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quinta-feira, 31 de março de 2011

Cadela dá à luz 18 filhotes no interior de SP

Parto durou duas horas e meia, em Rio Claro.
Ela estava com 10 kg a mais; recorde brasileiro é de 22 filhotesUma cadela deu à luz 18 filhotes nesta quinta-feira (30), em Rio Claro, no interior de São Paulo. O recorde brasileiro é de 22 filhotes em um parto.

A cadela Menina, como é chamada pelos donos, estava com dez quilos a mais. Os filhotes ficaram em uma incubadora improvisada. Eles são um cruzamento de pit bull com rottweiler.

Apenas um dos 18 cachorros morreu. Os outros estão recebendo os cuidados de profissionais do Grupo de Apoio e Defesa dos Animais de Rio Claro (Gada) para que sobrevivam. O parto durou duas horas e meia, o dobro do normal.

A raça canina Weimaraner


O Weimaraner é um cão bastante antigo, havendo registros da raça já em 1600. A teoria mais aceita quanto à sua origem é de que ele descende de um Braco alemão antigo (não o moderno Braco Alemão de Pelo Curto) e inicialmente encontrava-se exclusivamente nos canis dos duques de Saxônia-Weimar, dos herdou o nome.

Os Weimaraners foram desenvolvidos para realizar diversas modalidades de caça, desde a esportiva até a caça de animais de grande porte como javalis e veados. Inicialmente, atuavam em matilhas rastreando e encurralando a presa até a chegada do caçador.

Durante várias décadas a criação dos Weimaraners era restrita a regiões da Áustria e Alemanha e não havia ‘comércio’ desses cães.
Os criadores trocavam filhotes entre si com o objetivo de fixar um padrão para a raça, que após 1890 foi submetida a uma criação planificada e controlada pelos registros no livro de origem. Depois que o padrão da raça foi registrado, os cruzamentos com outras raças especialmente o Pointer, passaram a ser evitados. Admite-se hoje que o Weimaraner seja, provavelmente, a raça mais antiga entre os cães de aponte alemães.

Apesar de ser um cão extremamente versátil, o Weimaraner começou a popularizar-se apenas após a Segunda Guerra, quando foi intensificada sua concorrência com o moderno Braco Alemão, Kurzhaar. Nos EUA o Weimaraner foi introduzido a partir dos anos 40 e chegou ao Brasil em 1952.

O Weimaraner é um cão de aponte, cuja finalidade é sinalizar a caça e posteriormente apanhá-la e devolvê-la ao caçador. Apesar dessa função inicial específica, por sua inteligência e docilidade ganhou muitas outras funções, como cão farejador de drogas, resgate e mesmo cão de companhia. Na Europa e EUA onde a caça é permitida, os Weimaraners têm lugar cativo entre os praticantes do esporte, especialmente por suas características de estrutura e forma de devolver a caça.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------Os Weimaraners são cães muito extrovertidos e brincalhões. Resistentes e rústicos como convém a um bom caçador, os Weimareners são extremamente apegados aos donos a quem demonstram sua completa docilidade.

Como animais de companhia são limpos, agradáveis e carinhosos com as crianças.

Em função de sua origem de caçador, os Weimaraners são cães extremamente curiosos e que aprendem com muita facilidade – inclusive o que não devem.

São cães de extrema energia e por isso precisam de espaço para se desenvolver física e psicologicamente, caso contrário, podem se transformar em cães extremamente problemáticos e destruidores. Por ter sido desenvolvido para a caça em conjunto com o homem e em estreita relação com ele, o Weimaraner não gosta de ficar só por longos períodos de tempo.

Segundo o pesquisador Stanley Coren, autor do livro ‘A Inteligência dos Cães’, o Weimaraner está em 21º lugar no ranking de inteligência para o trabalho.

Outra característica atribuída à raça é a teimosia, o que indica aos proprietários uma necessidade do Weimaraner de ter um líder a quem obedecer, e nestes casos, o adestramento de obediência é essencial para a boa convivência familiar.
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Desde muito jovem o Weimaraner já demonstra grande energia e disposição. Os filhotes precisam de espaço para executar suas brincadeiras evitando assim os problemas com a destruição de objetos ‘não permitidos’.

É bastante recomendável que desde cedo participe de adestramento de obediência e que tenha possibilidade de exercícios regulares.

A cauda deve ser cortada a um terço e nasce relativamente baixa. O prazo ideal para o corte é 48/72 horas após o nascimento dos filhotes.
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Ao contrário do que se pode pensar, o Weimaraner é também reconhecido em uma variedade de pêlo longo, que era inicialmente rejeitada pelos criadores. A mudança no padrão ocorreu em 1952, mas desde 1935 a variedade começou a ser identificada nos pedigrees, quando começou a aparecer com maior freqüência. Mesmo em ninhadas de Weimaraners de pelo curto eventualmente ocorrem filhotes de pelo longo. No entanto, a variedade de pelo longo não é aceita pelo American Kennel Club – AKC.

A sexualidade do gato

A idade do aparecimento dos primeiros comportamentos sexuais nos gatos depende da época do ano, do aumento da incidência de luz solar e da raça. Normalmente acontece, em média em torno de 6 meses nas raças de pêlos curtos, especialmente Siamês, Birmanês, Europeu e mais tarde nas raças de pêlo longo, alguns Persas não atingem a maturidade sexual antes de 2 anos de idade. A maturidade sexual nos machos aparece mais tardiamente do que nas fêmeas, normalmente a partir de um ano.

Os machos não têm cio, podendo se reproduzir o ano inteiro, bastando haver fêmeas disponíveis. Já as fêmeas entram no cio algumas vezes ao ano. Abaixo das latitudes, as gatas apresentam, a partir do mês de Fevereiro e até o final de Setembro, vários ciclos de cios, que se sucedem a cada 15 ou 20 dias, enquanto elas não forem fecundadas. Elas não têm perdas sanguíneas como as cadelas, mas atraem os machos esfregando-se contra os objectos, libertando um odor atractivo e, principalmente, miando de uma forma muito particular, as gatas de pêlo curto têm tendência a ser mais barulhentas do que as gatas de pêlo longo.

Em liberdade, estes períodos frequentemente ocasionam violentos combates entre os machos pretendentes, mas será sempre a fêmea a escolher os seus parceiros e nem sempre ela escolhe o vencedor. Após algumas preliminares, o acasalamento é muito rápido: a gata deita-se, levanta a traseira, coloca a cauda de lado e mexe ligeiramente as patas traseiras. Então o gato sobe, agarra-a pelo pescoço, por vezes com força e introduz o pénis na vagina Imediatamente depois da-se a ejaculação, que a gata acompanha com um miado agudo, o pénis do macho é áspero, repleto de pequenos picos, ao retira-lo provoca dor na gata que por isso emite um miado agudo, e se o gato não se afastar rapidamente leva uma patada. De seguida o macho afasta-se e lambe os genitais, ficando a observar a fêmea enquanto esta se rebola energeticamente e lambe a zona genital.

Nas horas seguintes, vários acasalamentos podem ocorrer, sendo necessários para desencadear as ovulações. Se a gata não for fecundada durante o acasalamento, os cios voltarão após cerca de 20 dias.

A sexualidade


É por volta de seis a doze meses de vida que as fêmeas caninas têm seu primeiro cio e daí ocorrerão a cada seis ou oito meses durando aproximadamente de dez a quinze dias, sendo que entre as fêmeas felinas eles estarão presentes a cada três meses. No início, o único sinal perceptível é um inchaço na vulva; essa região estará mais gordinha e avemelhada. A seguir vêm os primeiros pinguinhos de sangue.

Por se preocuparam muito com sua higiene pessoal, as cadelas estarão constantemente lambendo suas partes íntimas, por isso quase não percebemos sinais de sangramento; somente quando o fluxo torna-se mais intenso é notado manchas de sangue pela casa. Nessa fase, machos já se interessam sexualmente; de longe são capazes de farejar o cheiro do cio quando aparecem fazendo plantão no portão. Algumas fêmeas podem permitir que macho: aproximem, mas não permitem o acasalamento, isso se explica por elas ainda não ter entrado em seu período fértil que é a única situação em que elas aceitam. Esse período ocorre em geral por volta do nono ao décimo quarto dia do ciclo e nessa fase o sangramento já não é tão intenso, podendo inclusive ter cessado. Esse são os dias "perigosos".

