seu condutor estarão aptos para o trabalho de resgate após 2 anos de treinamento.

Nem todos os animais conseguem se "graduar" como cães de resgate. O cão terá que trabalhar em ambiente de estresse, procurar partículas microscópicas de odor humano, voar em helicópteros, navegar em barcos e depois de passar várias horas preso em uma caixa de transporte, pular e sair farejando... Não é um trabalho para um cão comum!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Homenagem ao dia do amigo


Desde tempos remotos, o cão é considerado pela maioria dos criadores como o seu melhor amigo. Talvez seja, porque é uma relação recíproca, tanto da parte dos criadores como do cãozinho. Isto vale também para a pessoa que tem seu bichinho em casa.
Se bem tratado, tanto na alimentação, cuidados com a higiêne , saúde e principalmente o carinho, você terá com certeza um aliado.

É muito gratificante você ver a alegria do seu cãozinho, seja lá a raça e tamanho, quando você chega em casa e ele pula, roda em sua volta, late, demonstrando que está feliz. Para quem gosta de vê-los assim, também é uma alegria, pena que algumas pessoas não têm essa consciência e muitas vezes, descuidam de seus animais, abandonam e por vezes até judiam.

Hoje em dia, graças a pessoas que se envolvem em alguns projetos, pensando na melhoria de vida desses animais, muito são resgatados das mãos daquelas pessoas que não estão nem aí com eles.
Cães que choram ou latem quando estão sozinhos em casa fazem isto por puro sofrimento, isto acontece com aqueles que passam muito tempo sozinhos. Para que eles possam aliviar o estresse e a tensão que sentem, então procuram correr, latir, roer, cavar, pois, são animais que precisam de convívio social, ou seja, precisam da companhia de outros cães e pessoas.

Estresse


Não é apenas o ser humano que pode sofrer de estresse. Essa palavra, tão comumente usada nos dias atuais, não é nenhuma novidade no mundo animal.

Sob condições adversas, tais como: transporte, mudança de ambiente ou na rotina da casa, morte do dono ou na família e viagens, os animais podem reagir com mudanças fisiológicas e/ou comportamentais.

Alguns animais apresentam diarréias quando voltam do banho em petshops. Por melhor que seja o tratamento oferecido, para esses animais a situação gera estresse capaz de causar-lhes diarréia. Nesses casos, é aconselhável que o dono acompanhe o animal durante o banho.

A introdução de um novo animal na casa pode ser um fator estressante para outro que já viva no ambiente, independente da espécie. A reação pode ser comportamental, com sinais que vão da agressividade à apatia, ou fisiológicos, com vômitos, diarréia ou perda de apetite.

A morte do dono é uma situação extremamente estressante. Muitos animais se recusam a comer por vários dias e perdem o interesse por tudo que os cercam. Há casos em que o animal chega a adoecer e até mesmo morrer, logo após a morte de seu dono. Notamos que esses animais não demonstram reação positiva ao tratamento, nos dando a impressão de total desinteresse por viver.

O transporte é uma das grandes causas de estresse em peixes, aves e répteis, podendo levar à morte muitos animais. Transportar um animal de uma dessas espécies requer cuidados especiais e condições que minimizem o estresse como: temperatura certa e caixas de contenção apropriadas.



Mudanças ambientais também causam estresse nos animais. Nas espécies mais sensíveis como répteis, peixes e aves, alterações bruscas na temperatura, mudança na alimentação ou local onde o animal viva, são fatores estressantes.

Em cães e gatos, a ausência do dono, diminuição do tempo ou frequência dos passeios, mudança de um empregado da casa, obras ou reformas ou situações em que o dono passa menos horas com o animal, podem causar estresse.

Na maioria dos casos, retirando-se a causa do estresse, o animal volta à sua vida normal. O estresse não é uma "doença" nos animais, mas um estado bastante comum. Ele pode sim gerar queda de resistência no organismo e levar a uma doença.

O estresse não pode servir de diagnóstico antes de eliminarmos todas as outras prováveis causas que levem a mudanças no comportamento e fisiologia. Nem todo o animal que está "diferente", está estressado. Ele pode estar doente. Não deixe de procurar o veterinário.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Peritonite Infecciosa Felina


O que é?
Um vírus que contamina o abdómen, o fígado, rins, cérebro e sistema nervoso, criando, nessas zonas, abcessos e infecções. A transmissão pode ocorrer de duas formas: através do contacto do gato saudável com as fezes de um felino contaminado (por exemplo, se existem vários gatos a partilhar a mesma liteira) ou através da amamentação, em que a gata infecta as suas crias.

Sintomas?
Perda de apetite, emagrecimento, anemia, diarreia, febre constante, abdómen distendido, gânglios linfáticos aumentados (até dá suores frios só de pensar!).

Cura?
Infelizmente, esta é uma doença fatal para nós, não existindo qualquer cura. Uma vez diagnosticada, podemos não viver muito mais tempo. Aqueles que conseguem fazer frente à PIF, podem viver mais dois anos no máximo, com a ajuda de um tratamento de apoio.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Manias Felinas


Adoram lamber, mastigar e muitas vezes comer plásticos, o que se torna perigoso principalmente quando engolem o plástico,

Adoram azeitonas e a água onde estas se guardam

Adoram o cheiro da Lixívia, um chão lavado com lixívia é delicioso para eles se deitarem e roçarem,

Adoram chá, não para beber mas para cheirar e se colocarmos as folhinhas do chá no chão eles adoram roçar-se nelas, em especial lúcia-lima e valeriana,

Adoram comer pinhões... parece que estão a comer pastilhas.

Odeiam Laranjas e Limões, especialmente o cheiro das cascas. As laranjas são uma excelente forma de dissuadirmos um gato de fazer algo.

Detestam água, tomar banho é sempre um suplício para um gato ....embora haja excepções.

Odeiam perfumes. É outra forma de dissuadirmos um gato de fazer algo, castigando-o com um borrifo de perfume ou água.

Não gostam de portas, já deve ter reparado que quando está em casa e fecha a porta de um quarto, que costuma estar sempre aberta, o seu gato de repente fica extremamente interessado no quarto, põe-se a porta, raspa e insiste em entrar no quarto que antes nem ligava muito, acontece que as portas representam um obstáculo à vida normal do gato.



domingo, 17 de julho de 2011

Inseminação artifial voçê é a favor ou contra?

Hoje em dia, a técnica da inseminação artificial em cães tem sido cada vez mais utilizada, tanto por criadores como por proprietários de cães. O que antes era um procedimento envolto em dúvidas e cheio de senões e realizado por poucos médicos veterinários, atualmente é conhecido e também dominado por vários profissionais.

As indicações para se inseminar uma fêmea são várias, entre elas podemos citar quando: existe uma diferença de peso e tamanho ente ela e o macho, ou vice e versa; ela não aceita a monta (acasalamento) do macho, mesmo estando em período propício; o macho, por sua vez, não tem interesse por aquela determinada fêmea; o macho possui algum impedimento físico (desde que não seja genético) que não torne possível montar na fêmea; entre outros. Além destes fatores, existe a opção de certos criadores em não querer o contato direto dos animais, para evitar traumatismos ou até mesmo a transmissão de doenças. As longas viagens da fêmea para ir até o local em que o macho se encontra também podem não existir se trabalharmos com sêmen resfriado ou congelado.

Para que a inseminação artificial tenha sucesso, existem dois pontos principais: o primeiro é ter para uso sêmen de boa qualidade (puro, refrigerado ou congelado) e saber que a fêmea não apenas está no cio, mas em momento de ser fertilizada.