Sexo só para maiores de dezoito!. Aos dezoito meses, a maioria das fêmeas estão entrando em seu terceiro cio e essa é a época para o primeiro cruzamento. Antes dessa idade seu organismo não estará totalmente preparado para dar cria. COm um ano e meio os machos já estão atingindo a maturidade sexual; eles não possuem cio, o que significa que estão sempre dispostos. Se uma cachorra cruzar com diversos machos num mesmo cio, poderá ter filhotes dos diferentes pais.

A gestação dura aproximadamente dois meses. Por coincidência, após dois meses passando o cio, algumas cachorras mesmo não tendo cruzado, pensam que estão grávidas. É a famosa gravidez psicológica e que ocorre com muita freqüência. O comportamento é bastante curioso: choram por tudo e por nada, passam grande parte do dia escondidas embaixo de móveis, raspam o chão, picam jornais e pedaços de pano, colecionam brinquedos cuidam deles como se fossem filhotes recém-nascidos, as tetinhas ficam cheias de leite.

E os anticoncepcionais ?. As injeções utilizadas para esse fim são a base de hormônios que inibem o cio, mas provocam conseqüências bastante sérias, como o aparecimento de tumores de mama e infecção uterina (piometra), onde o único recurso para solucionar esses problema já estabelecidos será a castração. Portanto, para evitar uma série de complicações sofrimentos e gastos, castrar é uma atitude de amor e proteção ao animal, pois procriar não sinônimo de saúde.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Reprodução Felina



Idade para reprodução

O primeiro cio ocorre por volta de 7 meses de idade. As gatas devem ser acasaladas com mais de 8 meses.

As gatas podem ter até 3 partos por ano. O número de filhotes por parto, em média, é de 4 a 8 gatinhos.

Tempo de gestação

O tempo de gestação é por volta de 65 dias.

Três a quatro semanas depois do acasalamento, os sinais de gestação começam a ficar evidentes. Elas engordam, ficam mais calmas, os mamilos ficam avermelhados ou rosados.

Para maiores detalhes do período de gestação, veja Calendário de Gestação.

A Gata prenhe

A gata prenhe deve ser tratada normalmente.

Até a última semana de sua prenhez, ela pode correr e brincar como sempre. Mas a partir desse ponto, não é bom deixá-la subir e descer escadas, pular para cima e para baixo de móveis, não deve ficar molhada nem com frio.

Os exercícios devem ser moderados.

No começo da prenhez não é necessário alimentar a gata mais do que ela normalmente consome. Se ela recebe uma alimentação balanceada, os filhotes estarão saudáveis.

Durante os últimos 20 dias de prenhez, ela deverá comer tudo o que quiser, o consumo de alimento diário irá aumentar muito.

Durante os 3 primeiros dias de pós parto, a fêmea não estará muito interessada em comer, mas você deve se certificar que ela se alimente e beba água fresca o quanto quiser, para fabricação de leite.


Caixa de Maternidade

Durante a ultima semana de gestação sua gata pode parecer cansada e perambular pela casa à procura de um lugar para o nascimento dos filhotes.

Gatas tendem a procurar lugares estranhos e escondidos para dar à luz, por isso providencie uma caixa de maternidade e mostre à ela. Essa caixa será usada para o momento do parto e para manter os filhotes após o nascimento.

A caixa pode ser de papelão, desde que se faça uma entrada que tenha uma altura que permita que a mãe (7 a 13 cm) saia mas não os filhotes.

Deve ser suficientemente grande para que ela possa se esticar e espreguiçar-se, tendo lugar tanto para a cabeça quanto para a cauda. A tampa da caixa deve ser mantida, mas deve ser feita uma abertura em forma de janela com dobradiça, para que possa ser aberta e que se tenha acesso fácil pela parte de cima.

O chão deve ser forrado com bastante papel e toalha limpa.

A caixa deve ficar em lugar quieto, quente, sem correntes de ar, longe dos locais de circulação da casa.


O Trabalho de Parto

Mais ou menos 1 dia antes do trabalho de parto, o útero irá baixar consideravelmente e você poderá notar uma pequena descarga vaginal poucas horas antes do nascimento. Então você deve levá-la para a caixa que você preparou. Fale com carinho, agrade-a, mas deixe-a por si só.

Se você não se sente seguro em assistir ao trabalho de parto, peça ajuda a seu veterinário.
Tenha sempre consigo os telefones de emergência do seu veterinário e de Hospital ou Clínica Veterinária, que tenha atendimento 24h, perto de sua casa para qualquer imprevisto.

Ela pode não querer ficar na caixa, não se preocupe, deixe-a andar se ela quiser. As primeiras dores do parto a deixam desconfortável. Ela também poderá deitar e se esforçar para o nascimento ocorrer.

Entre as contrações ela poderá ficar ofegante e querer água. Deixe-a à vontade. Não insista para que ela fique na caixa, ela voltará na hora certa; se ela preferir outro lugar, deixe que ela mesma escolha. Nesse momento é muito importante que a gata se sinta bem e segura no lugar que escolheu.

Se o trabalho de parto for muito prolongado, de 18 a 24h, procure imediatamente um veterinário.

Uma ninhada média consiste de 3 a 4 filhotes, e o nascimento normal deste número é de aproximadamente 2 a 3 horas.

Normalmente ocorre uma descarga de muco, que é um lubrificante.

A primeira parte que sai é a cabeça, com as patas ao lado. O nascimento com traseiro aparecendo em primeiro lugar, não é raro, mas pode ser fatal, tanto para mãe, como para o filhote. Se você notar que ocorrerá problema chame logo seu veterinário.

Cada filhote nascerá completamente envolvido por uma membrana semitransparente. Apesar da bolsa ser bem forte, as vezes ela se rompe durante o nascimento.

Conforme o filhote emerge da vagina, primeiro aparece uma protuberância, então aparece uma bolsa esbranquiçada. Imediatamente você verá o filhote e,então, o cordão umbilical, que é anexado na placenta no pós parto.

A fêmea irá rasgar a bolsa em volta do filhote, morder o cordão umbilical e comer a placenta. Esse é um procedimento normal. Ela irá retirar o muco com a língua das narinas do filhote e lambê-lo, secando-o. Isso é importantíssimo para estimular o sistema circulatório e respiratório do bebê.

Se o filhote não começar a respirar em alguns minutos, você deverá ajudá-lo. Segure-o firme e balance-o pelas pernas traseiras, tendo cuidado e apoiando a coluna e pescoço. Também massageie suas costas até ele respirar.

Se o cordão umbilical não foi cortado bem perto, mais ou menos com 2 cm e meio de distância do corpo, é aconselhável enrolar uma linha nessa altura e cortar o excesso com uma tesoura esterilizada. Aplicando iodo no coto umbilical.

Quando a segunda dor de trabalho de parto recomeça, normalmente ela larga o primeiro filhote.

Observe cautelosamente para observar se ela não machuca o filhote. Só ajude se notar que o filhote corre perigo.

Se por qualquer motivo a mãe estiver relutante ou for incapaz de retirar as membranas e limpar o filhote, ajude-a a fazê-lo, para que o filhote não se sufoque.

Para evitar que a fêmea fique preocupada ou ressentida, sempre deixe 1 ou 2 filhotes com ela, enquanto cuida de um outro.

Se você estiver presente durante todo o trabalho de parto, fique certo de que ela expeliu todas as placentas. A placenta retida significará problemas sérios para a mãe.

Uma descarga vermelha e escura após o nascimento, normalmente significa que a placenta foi expelida. Se for vermelho brilhante, significa perigo de hemorragia. E uma descarga de qualquer outra cor, particularmente esverdeada, pode significar que uma das placentas está retida e uma infecção se instalou. Chame seu veterinário imediatamente.

Cães tambem se divertem


O bom comportamento é, muitas vezes, determinado pelo auto-controle do filhote. Quando é pedido, um bom filhote senta, mesmo se ele preferir pular, resiste em pegar algum objeto e fica "livre", quando quer ficar parado. Tente fazer tudo o que puder para encorajar este tipo de controle. Uma maneira de fazer isto é fazer brincadeiras com seu filhote, ou mesmo cão adulto, que melhorem os comportamentos e atitudes que você quer dele.

Evite qualquer jogo que envolva lutas, pois podem levar a competições entre humano e cão.