Ao realizar um espermograma (exame do sêmen) temos uma garantia de que o sêmen possui as condições mínimas para utilização ou processamento para uso posterior. Essas condições mínimas são: mais de 70% dos espermatozóides com motilidade progressiva retilínea com velocidade graduada acima de 3 (escala de 0 a 5); concentração espermática (número de espermatozóides) acima de 200 milhões de espermatozóides vivos e viáveis no total do ejaculado; e menos de 20% de alterações na morfologia espermática.

Por sua vez, as fêmeas devem ser acompanhadas desde o 7º dia do cio, pois 10% delas podem estar prontas neste momento, 40% entre o 10º e 13º dia e 50% após este período. Este acompanhamento se faz pela observação dos sinais e sintomas do cio, citologia vaginal e dosagem de progesterona. O ideal para fertilização é que a mesma se encontre com os níveis de progesterona entre 10 e 15ng/ml. O quanto esta progesterona aumenta diariamente é individual, por isso o acompanhamento deve ser constante.

A inseminação em si pode ser realizada por via vaginal (fundo da vagina anterior) ou intrauterina com auxílio de endoscópio ou cirurgia.



Uma vez estando tanto o sêmen do macho em condições mínimas, como a fêmea em momento ideal para ser fertilizada, ela é inseminada e as chances de ficar prenhe são de aproximadamente 90% quando se utiliza sêmen fresco, 80% com sêmen resfriado e ao redor de 60% com o sêmen congelado.

Em resumo, a inseminação artificial em cães é uma técnica que propicia uma maior chance de gestação, pois, para tal procedimento, tanto o sêmen do macho é previamente analisado como o cio da fêmea é monitorado, sabendo-se o dia ideal de inseminar

sábado, 16 de julho de 2011

Dicas e cuidados com os cães no inverno



Muitas pessoas pensam que os cachorros não sentem frio, muito pelo contrário, quando a temperatura cai, os cachorros também sentem as consequências. No inverno, os cães podem adquirir doenças como tosse dos canis. Os sintomas são parecidos com os do nosso resfriado: febre, espirros, coriza e tosse. E para que ele não sofra tanto com as mudanças bruscas no clima ai vão algumas dicas:

É fundamental verificar se o seu cão tomou a vacina contra gripe canina, ela é dada uma vez por ano. Deixe a tosa para mais tarde, pois os pêlos são uma proteção natural contra o frio. Então espere o tempo esquentar para tosar o bichinho. Se houver muita necessidade, opte por roupinhas para deixa-los mais aquecidos, principalmente para passear na rua. Nada de multidão, evite ambientes com muitos cães, como hotéis para cachorros, em caso de proximidade, eles podem adquirir doenças. Passeio programado, o ideal é sair com seu cão quando estiver sol, mas como no inverno também há dias em que o sol está bem quente, muita atenção com os passeios feitos a partir do meio-dia, o sol muito forte pode queimar as patinhas deles.

Conforto garantido, não é preciso colocar o cão para dormir na cama com você, mas ele merece um cantinho gostoso, pois se ele dorme em piso frio, forre o lugar com tecido e cubra-o com uma manta. Banho sob medida, diminua a frequência de banhos, em vez de semanal, pode ser quinzenal, e muita atenção aos cuidados pós-banho, é preciso certificar-se de que o lugar escolhido tenha água quente e seja fechado, outra dica é não sair logo em seguida, pois isso evitará um choque térmico. Uma boquinha a mais, se o seu cão não para um segundo, você pode aumentar a porção de ração em 20% nesta época, pois o consumo de alimento aumenta o nível energético, mas o ideal é manter a alimentação saudável, com frutas e legumes, já para os cães obesos, nada de aumentar a comida.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Complexo Respiratório Felino


Os gatos apresentam um conjunto de doenças cujos sintomas podem, da mesma forma, ser comparados à gripe humana. É o chamado Complexo Respiratório Felino, que abrange as infecções causadas pelo vírus da Rinotraqueíte, pelo vírus da Calicivirose e por uma bactéria chamada Clamídia sp. As três infecções são agrupadas no Complexo Respiratório Felino por apresentarem sintomas comuns como tosse, espirros, corrimento nasal, corrimento ocular, perda de apetite, respiração ruidosa e difícil etc. Mesmo nas infecções virais, por uma queda de resistência do organismo, pode haver uma infecção bacteriana secundária, e conseqüente complicação da doença primária. Como no caso da Traqueobronquite nos cães, ou mesmo da gripe humana, se o gato não for tratado adequadamente, o quadro inicial pode se agravar e se desenvolver uma pneumonia, implicando assim, num risco à vida do animal.

Complexo Repiratório Felino e a Traqueobronquite são mais fáceis de serem combatidas se tratadas logo no início, pois o organismo ainda não estará muito enfraquecido e podemos agir antes de aparecerem as infecções secundárias. É importante, aos primeiros sintomas, já procurar um Consultório Veterinário. Não escute conselhos ou indicações de pessoas leigas. Tratar errado é pior do que não tratar!
Não há motivo para o seu animal de estimação correr riscos. Nos consultórios veterinários, estão disponíveis vacinas contra a Traqueobronquite e o Complexo Respiratório Felino. Os cães filhotes podem receber a primeira dose já com seis ou oito semanas de idade, devendo receber uma dose de reforço após três ou quatro semanas de intervalo. Se o cão já for adulto, deve tomar também duas doses iniciais e, depois, uma dose anual, como a vacina da Raiva. A prevenção do Complexo Respiratório Felino se faz através da vacinação com uma vacina quádrupla, contra a Rinotraqueíte, a Calicivirose, a Clamidiose (responsáveis pelo Complexo Respirtório Felino) e a Panleucopenia Felina (doença viral que causa infecção do trato intestinal dos felinos); ou uma vacina quíntupla que, além das quatro doenças citadas, protege também contra a Leucemia Felina, que ainda é relativamente rara em nosso meio, porém, não tem cura e mata. Os filhotes podem receber a primeira dose da vacina quíntupla ou da quádrupla a partir dos dois meses de idade, devendo receber mais duas doses de reforço após 30 e 60 dias da primeira dose, ou seja, aos dois, aos três e aos quatro meses de idade, quando se aplica também a vacina da Raiva. Se o gato já for adulto, deve tomar também duas doses e, depois, uma dose anual, como a vacina da Raiva.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Castração - Parte 2


Você já parou para olhar a quantidade de cães de rua que a cidade que você mora possui?

Você já parou para pensar na quantidade de doenças (as chamadas zoonoses) que eles podem abrigar e posteriormente transmitir aos seres humanos?

E aí? O que fazer? Agir como em Bogotá onde o prefeito mandou exterminar todos os animais encontrados soltos nas ruas?

Ou deixar a "carrocinha" pegar estes animais para levá-los para um depósito, onde a grande maioria é exterminada?

Acho que nada disso é solução !!!!

E o problema não se resume somente nos animais que já estão nas ruas.

O problema real é o aumento desta população, sendo este aumento determinado não somente pela reprodução destes animais, mas também pelo acasalamento indesejado de animais que possuem dono. Estes proprietários, não tendo conhecimento nem condição de lidar com as constantes proles (ninhadas) nascidas em sua casa, as deixam "ao Deus dará", acabando estes animais indo parar nas ruas.

Segundo a WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal), uma única cadela, com uma vida reprodutiva de 6 anos, pode gerar 100 (cem) descendentes, enquanto uma gata em apenas 2 anos pode deixar 200 (duzentos) descendentes. São números realmente assustadores, desconhecidos da maioria das pessoas. Mas estes números provam que tentarmos reduzir a população com apreensão e eutanásia é, no mínimo, falho, além de ser um crime.