Jogos bons como "esconde-esconde", "procura" e "contra o tempo" promovem cooperação e auto-controle. Este tipo de jogos também ajudam a mostrar a sua liderança de modo positivo, reinforçando a relação entre vocês durante a brincadeira.

Esconde-esconde
É divertido para todos. Comece com uma pessoa segurando o filhote enquanto a outra se esconde. Quando a pessoa estiver escondida, você diz "Onde está Fulano?", e ande com o filhote pela casa. No começo, quem está escondido pode ter que fazer algum barulho para atrair a atenção do filhote. Quando o filhote o achar, todos devem elogiá-lo, dizendo-lhe quão esperto ele é. Logo o filhote irá procurar a pessoa escondida sem precisar de muito incentivo, encontrando cada membro da família pelo nome.

Procura
É o esconde-esconde com objetos, tal como brinquedos que o cão goste ou petiscos. Peça para alguém segurar o filhote enquanto você esconde o brinquedo ou petisco. Volte para o filhote e diga, "Cadê o petisco? Procura!", e deixe-o ir. Se ele encontrar e comer o biscoito, ótimo. Se não, leve-o até o biscoito, mostre-o a ele e elogie o filhote. Assim que ele melhorar na brincadeira, torne os esconderijos cada vez mais difíceis. Filhotes podem aprender os nomes de muitos brinquedos e objetos com este jogo. É uma ótima brincadeira para dias chuvosos.

"Contra o tempo"
Este jogo em alta velocidade ensina o filhote a responder rapidamente aos comandos - mesmo quando excitado ou distraído. Muitos filhotes irão precisar de ajuda neste aqui. Coloque-o na guia. Diga "OK, hora de brincar!" e comece a brincar. Fale de maneira alegre e se mexa - faça qualquer coisa para deixar o filhote feliz e interessado. No meio desta brincadeira, dê-lhe um comando que ele conheça bem, como "Senta". Imediatamente fique imóvel e em silêncio. Se preciso, ajude o filhote. Assim que ele sentar, recomece a brincadeira. Se você a fizer corretamente, ficando muito feliz e excitado durante a brincadeira e absolutamente imóvel e em silêncio depois dos comandos, seu filhote logo aprenderá como "ligar" o jogo, obedecendo-o imediatamente.

Estes jogos lhe ajudam a construir uma relação forte com seu filhote porque melhoram a maneira como ele lhe ouve e responde aos seus comandos agora eno futuro

Os 10 mandamentos do gato

1 ) Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá. Se o sofá estiver longe demais, procure um bom tapete.

2 ) Determine logo qual é a visita que detesta gatos, e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não terá coragem de empurrá-lo para o chão, e pode ser até que venha a dizer "Gatinho bonito!". Se você estiver com bafo de comida de gato, melhor ainda.

3 ) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente usando calça comprida, escolha, de preferência, cores contrastantes com as suas.

4 ) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro. Não é necessário fazer nada. Basta sentar e ficar olhando.

5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!" com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias ou, eventualmente, morder seus calcanhares.

6 ) Não permita portas fechadas em cômodo algum. Para abrir uma porta, apóie-se nas patas traseiras e bata nela com toda força que tiver nas dianteiras. Quando a porta for finalmente aberta para você, não é necessário usá-la; você pode mudar de idéia tranquilamente. Quando você ordenar a abertura de uma porta que dê para fora, pare exatamente no meio do caminho, entre a porta e o vão, e aproveita para pensar sobre diversas coisas. Isso é particularmente importante em noites muito frias, e em épocas de mosquitos.

7 ) Se uma pessoa estiver ocupada e outra à toa, fique com a ocupada. Se alguém estiver lendo, chegue bem perto, e dê um jeitinho de meter o focinho entre o livro e a cara da pessoa. Desconsidere isso em casos de leitores que abrem livros ou jornais em cima da mesa; aí, basta deitar em cima do que estiver sendo lido.

8 ) Se algum dia encontrar uma senhora tricotando, suba no colo dela e deite. De repente, estique a pata e, como quem não quer nada, dê um bom tranco nas agulhas. Observe os acontecimentos: isso se chama perder o fio da meada, e a senhora tentará atrair sua atenção para outras partes da casa. Ignore-a.

9 ) Quando encontrar alguém fazendo o dever de casa, sente-se na folha de papel que estiver sendo trabalhada. Depois de ter sido removido de lá pela terceira vez, vá para outro canto da mesa e empurre tudo que se mexa: lápis, cola, tesoura e o que mais houver.

10) Durma bem durante o dia para estar novo em folha, e pronto para brincadeiras entre 2 e 4 horas da manhã. Se seu humano trabalhar durante a noite, modifique seus hábitos de sono para poder estar com a corda toda entre as 10h e o meio-dia

terça-feira, 29 de março de 2011

A Linguagem dos Gatos



No seu habitat natural os animais comunicam-se, com sua espécie e espécies diferentes, de várias maneiras.

- Cores

- Demonstrações de ataque e defesa

- Apresentação de unhas, garras, espinhos, cheiros, etc.

- Expressões faciais

- Danças

- Emissão de sons.

Os animais domésticos, como o gato, revelam seus sentimentos e desejos através de gestos, movimentos e emissão de determinados sons.

Quem conhece bem os gatos, certamente consegue compreender sua linguagem sonora ou mímica.

*Face: pode exprimir prazer, dor, medo, aborrecimento, incomodo.

*Orelhas: Normalmente abertas e eretas, quando ficam murchas e encostadas na cabeça é sinal de perigo, é melhor ficar distante.

* Boca: Fechada, é sinal de calma, quando fechada mas dentes à mostra, pode significar ataque ou agressão eminente..

* Riso: Bocejo

* Mostrar os dentes: amaeaça

* Cauda: Dá boas indicações do estado de espírito do gato. Normalmente ela é firme e para cima. Abaixo da anca, significa indiferença. Quando está ereta, significa confiança e alegria. Agitada de um lado para o outro é sinal de atençaõ, aborrecimento ou raiva.

* Pelos eriçados ao longo da linha dorsal e corpo arqueado: Sinais de raiva e em geral vêm reforçar o balançeamento da cauda.

* Esfregar o corpo nas pernas do dono: Afeição

* Sons: Podem emitir uma enorme variedade. Podem ser simples rosnados, miados delicados, grunhidos guturais, chiados, assobios zangados, lamentos e muitos outros.
Os gatos emitem sons para bajular, reclamar, intimidar, conversar, demonstrando quando estão com fome, zangados ou contentes. Há ainda os murmúrios que a gata utiliza para conversar com seus filhotes.

Cães e Gatos sonham?


Você acha que seu cachorro (ou gato) sonha? Com quê? A pergunta encucou dois cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que passaram quatro anos estudando as reações de camundongos em busca de uma resposta. Os animais tiveram suas atividades neurológicas acompanhadas por monitores cerebrais quatro horas por dia, metade enquanto dormiam e a outra metade quando desenvolviam alguma atividade -percorrer um labirinto, por exemplo.

Os pesquisadores norte-americanos verificaram que determinadas partes do cérebro repetiam reações idênticas, e com a mesma intensidade, nos dois períodos. Para os cientistas, isso pode ser um sinal de que o rato está sonhando com a ação vivida durante o dia. "Para ter 100% de certeza, só perguntando à cobaia mesmo", disse à Revista o bem-humorado pesquisador Kenway Louie, um dos autores do trabalho do Departamento de Cérebro e Ciências Cognitivas do MIT.

Também não se sabe se o resultado vale para outros animais. "Não posso afirmar, mas é quase certo que sim, porque o cérebro deles é mais complexo do que o do rato, e o mecanismo do sono opera da mesma forma", afirma o biólogo Matthew Wilson, orientador do estudo.

O processo do sono dos ratos é similar ao do homem, atingindo o estágio REM (de "rapid eyes movement" ou movimento rápido dos olhos), em que acontecem os sonhos. A inspiração, porém, é um pouco diferente, acredita Kenway. "Humanos tendem a sonhar com eventos emocionais importantes -momentos de perigo ou de felicidade- acontecidos durante o dia. Já as cobaias pareciam sonhar bastante com comida, especialmente chocolate, pois repetiam as mesmas reações".

O objetivo real do estudo não é provar que os animais sonham, mas descobrir se o cérebro pode "coordenar" outras atividades mesmo quando o indivíduo está dormindo. Isso explicaria, acredita Kenway, por que as pessoas às vezes acordam com a solução de um problema que enfrentavam há dias.