Além do método ser falho, a apreensão pode determinar a disseminação de várias doenças.
Imaginemos a situação em que o seu animal de estimação foge para um passeio na rua, sendo apreendido juntamente com outros animais, alguns dos quais, de rua. Algum destes animais errantes pode estar doente, e contaminar o seu. Quando você vai ao depósito retirar o seu animal, você pode estar levando para dentro da sua casa, para a sua rua, para o seu bairro, doenças que, por não serem usuais da região, encontrarão terreno adequado para se alastrar, contaminando toda uma população que antes não estava doente.

. a solução para estes problemas todos seria a castração
. A CASTRAÇÃO É UMA OPERAÇÃO RELATIVAMENTE SEGURA, QUANDO FEITA POR UM BOM MÉDICO VETERINÁRIO. OS ANIMAIS, GERALMENTE, SE RECUPERAM DA CASTRAÇÃO EM APROXIMADAMENTE UMA SEMANA, COM DESCONFORTO MÍNIMO.

.VANTAGENS:

- EVITAR NINHADAS NÃO DESEJADAS
Ah!, você diria: "Eu jamais colocaria uma ninhada de minha cadela / gata na rua".
. Está certo, mas o que fazer com os filhotes se ninguém os quiser? E os futuros donos, tratarão tão bem seus "netinhos" como você? Não esqueça que as vezes um filhote só é atraente enquanto é filhote, ou enquanto não destroi o sofá da casa nem faz xixi no tapete novo, ou enquanto não fica doente.
. E os machos que tem dono que fogem de casa e acabam cruzando com uma fêmea de rua? Além de aumentar a população de rua teríamos o perigo também da transmissão de doenças venéreas. Uma doença venérea muito comum nos cães é um tipo de turmor, que é maligno (câncer)

- ANIMAIS CASTRADOS SÃO MAIS SAUDÁVEIS
.Tanto machos comos fêmeas têm menos chances de desenvolver problemas de tumores e infecções nos órgãos reprodutivos.
. Os machos, depois de castrados, têm menos chances de desenvolver problemas de próstata e tumores de testiculares.
. A castração reduz o risco da cadela ter tumor de mama. Se a cadela foi castrada antes do primeiro cio, (aproximadamente seis meses), o risco dela desenvolver tumores mamários é muito reduzido. O Tumor Mamário é, normalmente, um tipo de câncer muito comum em cadelas idosas que não foram castradas. Além disso, cirurgia na fêmeas imaturas é menos propensa a complicações. A remoção completa dos ovários elimina a possibilidade de cânceres ovarianos ou uterinos, que são ocorrências comuns em fêmeas não castradas.
. Com relação às fêmeas, pode ser que elas não sejam boas mães, implicando em risco para a ninhada e em trabalho extra para você. Ou ainda, ela pode precisar de auxilio de emergência durante o parto [por exemplo, uma cesariana] colocando em risco sua vida, e aumentando sua despesa.

- PASSEIOS CONTROLADOS
.Um macho que sente por perto uma fêmea cio pode demolir portas e saltar cercas e ficar vagando pelo o bairro a procura da cadela. Animais castrados fogem menos e com isso levam uma vida mais segura, sem os perigos da vida na rua, para os quais seu animal acostumado em casa, não está preparado, inclusive com o risco de ser pego pela carrocinha.
.Diminui também as brigas com cães vadios reduzindo assim, o risco de danos, infecções, atropelamentos e livrando você de altas contas no veterinário.
. Além do perigo do passeio pelas ruas, existe o risco de seu animal macho cruzar com alguma fêmea de rua, o que, sem contar com o aumento população de rua teríamos o perigo também da transmissão de doenças venéreas. Uma doença venérea muito comum nos cães é um tipo de turmor, que é maligno (câncer).