Para os cientistas, a descoberta do mecanismo que faz com que determinados eventos sejam "selecionados" e repetidos durante o sono pode permitir, no futuro, uma espécie de "sono de resultados", ou seja, induzir o cérebro do dorminhoco a desenvolver outras atividades mentais, além do sonho.

Mais preocupado com o bicho, o veterinário especialista em comportamento animal Mauro Lantzman diz que sempre acreditou que animais sonhem. "Quem tem bicho sabe. Minha cadela, por exemplo, tem por hábito 'pedalar' durante a noite. Outros latem e até choram. Essas atividades são normais, mas em excesso podem indicar algum distúrbio neurológico como epilepsia."

Atenção: se seu bicho se comportar como um grande "sonhador", pode estar doente.

DIGA COM O QUE VOCÊ ACHA QUE O SEU CÃO OU GATO SONHA!!

Trabalhadores de quatro patas

No dia 1° de maio foi comemorado em diversos países no mundo, inclusive, no Brasil, o Dia do Trabalho. Mas parece que não são apenas os seres humanos que merecem um dia de descanso. Os animais têm se mostrado verdadeiros profi ssionais em muitas áreas. Nesse mercado atuam modelos, bombeiros, policiais, terapeutas e até guias para deficientes visuais. E todas essas funções têm se tornado cada vez mais reconhecidas e fundamentais para o nosso próprio bem-estar.

Joe, de 6 anos, por exemplo, é sempre muito aguardado nos diversos locais onde trabalha. Dono de uma agenda lotada de dar inveja a muito médico por aí, o compenetrado Golden Retriever atua há 5 anos como terapeuta em asilos e hospitais na capital paulista. Membro fundador do projeto “Joe Amicão e Cãopanheiros”, o cachorro atende de segunda a sexta-feira, juntamente a outros 14 animais, os pacientes do departamento neuromuscular, da pediatria e psiquiatria do Hospital São Paulo, além do Hospital Cruz Verde, o GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e a Criança com Câncer), bem como sua casa de apoio.

Rosamaria Simon Leivas, responsável pelo setor de quimioteca do GRAACC, explica que apesar do ambiente proporcionar jogos eletrônicos, fi lmes e brinquedos para as crianças se distraírem enquanto passam pelas longas horas de quimioterapia, a presença de Joe se destaca. “Manter uma criança por até 8 horas para receber o tratamento não é tarefa fácil, mas percebo que na quinta-feira, dia do Joe nos visitar, são as próprias crianças que me lembram dele. Sua presença as ajuda a esquecer que estão fazendo quimioterapia.”

Mais que simples bengalas Dentre os animais de trabalho, não são apenas os terapeutas que desempenham papel fundamental na sociedade. Ainda novos no Brasil – começaram a ser treinados em 2000 –, os cães guia têm proporcionado a seus donos uma maior autonomia e liberdade. As labradoras Zuca e Raíssa que o digam. Elas são “os olhos” do modelo Jonas Santiago Demétrio e do técnico de informática Márcio Antônio de Souza, ambos benefi - ciados com animais treinados pela ONG Cão Guia Brasil. Segundo os jovens, ter a companhia das cadelas facilitou em diversos aspectos, mas a maior vantagem, sem dúvida, foi a possibilidade de serem inseridos novamente na sociedade, já que há sempre alguém que se aproxima para “puxar papo” por causa do animal, como explica Márcio Antônio. “Com a Raíssa por perto, as pessoas me cumprimentam, perguntam sobre ela, coisa que com uma bengala não acontece”, justifica.

Infelizmente, o número de animais para a função no País ainda é ínfimo, cerca de 70 para mais de 5,4 milhões de deficientes, segundo informações da Associação Brasileira de Oftalmologia. Um dos principais motivos seria o alto custo para a capacitação dos animais, que chega a 25 mil reais, mas o Governo Federal, em parceria com algumas universidades já trabalha para a criação de centros formadores para esses brilhantes profi ssionais de quatro patas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Quer ter um gatinho?


Possuir um animal de estimação proporciona não só prazer e alegrias, mas também é uma higiene mental. Estudos mostram que quem possui animais sofre menos de stress e são mais saudáveis.

A escolha do seu animal deve levar em conta sua preferência por determinada espécie e sua própria personalidade.

Para os amantes de gatos, o seu ar de mistério, auto-confiança, altivez e não submissão, o tornam mais atraentes e fascinantes.

O gato é autêntico, agindo de acordo com seus sentimentos, sinceros em suas atitudes, não temendo manifestar o que lhe desagrada.

Combinam um forte senso de independência com profunda afeição ao dono.
Por ser auto-suficiente, não necessita que você o leve para passear e ele mesmo se mantém limpo e asseado.

Aprende facilmente a viver dentro das regras da casa.

De um modo geral, as pessoas ou gostam ou não gostam de gatos, não havendo meio termo.

As razões mais citadas por quem escolhe um gato como animal de estimação sâo:
- lindos, meigos e carinhosos.
- muito apegados aos donos e bons companheiros para adultos e crianças (o que prova que a afirmação: "gatos só gostam da casa e não do dono" é falsa).
- São muito limpos, independentes não dando quase trabalho.
- Adaptam-se bem a qualquer casa ou apartamento, não importa o tamanho.
- São um "bom ombro amigo" ouvindo nossas lamentações e nos reconfortando com seu carinho.

*Gatos e Crianças

Para uma criança, ter um gato pode ser excelente oportunidade de aprender responsabilidade. Apesar de nem todas as crianças serem capazes de assumir responsabilidade sobre um animal de estimação, ela irá aprender que o animal necessita ser alimentado, mantido limpo, fazer exercícios, etc.

A responsabilidade que se ganha cuidando de um animal de estimação, irá refletir em outras áreas da vida, sendo assim uma experiência muito importante e gratificante.

O gato é um ótimo professor sobre os valores da vida. Por não tolerar abusos e mau tratos, a criança aprenderá que precisa tratá-lo com amor e carinho para receber o mesmo em troca.

"Você ensina melhor o que mais precisa aprender", assim, quando a criança ensina o gato o que pode ou não fazer dentro de casa, estará ensinado a ela própria e aprendendo regras e restrições que ela mesma deve aprender e aceitar. Aprenderá ainda o valor da paciência e do auto-controle. Gritar ou bater no seus gato não resolverá nada, por isso gentileza e compreensão devem ser usados.

Ensine as crianças como segurar o seu gato. NUNCA segure seu animal pela nuca, pelas patas dianteiras ou pela barriga. Ensine-as a segurar o gatinho com carinho, segurando com as duas mãos, uma na parte inferior do tórax e outra segurando a parte traseira.

As crianças devem aprender a tratar bem seus gatinhos, com cuidado, amor e delicadeza. No seu entusiasmo, podem esquecer que são seres vivos e não brinquedos, os quais podem brincar o dia inteiro, puxa-los e sacudi-los à vontade. Ensine que os gatinhos precisam comer, descansar e dormir, por isso deve deixá-los sossegados boa parte do dia.

*Como adquirir um gato?

Antes de adquirir qualquer animal, converse com um Veterinário. Ele irá esclarecer as suas dúvidas e aconselhar como proceder, principalmente os "marinheiros de primeira viagem".

Se você já tem gatos em casa, tenha bastante cuidado ao introduzir outro no mesmo ambiente.

Leve o animal antes ao Veterinário para ser examinado, seja o gato de raça ou não, principalmente se você o apanhou na rua ou não tem certeza da origem dele.

Só adquira animais de raça de criadores idôneos. Você pode consultar as associações de criadores da raça que escolher, sobre o melhor local. Não acredite em "pechinchas", o barato sai caro mais tarde.

Procure ler e saber mais sobre a raça que escolher, algumas raças são mais propensas a determinadas doenças do que outras, é bom ficar sabendo.

De uma forma geral, gatos de rua são mais resistentes, por passarem constantemente por uma seleção natural, só os mais fortes e resistentes a doenças sobrevivem na rua. Talvez um amigo ou vizinho esteja procurando lar para algum filhote.

As Sociedades Protetoras também são locais onde encontram-se centenas de animais abandonados, esperando um dono. Veja o que a SUIPA tem a dizer e a oferecer à você, que quer adquirir um amigo.

*Como escolher um gato?

Não é difícil escolher, desde que tenhamos em mente para que o queremos.

Se for apenas como um bom companheiro, o importante é que tenha um bom temperamento, demonstre estar alerta e vivaz e não tenha olhos e nariz com secreções. Essas são as características de um animal com saúde. Não importa que sejam de raça pura ou não. Não há razão para que um gatinho vira-lata ou mestiço não possa ser sadio, forte bonito e feliz.

Quando o objetivo é a criação de gatos a escolha recai sobre os de raça pura.

Os gatos de raça pura são mais caros por possuirem pedigree.

*O que é pedigree?

O pedigree é uma garantia, não só da pureza da raça, mas também de origem, qualidade, saúde, etc. Um criador que oferece pedigree merece mais confiança.

Se você pretende apresentar seu animal em exposições e/ou fazer criação, deve obter o certificado de registro. O pedigree pode ser normalmente registrado em uma associação de gatos.

*Filhote ou gato adulto?

O ideal seria adquirir gatinhos com 8 a 10 semanas de idade, já desmamados e com alimentação mista. O mais importante é que sejam sadios. Mas como todos os animais jovens, requer tempo, atenção e cuidados extras de seu dono.

Um gato adulto não necessita treinamento, pode fazer 1 refeição por dia, é mais capaz de se defender, principalmente quando há crianças em casa. Ele utilizará meios de defesa que não machucarão a criança, mas que faz a criança saber que ele não aceita abusos. É claro que você pode ensinar a criança a tratar o filhote com gentileza e amor, mas isso necessita de atenção e tempo, que muitas vezes os pais não possuem.

Um filhote se adapta mais facilmente a um novo dono e casa, já que não guarda na lembrança o antigo dono.

Animais mais velhos (seja de que espécie for) levam mais tempo para se adaptarem com um filhote, do que um filhote para com eles. Espere no mínimo 1 semana para desistir de adaptar um filhote com outros animais mais velhos do que ele.

Se você precisa de um caçador de ratos, o animal já adulto é o mais indicado, por ser mais ágil e completamente crescido.

Existem vantagens e desvantagens, cabe a você escolher, de acordo com aquilo que você pode oferecer.

*Como saber se um gato é sadio?

Os gatinhos devem ser vivos, espertos, com senso de humor e brincalhões.

Os filhotes devem apresentar:
- olhos claros e brilhantes, sem secreções, irritações, lacrimejamento.
- orelhas limpas, sem parasitas.
- gengivas sadias e rosadas, sem feridas.
- pêlo brilhante e pele sem grânulos, pontinhos pretos, inchaço ou vermelhidão.
- corpo musculoso e firme.

Observe os gatinhos junto com os outros da ninhada. Assim estará observando, além do físico, o aspecto psíquico também, isto é, seu temperamento.

*Macho ou fêmea?

Outro fator importante na hora de escolher. Você deve levar em conta mais uma vez o objetivo. No caso de serem apenas animais de estimação e não para procriação e venda, o idel é que sejam castrados por volta de 1 ano de idade, tanto machos quanto fêmeas. Assim você terá animais mais calmos, mansos, caseiros - não fogem mais para namorar no caso dos machos e não atraem todos os gatos da vizinhanças como as fêmeas - pelo brilhante e macio e com alimentação balançeada não ficam obsesos.

Muitas pessoas não sabem diferenciar filhotes machos e fêmeas. Existe uma forma fácil, o filhote macho tem dois pontos ( : ) abaixo da sua cauda. A fêmea tem um ponto de exclamação invertido ( ¡ ).

*O primeiro dia do gatinho em casa

Quando adquir um gatinho e for levá-lo para casa use uma caixa de transporte. É a forma mais segura para você e para ele. Assim eles se sentiram seguros e abrigados, já que nunca saíram de casa antes e portanto, nunca se afastaram de sua mãe e irmãos e isso os deixa muito assustados e stressados. Planeje bem para que esta viagem até o novo lar seja o menos estressante possível e rápida. A caixa pode ser encontrada em qualquer loja de animais. existem vários tipos, escolha uma espaçosa, arejada e fácil de ser lavada. Use uma toalha limpa no fundo quando for transportar seu gato.

Adaptar gatinhos novos a uma nova casa só requer amor e paciência. É melhor ter 2 gatinhos a ter um só, porque um faz companhia ao outro e brincam juntos, dando menos trabalho. Como os gatos não dão praticamente nenhum trabalho e poucos despesas, não há razão para ter apenas um. Eles sentiram falta da mãe e irmãos, por isso devemos ser pacientes e carinhosos, principalmente nos primeiros dias, para que se sintam bem e seguros no novo lar.

As vezes os gatinhos não querem comer nos primeiros dias, até que se acostumem com o novo lar. É bom deixar sempre à sua disposição uma vasilha com leite.

Alguns filhotes levam algum tempo para se acostumarem com seus novos donos.Se você mora numa casa, mantenha-o preso dentro de casa logo nos primeiros dias, assim ele não poderá fugir. Fale gentilmente, se aproxime com calma. Paciência e gentileza são a fórmula para cativar a amizade de seu gato.

*Introduzindo um gato num lar onde já há outro gato

Normalmente não há problemas em se possuir mais de um gato. Algumas dicas importantes para manter a harmonia doméstica:

- Nos primeiros dias, não os apresente logo. Deixe-os separados. Aos poucos irão percebendo que há outro animal na casa, sentirão seu cheiro e não serão pegos de surpresa.

Você pode pegar tolhas e cobertores com o cheiro do novo gato e colocar para o mais velho cheirar.

- Tenha muita paciência nos primeiros dias, quando os gatos ainda estarão se conhecendo.

- É mais fácil introduzir um filhote do que um gato adulto, num local onde já haja um gato adulto. Muitas vezes o mais velho assume o papel de pai ou mãe, tomando conta do mais novo.

- Corte as unhas deles antes de apresentá-los. Grandes amizades começaram com muita agitação e pequenos desentendimentos.

- Não os deixe a sós, até ter certeza de que se acostumaram um com o outro. Se precisar deixa-los sozinhos, deixe-os separados.

- Seja imparcial e os trate com igual atenção e carinho, evitando que sintam ciúmes.

-Ao contrário da crença popular, cães e gatos podem se tornar amigos, desde que se siga o mesmo processo de ajuste.

Direito dos animais

Considerando que todo o animal possui direitos.

Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza.

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo.

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros.

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante.

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.

PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

Artigo 1º

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Artigo 2º

Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.

Artigo 3º

Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.

Artigo 4º

Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.

Artigo 5º
Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.

Artigo 6º

Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Artigo 7º

Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.

Artigo 8º

A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Artigo 9º

Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.

Artigo 10º

Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Artigo 11º

Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.

Artigo 12º

Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.

Artigo 13º

O animal morto deve de ser tratado com respeito.
As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.

Artigo 14º

Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

A Declaração Universal dos Direitos do Animal foi proclamada na UNESCO em 15 de Outubro de 1978

Parvovirose cuidado com esse vilão

No fim do ano de 1978, uma nova doença viral de cães, caracterizada por diarréia hemorrágica severa e vômitos, foi reconhecida.

A doença causada por um parvovírus manifesta-se de duas formas, que são a forma entérica e a forma miocárdica. A forma entérica é mais freqüentemente reconhecida, por mostrar sinais evidentes. A forma miocárdica é geralmente diagnosticada no post-mortem, pois a maioria dos animais morre subitamente sem mostrar sinais clínicos.

Onde a doença se originou e por que ela apareceu subitamente e quase que espontaneamente em várias partes do mundo ao mesmo tempo não é sabido. Tem sido sugerido que, devido à semelhança antigênica com o vírus da panleucopenia felina, o vírus da parvovirose canina seja um mutante de uma linhagem de campo do vírus felino.

Patogênese

As fezes contaminadas são a fonte primária de infecção da parvovirose canina. Após a exposição oral, o vírus se localiza e infecta os linfonodos regionais da faringe e tonsilas (amígdalas). A partir desse evento o vírus ganha a corrente circulatória (fase de viremia) e invade vários tecidos, incluindo o timo, o baço, os linfonodos, a medula óssea, os pulmões, o miocárdio e finalmente o jejuno distal e o íleo, onde ele continua a se replicar. A replicação causa a necrose das criptas do epitélio do intestino delgado, com eventual destruição das vilosidades. O vírus também pode causar lesões em outros órgãos que invade, contribuindo para múltiplos sintomas como linfopenia (medula óssea), miocardite (coração) e sinais respiratórios (faringe).