- MUDANÇA DE COMPORTAMENTO
. Animais castrados são mais contentes e comportados.
. A castração precoce reduz o aborrecimento e constrangimento do machinhos ficarem "montando" nas pernas das pessoas ou na mobília.
. A castração não transformará seu cachorro em um "frouxo ", e ele nunca saberá o que está perdendo, mesmo que já tenha cruzado alguma vez. O animal não sabe bem o que é prazer, não acorda um belo dia querendo cruzar. Ele tem vontade sim, mas por um simples mecanismo hormonal; logo se tirarmos seus testículos, este estímulo hormonal desaparece, e ele não sente mais vontade de cruzar. É diferente do caso do ser humano, que se fosse castrado, sentiria a vontade mas não conseguiria; no caso do animal, esta vontade não existe após a castração
. Algumas pessoas acham que o animal ficará preguiçoso e gordo. Mas nem sempre isto ocorre. Se a castração for realizada precocemente não levará o animal à obesidade. Quando feita depois do animal adulto realmente ele ficará com uma tendência a engordar, o que pode ser controlado com uma rotina de brincadeiras e exercícios, além de não podermos deixá-lo comer demais.
. Alguns proprietários acham que por ser um cão de guarda este animal não deve ser castrado. Mas a castração não afeta os instintos naturais de um cachorro para proteger sua casa e família.

- MELHOR CONVIVÊNCIA EM CASA
. A castração resulta em uma fêmea mais limpa em casa. Todos os proprietários de fêmeas sabem como é incômodo o sangramento que ocorre no cio (aproximadamente dez dias, duas vezes ao ano). Removendo os ovários de sua cachorrinha este problema é eliminado.
. Castração precoce também ajudará ao treinamento p/ urinar no local certo, diminuindo a incidência de urina "nos cantinhos" que o macho faz por razões territoriais

- RAZÕES PARA NÃO CASTRAR

- ANIMAIS DE RAÇA, ANIMAIS COM PEDIGREE
.Um Pedigree não é uma indicação de qualidade, nem mesmo a presença de campeões no seu pedigree. Alguns animais são excelentes representantes de sua raça, mas não geram filhotes de boa qualidade. Além disto determinadas raças possuem características indesejáveis que passam para seus descendentes, não sendo aconselhável seu cruzamento. Pesquise os problemas de saúde comuns em sua raça e sugira uma avaliação de seu veterinário com relação aos defeitos genéticos que seu animal possa vir a passar para seus filhotes.

- GOSTARIA DE UM FILHOTE IGUAL AO MEU
- Mas meu cachorro (ou gato) é tão especial, eu quero um cachorrinho (ou gatinho) como ele.
. Seu cachorro ou gato pode ser um animal muito especial. Mas isso não garante a você que seus filhotes vão ser iguais a ele. Até porque temos que levar em consideração também as características do outro parceiro; não sabemos se a ninhada sairá parecida com o pai ou com a mãe.

- QUERIA QUE MINHAS CRIANÇAS VISSEM O MILAGRE DO NASCIMENTO
Até mesmo se suas crianças estiverem dispostas a verem seu animal parir - que é improvável que isso aconteça, uma vez que normalmente o parto ocorre à noite e a cadela se isola - a lição que você realmente estará ensinando é que animais podem ser gerados e descartados como uma roupa.
. Além disso, lembre-se que o parto é uma situação delicada para a cadela. Ela precisa de tranquilidade; algumas fêmeas, inclusive, ficam agressivas, não permitindo que muitas pessoas se aproximem.
. E se a sua cadela que está parindo começar a ter complicações e correr risco de vida? Isto não seria nada interessante para as crianças.
. Ao invés disso, você deveria explicar às suas crianças que o real milagre da vida é sabermos prevenir nascimentos nãs desejados, de forma que não tenhamos que arcar com conseqüências depois.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

A saúde do seu gato


O gato é um animal biologicamente forte. Existem no entanto, algumas poucas precauções primárias para mantê-los saudáveis.