O parvovírus tem sido isolado de conteúdo intestinal e fezes de cães afetados. O mesmo vírus causa as duas formas da doença. O vírus somente se multiplica em tecidos em rápido crescimento.

Até cerca de quatro semanas de idade, o crescimento do epitélio intestinal é muito lento, se comparado com o tecido do coração, mas à medida que o cão envelhece (acima de 5 semanas de idade) a infecção se estabelece no intestino, levando à enterite.

Como mencionamos acima, alterações no músculo cardíaco em infecções subclínicas podem predispor ao aparecimento de doenças cardíacas quando o animal tiver mais idade.

Forma Entérica

A doença normalmente se apresenta como um episódio gastroentérico severo, altamente contagioso e às vezes hemorrágico em filhotes (com mais de 3 semanas de idade). Os animais afetados apresentam inicialmente vômitos profusos para depois desenvolver uma diarréia severa. Em muitos casos, os animais afetados podem se desidratar rapidamente e morrer 24 ou 48 horas após o aparecimento dos sintomas.

Os sinais clínicos geralmente aparecem de 2 a 4 dias após a exposição inicial (infecção). No começo do curso da doença (de 1 a 3 dias após a infecção), ocorre uma profunda viremia antes do aparecimento da gastroenterite, e a temperatura do animal pode estar bem alta. É durante a fase virêmica que uma profunda leucopenia, especialmente linfopenia, pode ser observada.

A leucopenia se transforma rapidamente em leucocitose devido a infecção secundária por bactérias, à medida que os sinais clínicos se tornam mais evidentes. Durante a fase clínica da doença (do 4º ao 10º dia após a infecção), grandes quantidades de vírus são eliminadas nas fezes. A fase de eliminação do vírus não é muito longa e dura de 10 a 14 dias.

Animais com eliminação crônica não têm sido encontrados. A medida que a doença evolui, a temperatura geralmente volta ao normal, antes de se tornar subnormal, quando então o animal morre por choque. Durante a fase de recuperação, os sinais clínicos regridem rapidamente dentro de 5 a 10 dias depois de seu aparecimento. É possível que cães recuperados possam apresentar a forma miocárdica em uma idade mais avançada, devido às lesões iniciais causadas no músculo cardíaco. No exame histopatológico dessa enfermidade, encontramos alterações muito semelhantes àquelas encontradas na panleucopenia felina. O exame post-mortem revela lesões no trato gastrointestinal que são morfologicamente idênticas àquelas vistas na panleucopenia felina.

Forma Miocárdica

A doença se apresenta como uma miocardite em filhotes afetados (de 3 a 8 semanas) e raramente em cães adultos. Cães que se recuperam de forma entérica podem ser afetados mais tarde, durante a vida, pela forma miocárdica. Isso também pode ocorrer em cães que apresentaram uma doença subclínica. Em casos típicos, filhotes aparentemente sadios morrem subitamente ou minutos após um período de angústia. Os filhotes aparentemente sucumbem de edema pulmonar, atribuído a falha cardíaca. Nos cães que são afetados mas não sucumbem imediatamente, nota-se ao exame radiográfico uma cardiomegalia. Os sinais clínicos são devidos a ataque do miocárdio pelo vírus e subseqüente degeneração e inflamação do músculo cardíaco. É possível que a miocardite em filhotes resulte de infecção neonatal ou intrauterina do feto.

Diagnóstico

As alterações hispatológicas em cães infectados, apesar de serem características, só podem ser usadas para confirmação post-mortem. O exame ao microscópio eletrônico de extratos fecais é diagnosticamente confiável. O exame de imunofluorescência direta em esfregaços de intestino e o isolamento do vírus também têm sido empregados. A sorologia, empregando os métodos de inibição da hemoaglutinação (HI) e soroneutralização (SN) podem ser usados mas, por si só, não são conclusivos, pois os títulos de HI e SN podem ser elevados pela vacinação em adição à exposição natural. Somente a detecção do vírus nas fezes e/ou a demonstração de

anticorpos IgM no soro confirmam positivamente a infecção aguda.

Inativação do Vírus

O parvovírus é muito resistente às intempéries do meio ambiente. Uma vez que o local esteja contaminado, fica muito difícil eliminar o vírus. Acredita-se que o vírus possa sobreviver por mais de seis meses em condições normais de temperatura e umidade no meio ambiente. A maneira mais eficiente de desinfecção é o uso de formalina a 1% ou de hipoclorito de sódio a 5,25% diluído na proporção de 1:30 em água. Deve-se minimizar o contato do animal susceptível com cães afetados e suas fezes.

Profilaxia da Parvovirose Canina

A única maneira para se controlar a parvovirose canina é por meio de um programa de imunização eficiente. As vacinas não devem proteger somente o indivíduo, mas também a população, evitando a eliminação de vírus quando o animal sofre uma exposição ao vírus de campo. Desde que seja provável que o parvovirus canino continue a circular na população indefinidamente, a imunização contra a parvovirose deve ser incluída no programa rotineiro de vacinação.

Antes de comentarmos o esquema de vacinação, devemos ressaltar o papel dos anticorpos maternos na proteção dos filhotes e sua influência sobre a vacinação. Os níveis de anticorpos maternos (adquiridos pelo colostro) nos filhotes variam de acordo com os níveis de anticorpos encontrados na cadela. Quanto mais alto for o título de anticorpos da cadela, mais altos serão os títulos encontrados nos filhotes e, portanto, mais duradoura será a imunidade passiva. No entanto, como o nível da cadela pode ser variável, a duração da imunidade passiva também será variável. Têm se encontrado filhotes que com 6 semanas de idade já não apresentam títulos detectáveis, e filhotes que mantiveram títulos até a 18ª semana de idade. Se o animal for vacinado e ainda apresentar títulos de anticorpos, esses vão inutilizar a vacina. Assim, para se ter a certeza de uma eficiente imunização em filhotes, deve-se dar a primeira dose entre 6 e 8 semanas de idade, a segunda entre 10 e 12 semanas e a terceira entre 16 e 18 semanas de idade. A revacinação deve ser anual. Para assegurar uma boa imunidade aos filhotes, deve-se vacinar as cadelas antes da cobertura. Não se deve vacinar cadelas prenhes, apesar de não existirem evidências de interferência sobre o desenvolvimento normal do feto.

domingo, 27 de março de 2011

Alergia em gatos


Gatos podem sofrer de vários tipos de alergias. Um gato alérgico, geralmente possui mais de uma alergia. 15% de todos os gatos nos EUA sofrem de uma ou mais alergias.
As alergias dos gatos possuem causas semelhantes as causas de alergias humanas.

* Alergia respiratória

É causada por partículas em suspensão, como pólen, que irrita as vias aéreas e os pulmões.
Também podem ter como causa: fumaça, fumaça de cigarro, purificadores de ambiente em aerosol, perfumes.
Podem causar descamação, pústulas, ou áreas ulceradas na pele, associadas aos sintomas asmáticos.
O teste para alergia respiratória é feito com Teste Intradérmico.
Também se faz uso de biópsia, em casos mais difíceis.
O Tratamento se faz com antihistamínicos e os casos mais severos com corticosteróides, que pode ter efeitos colaterais.

*Alergias de contato

Se manifestam quando o gato tem contato prolongado com alguma susbstancia que não tolera. Como por exemplo:
Plantas, especialmente as de folhas oleosas, Limpa-tapete, madeira, poeira doméstica, jornal, carpetes, comedouros plásticos (acne felina), lã, alguns tecidos sintéticos, entre outros.
Sinais de contato com alérgeno: Dermatite, mudanças de pigmentação ou erupções na pele. Ocorrência mais comum no queixo, orelhas, dobras de pele, abdomen, sob as unhas, axilas e ao redor do ânus.

* Alergias à drogas e medicamentos

Alguns gatos reagem mal a certas drogas como antibióticos e anestesia.
Medicamentos que podem causar erupções de pele: penicilina, tetraciclina, neomicina, vacina para panleucopenia.

Cada droga causa sintomas diferentes, e os sintomas diferem de gato para gato. Não há como predizer como um gato reagirá.

Antihistamínicos ou corticosteróides são usados para eliminação dos sintomas de alergia, após a parada do uso da droga.


* Alergia à pulga

A mais comum. Conforme o gato envelhece, a sua sensibilidade à picada de pulga aumenta.

*Alergia à comida

Entre 5 e 10% das causas de alergias..
Assim como as alergias por contato, a alergia à comida se manifesta como dermatite e intensa coceira, mas em alguns casos pode ocorrer vômito e diarréia.
Também pode apresentar oleosidade excessiva na pele, inflamação de ouvido ou queda de pêlo.
Gatos tem alergia alimentar, não tanto com relação as substâncias químicas preservativas, mas aos grãos, carne e laticínios usados na sua fabricação.
A alergia à comida não aparece do dia para a noite. Pode levar de 1 a 10 anos de exposicão para ocorrer. Mais de 80% dos gatos com alergia alimentar ingeriu o alérgeno por mais de 2 anos.
Teste para alergia alimentar deve ser feito em gatos com qualquer sinal crônico de alergia, incluindo a Dermatite Miliar e Complexo Granuloma Eosinofílico. O teste é feito simplesmente oferecendo uma única fonte de proteína que o gato ainda não tenha comido antes. Já existem rações hipoalergênicas, a base de ovelha, coelho e outras carnes que não são normalmente utilizadas na fabricação de ração para gatos. Após 8 semanas já se pode dizer se o animal é ou não alérgico.

Os dez mandamentos caninos

1. Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos. Qualquer separação será muito dolorosa para mim.

2. Me dê algum tempo para entender o que você quer de mim.

3. Tenha confiança em mim. É fundamental para o meu bem-estar.

4. Não fique zangado comigo por muito tempo. E não me prenda em nenhum lugar como punição. Você tem seu trabalho, seus amigos, suas diversões. Eu só tenho você.

5. Fale comigo de vez enquando. Mesmo que eu não entenda as suas palavras, compreendo muito bem seu tom de voz e sinto o que você está me dizendo. Isso ficará gravado em mim para sempre.

6. Antes de me bater, lembre sempre que eu tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que nunca vou usá-los em você.

7. Antes de me censurar por estar sendo vadio, preguiçoso ou teimoso, pergunte antes se não há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado. Ou também meu coração que está ficando velho e cansado.

8. Cuide de mim quando eu ficar velho; você também vai ficar.

9. Não se afaste de mim em meus momentos difíceis ou dolorosos.
Nunca diga "prefiro não ver" ou "faz quando eu não estiver presente".

10. Tudo é mais fácil para mim com você do meu lado.

Curiosidades Felinas


· Homens e gatos possuem a mesma região do cérebro responsável pelas emoções.
· O cérebro do gato é mais similar ao do homem do que ao do cão.
· O gato possui mais ossos do que os humanos. Enquanto o homem possui 206, os gatos possuem 245 ossos.
· Os gatos possuem 30 vértebras, 5 a mais que os humanos.

· Gatos possuem 32 músculos que controlam suas orelha. Ele pode girar suas orelhas, independentemente, a quase 180 graus, e 10 vezes mais rápido do que o melhor cão de guarda.
· A audição dos gatos é muito mais sensível do que a dos homens e cães. Seus ouvidos afunilados, canalizam e amplificam os sons como um megafone.
· Os gatos ouvem até 65 khz (kilohertz), enquanto que os homens ouvem até 20 khz.

· Em proporção ao corpo, os gatos são os mamíferos que possuem os maiores olhos.
·Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária ao homem para enxergar.
· Recentes estudos revelaram que os gatos podem ver o amarelo, azul e o verde. Ainda não se sabe ao certo, se conseguem ver o vermelho, provavelmente essa cor é vista como cinza ou preto..

· O campo de visão de um gato é de 185 graus.
. Os gatos sacrificaram os detalhes e as cores pela capacidade de enxergar com pouquíssima luz. Eles não conseguem enxergar pequenos detalhes, vêem o mundo desfocado.
. Por serem muito sensíveis à luz, os olhos dos gatos possuem pupilas verticais. Quando totalmente abertas, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila do homem.
. No fundo do olho, os gatos tem uma camada de células denominadas "tapetum lucidum". A luz, após absorção, é refletida por essas células de volta para a retina, para que seus receptores tenham uma segunda chance de captá-la. Isso aumenta a eficiência dos receptores da retina em cerca de 40%.
· Gatos de olhos azuis e brancos de pelagem, são geralmente surdos.
· Leva cerca de 2 semanas para o filhote ouvir bem e seus olhos abrem em média com 7 dias.

· O gato possui aproximadamente 60 a 80 milhões de células olfatórias. O homem possui entre 5 a 20 milhões.
· Os gatos possuem um órgão olfatório especial no céu da boca, chamado: Orgão de Jacobson. É um analisador de odores e é por isso que as vezes vemos os gatos abrir a boca estranhamente (riso sardônico), quando sente odores fortes.

· O gato possui um total de 24 bigodes, agrupados de 4 em 4. Seus bigodes são usados para medir distâncias.

· Gatos têm 30 dentes, enquanto os cães possuem 42. Os dentes de leite são substituídos pelos permanentes, por volta dos 7 meses de idade.

· Os gatos andam na ponta dos dedos.
. As patas do gato possuem receptores muito sensíveis que levam informações, na velocidade da corrente elétrica, até o cérebro: exploram coisas novas, sentem os alimentos, a velocidade do que passa sobre elas.
· O gato doméstico pode correr a uma velocidade de 50 km/h

· Quase 10% dos ossos dos gatos se encontra na cauda, e esta é responsável pela manutenção do seu equilíbrio.
· O gato doméstico é a única espécie que consegue manter a sua cauda ereta enquanto anda. A cauda também é demonstrativo do estado de humor do gato.

· Quando o gato está assustado, seu pêlo se eriça por todo o corpo. Quando ele vai atacar, o pêlo se eriça somente numa estreita faixa sobre a coluna vertebral.

. Gatos esfregam o rosto em objetos e pessoas para marcar com o seu cheiro, como uma assinatura. O odor é deixado por glândulas, que possuem na parte anterior do rosto.
. Fêmeas esfregam o corpo em machos que querem e também, de uma forma geral, todos se esfregam naqueles que sabem serem maiores e mais fortes, mas não quer dizer que o considerem superiores. É uma deferência e um pedido de amizade.

· O Maicis, o primitivo ancestral dos gatos, era uma pequena criatura que vivia em árvores há 45/50 milhões de anos.

· O Maine Coon é a única raça natural de gatos da América.
· Existem cerca de 100 raças de gatos.

· Gatos respondem mais facilmente a nomes terminados com som "i".

· O gato treme quando sente muita dor.
· O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão muito assustados ou com dor.
. Gatos selvagens miam muito menos do que os domésticos. Isso se deve ao fato dos gatos aprenderem que miando chamam a atenção do homem para suas necessidades.

· Os gatos são muito limpos e passam cerca de 30% de sua vida se limpando.
· Quando se lavam, os gatos perdem quase tanto líquido quanto perdem na urina.

sábado, 26 de março de 2011

Cuidando do seu cão em casa

Seguindo o roteiro abaixo, você será capaz de examinar seu amigão minuciosamente. Tornando esse exame uma rotina mensal, será possível saber se é preciso recorrer a ajuda do médico veterinário. Independente desse exame, o veterinário deve ser consultado anualmente para avaliação e vacinação do animal. Se você for comprar um filhote, esse roteiro será muito útil para reconhecer um animal saudável.

1. Cabeça

Comece examinando os olhos do seu amigão:
- devem estar claros, sem inchaço ou secreção purulenta (amarelada);
- abaixando a pálpebra inferior, a parte interna (conjuntiva) deve estar rósea. Qualquer sinal de palidez excessiva (conjuntiva branca) pode indicar anemia.
- observe manchas brancas ou embaçamento na parte escura dos olhos.

Passe para as orelhas:
- examine a parte interna, externa e as bordas;
- observe se há falhas ou crostas que podem indicar ácaros ou sarna;
- o ouvido sadio não tem secreção ou odor. Se notar cheiro fétido no ouvido do seu animal, bem como secreção amarelada ou amarronzada ao limpar com um chumaço de algodão, leve-o ao veterinário para que ele diagnostique uma possível otite.