Se você acaba de adquirir um gato, recomendamos que leve-o ao veterinário, se possível antes de levar o animal para o lar. O doutor irá vacinar o gato e o examinará para constatar o seu estado de saúde.

É importante que você tenha alguns conhecimentos básicos sobra a alimentação dos gatos. Um fator primordial para que seu animal esteja sempre saudável. É bem fácil fornecer tudo o que seu gato precisa.

A escolha do veterinário deve ser cuidadosa pois dele dependerá a saúde e bem-estar do seu gato. O veterinário também estará apto a realizar cirugias, aplicar vacinas, tirar radiografias, receitar medicamentos e outros cuidados importantes.

É importante levar seu gato para exames periódicos. Consulte o seu profissional quanto a frequência com que você deve levar o animal ao consultório. A higiene bucal também é recomendável para prolongar a vida de gatos e cães.

Os gatos domésticos não gostam de se afastar de casa à força. Por isto, pode ser conveniente chamar o veterinário em sua casa, especialmente se você tem mais gatos para serem atendidos, mas lembre-se que a consulta domiciliar costuma sair bem mais cara, além do profissonal contar com maior aparalhagem em seu consultório.

Sintomas de doenças:

Caso o seu gato apresente um dos sintomas abaixo, leve-o imediatamente para o veterinário.

-Perda de apetite por tempo prolongado (dois dias ou mais)

-Pelagem opaca e manchada ou com pelagem rala ou falha

-Diarréia prolongada

-Áreas do corpo com caroços ou inchaços.

-Tosse e espirros frequentes

-Vômitos frequentes

-Olhos vermelhos e lacrimejantes

-Primeiros Socorros:

Acidente - Um método bom de socorro é enrolar o gato delicadamente em um cobertor para fazer o transporte até o veterinário mais próximo. Se a ferida for grave, tente antes estancar o sangramento pressionando a ferida com bandagem.

Envenenamento - Se o seu gato ingeriu algum tipo de material venenoso como o pigmento de pintura, insetos peçonhentos, chumbinho, pesticidas e etc., leve-o imediatamente ao veterinário para iniciar o tratamento.

Insolação - Leve o gato para um lugar fresco e dê a ele pequenas quantidades de água, devagar e pausadamente.

Estado de choque - Geralmente acompanha um machucado grave e baixa temperatura corporal e pulsação e respiração fracos.
Cubra o animal para mante-lo aquecido e leve-o para o veterinário

Fraturas - Coloque cuidadosamente o seu gato em uma tala, em seguisa leve-o para o veterinário. Geralmente o osso quebrado é o da perna e um pequeno pedaço de madeira firme será suficiente para manter a região da fratura firme até ser atendido por um especialista.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Você vai viajar com o seu Cão ou seu Gato?


Viajar com seu animal de estimação é muito gostoso, mas pode se tornar estressante se durante uma fiscalização você não estiver com a documentação necessária e exigida por lei para o transporte de animais.

Para o transporte de animais de interesse do Estado ou destinados à cria, reprodução e abate, o proprietário deve recolher uma Guia de Trânsito Animal (GTA) emitida pelo Ministério da Agricultura. A legislação é mais flexível com cães e gatos. O dono que desejar viajar com seu bicho de estimação precisa somente de um atestado de trânsito emitido por médico veterinário particular.

A vacina antirrábica precisa estar em dia. A vacinação contra raiva só é válida no mínimo 30 dias antes da viagem e no máximo 12 meses antes. Se o animal foi revacinado a menos de 30 dias da viagem, mas a vacina anterior ainda estava dentro da validade, não há problema.



Viajar em carro ou Avião

Em viagem de carro, evite alimentar o animal antes de partir. Procure parar a cada duas horas para que ele possa beber água, fazer as necessidades e dar uma voltinha para "esticar as patas".

Se for viajar de avião, recomenda-se não alimentar o animal por no mínimo seis horas antes da viagem. Os animais devem viajar em caixas de transporte especializadas e, dependendo da companhia aérea, é possível que animais de até seis quilos viajem na cabine dos passageiros, desde que não causem incômodo aos demais passageiros.

Viagens Internacionais

Para viajar ao exterior com seu animal é necessário um CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) emitido pelo Ministério da Agricultura gratuitamente. A obtenção do CZI requer o agendamento de uma consulta com um médico veterinário do Ministério da Agricultura nos aeroportos internacionais.

Cada país possui seu trâmite para o transporte de animais e as exigências sanitárias podem variar, por isso é necessário informar-se na embaixada ou no consulado do país de destino.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Você sabia que o seu Cão ou o seu Gato podem doar sangue?



Doar sangue não é uma atividade exclusiva dos humanos. Cães e gatos também podem ajudar a salvar a vida de seus semelhantes, já que o numero de doadores é baixo.

De acordo com estudo do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, não é possível atender a cerca de 30% dos casos em que a transfusão de sangue é necessária por falta de doadores.

Os pré-requisitos para ser um doador são: cães devem pesar mais de 25 quilos e gatos, 4 quilos, ter entre 1 e 8 anos, ser dócil, estar vacinado e vermifugado.

animal passará por uma bateria de exames gratuitos antes de ser aceito para preencher uma bolsa de sangue contendo 450 ml (cães) e 10 ml (gatos), geralmente usados em casos de atropelamento, doenças, cirurgias e intoxicações.

“Há cães que até dormem durante a coleta do sangue. Ficam duas pessoas fazendo carinho nele para acalmá-lo e fazê-lo ficar parado por dez minutos”, explica o veterinário Márcio Moreira, que lembra de um detalhe:

“Eles sentem a picada como a gente, mas não tem o problema do psicológico. Eles não vão desmaiar ou passar mal como muitos humanos”.

Contudo, são poucas as opções de bancos de sangue animal. No RJ, há o Hemopet, em Laranjeiras , e o Hemoterapet, em Vila Isabel . Ambos fazem coletas e exames em casa.

domingo, 10 de julho de 2011

Proteja seus pets do mau hálito



Os donos de cães e gatos que não dispensam um beijo carinhoso de seus pets bem sabem o bafinho não muito agradável que eles manifestam. Mas ao contrário do que muitos imaginam, não é normal que os animais tenham mau hálito. O problema é causado, em 90% dos casos devido à falta de higiene bucal, o que leva ao surgimento da placa bacteriana e tártaro nos dentes. De acordo com o médico veterinário Roberto , especialista em odontologia, “apenas animais com algum problema bucal vão apresentar o mau hálito” e para evitar danos maiores, o ideal é que os pets tenham seus dentes escovados diariamente.

Além da escovação, o especialista também recomenda o uso secundário de produtos específicos para a limpeza dos dentes, como biscoitos, rações, brinquedos e até mesmo medicamentos que podem ser colocados na água do animal. Fecchio lembra que mesmo assim a escovação diária é fundamental, já que as bactérias levam em média 24h para se formarem. “A placa bacteriana se forma em decorrência de organismos que se unem à saliva e restos de alimento e grudam nos dentes. Essas bactérias fermentam, soltando gases, responsáveis pelo mau hálito. Para evitá-las, só com escovação, e desde filhotes”.

Mais do que prevenir o mau hálito, escovar os dentes do pet também evita o tártaro, ou a doença periodontal, infecção grave que, apesar de não ter cura, pode ser controlada com antibióticos. Ela facilita a entrada de bactérias na corrente sanguínea, que por sua vez, chegam ao coração do animal, rins, fígado, entre outros órgãos, sem falar na perda progressiva dos dentes. Nesses casos, o especialista explica que é preciso utilizar medicação, além da retirada imediata do tártaro dos dentes do pet.