Examine a boca (desde que seu cão ou gato seja manso):
- levante o lábio superior do animal e observe as gengivas. Elas devem estar róseas, palidez excessiva pode indicar anemia;
- a língua deve ter coloração rósea sempre. Se o seu animal apresentar a língua arroxeada (exceto os chow chows) ou azulada após exercitar-se, consulte o veterinário;
- observe se todos os dentes estão firmes e inteiros. Dentes moles ou quebrados podem causar dor ao animal;
- a presença de tártaro, placas duras e amareladas nos dentes, conferem um hálito bem desagradável ao seu amigão. Se for o caso, leve-o para uma limpeza dentária;
- podem aparecer verrugas em abundância na boca ou lábios dos animais, assim como placas brancas no interior da boca. Nesses casos, consulte o veterinário.

Atenção para o focinho:
- normalmente ele está úmido e frio;
- não deve haver secreção, a menos que o dia esteja muito quente, quando o animal pode "transpirar" pelo focinho;
- focinho seco e quente nem sempre indica febre. Se isso ocorrer, observe o animal e aguarde outros sinais como perda de apetite. No caso de febre, além do focinho, as patas e orelhas ficam muito quentes;
- focinho despigmentado (branco) exige a proteção de um filtro solar.

2. Pelagem

Examine a pelagem do seu animal com atenção:
- queda uniforme de pêlos, sem apresentar falhas, pode tratar-se de muda anual;
- observe a presença de parasitas como pulgas, carrapatos ou bernes (a pele apresenta um orifício e um nódulo abaixo dele);
- cães podem ter piolhos, parasitas que não se movem, são pequenos e acastanhados. Surgem em condições de higiene precárias em canis;
- falhas na pelagem, crostas ou ferimentos devem ser analisados pelo veterinário;
- a presença de nódulos ou verrugas grandes e/ou numerosas também merecem a atenção do veterinário.

3. Corpo

O exame de órgãos internos não é possível ao leigo. Se houver problema em qualquer órgão sempre haverá uma manifestação externa como vômitos, diarréia, excesso ou falta de urina, ingestão exagerada de água, tosse, cansaço, dor ao se movimentar ou tentar pular, "engasgo" após exercício ou excitação, etc. Se notar algum desses sinais, que perdurem por mais de 2 dias, leve seu cão ao veterinário.

- observe se o seu animal está acima do peso. Esse é um parâmetro muito subjetivo, pois aquilo que pode ser "obesidade" para o veterinário, pode não ser para o dono do animal. Se as costelas do cão estiverem aparecendo, é fácil deduzir que ele esteja abaixo do peso. Por outro lado, se o animal perder a "cintura" (curvatura da região do flanco), desconfie que ele esteja muito gordo;
- barriga inchada nem sempre é sinal de muita comida, o animal pode ter vermes;
- na região do ventre (parte inferior da barriga), note se há algum volume na cicatriz do umbigo. Cães e gatos também podem ter hérnia, principalmente os filhotes.

No caso das fêmeas, principalmente, é preciso examinar todas as tetas (cadeia mamária) em busca de nódulos, inchaços e secreções. As cadelas e gatas podem ter tumores, benignos ou não, nas glândulas mamárias. Nas fêmeas castradas antes do primeiro cio, ou até 1 ano de idade, a chance desses tumores é muito pequena. A castração é um método de prevenção.

4. Patas

Flexione e estenda os membros do seu animal suavemente:
- se ele sentir qualquer dor, que persista a um segundo exame, leve-o ao veterinário. Alguns animais detestam que mexam em suas patas. Tente diferenciar a dor do medo;
- olhe entre os dedos das patas e procure por parasitas (carrapatos) ou ferimentos;
- faça o mesmo na parte de baixo, entre as "almofadinhas" (coxins) dos pés;
- se as unhas estiverem muito compridas, leve o animal ao pet shop ou ao veterinário para apará-las.

5. Genitais

No macho, constitui-se do pênis, prepúcio (pele que recobre o pênis), testículos e bolsa escrotal (pele que reveste os testículos). Na fêmea, você observará a vulva que a porção externa da vagina.

- tanto no macho quanto na fêmea, observe a presença de secreção nos genitais. Se for abundante, procure o veterinário sem demora, principalmente, se você tiver uma fêmea acima de 7 anos;
- no macho, note se os dois testículos estão na bolsa;
- atente para a pele que reveste os testículos ("saquinho"), ela deve estar livre de irritações ou feridas;
- os 2 testículos devem apresentar o mesmo tamanho.

6. Cauda

Curto ou longo, não esqueça do rabinho do seu amigão. É em sua base que as pulgas gostam de se aglomerar causando desconforto e feridas pela coceira. Animais de cauda longa e pesada podem ter ferimentos na ponta. Chegando na cauda, o exame do seu animal estará completo!

ATENÇÃO! Esse exame básico NÃO SUBSTITUI O ATENDIMENTO VETERINÁRIO, pelo contrário, ele visa reconhecer problemas prematuramente para você buscar ajuda do profissional veterinário à tempo. Consulte o veterinário regularmente.

Dando banho no seu gatinho


Normalmente não há necessidade de dar banho no seu gato. Os gatos são muito eficazes em se tratando da sua higiene pessoal, e para a maioria dos gatos, esse é o único método de limpeza que necessitam.
A língua dos gatos é semelhante a uma lixa, atuando como uma escova na limpeza do pelo.
Um gato sujo é sinal de que está doente, já que deixam de se limpar.
Algumas vezes se faz necessário dar banho, como em casos de:

- algum produto venenoso no seu pelo.

- não consegue se limpar sozinho, por algum motivo.

- gatos que participam de exposições.

- estar muito sujo, por algum motivo.

Método para dar banho no seu gato:

* Primeiro apronte tudo: água morna; bacia ou pia que irá usar; toalha de banho ou tapete de borracha no fundo da pia ou bacia, para que o gato possa se segurar nela com as unhas e se sentir mais seguro; sabonete próprio para gatos (sabonetes humanos ressecam demais a pele do gato); tolha bem felpuda para secá-lo e dependendo do gato, você poderá depois da toalha usar secador de cabelos, mas a maioria dos gatos não gosta do barulho e ficam muito nervosos.

Encha a bacia ou pia com água antes de colocar o gato dentro, para que ele não se assuste com o barulho da água.

Ter as unhas do gato aparadas antes do banho, melhora as suas chances de não ser arranhado.

Escovação do pêlo

A escovação do pelo do seu gato é muito importante, evita a formação de bolas de pêlo no estomago deles.
Comece a escovar o pêlo dele quando ele ainda for filhote, para que ele acostume.
Se o gato for de pêlo curto, não necessitam de tanto cuidado, mas também devem ser penteados e escovados, e depois umedeça um pedaço de tecido e passe pelo seu pêlo.
Os gatos de pêlo longo devem ser escovados de preferência 2 vezes ao dia, por cerca de 5 minutos. Use pente de metal com dentes largos e escova de cerdas duras, assim ele ficará fofo quando você terminar. Certifique-se que desembaraçou bem os pelos do seu gato, ou ele ficará com um emaranhado impossível de desfazer, só sendo cortado. Pentei o gato por inteiro, não se esquecendo do abdomen e áreas em baixo das pernas.
Existem pentes e escovas especiais para o seu gato, em lojas de animais.

Olhos e orelhas

A cera de ouvido pode ser removida com cotonetes, com cuidado. Isso deve ser feito 1 vez por mês.

No canto dos olhos, próximo ao nariz, ocorre uma formação dura, que pode ser retirada com cuidado com soro fisiológico levemente morno.

Dieta vegetariana para cães e gatos è saudavel ?

Há muita curiosidade das pessoas em saber se uma dieta vegetariana pode ser saudável e adequada para o cão e o gato. Para os que têm dúvidas, já existem estudos que comprovam que eles podem ser vegetarianos.
Este artigo responde às dúvidas mais comuns, já que não há nenhuma razão científica que ateste ser impossível que o cão ou o gato possam ter uma vida totalmente saudável com uma dieta vegetariana. É necessário apenas que ela atenda algumas exigências: ser formulada e produzida de forma a satisfazer todos os requisitos nutricionais, que esteja acondicionada apropriadamente, que seja palatável e facilmente identificada como alimento para os animais e, finalmente, que atenda os requisitos de segurança alimentar.

Assim como as demais espécies animais, o cão e o gato têm exigências específicas de nutrientes e não de ingredientes específicos. A exploração zootécnica racional exige a utilização de ingredientes produzidos localmente e, obviamente, de menor custo e maior disponibilidade para o atendimento aos parâmetros razoáveis de custo e beneficio.

Pode ser considerado natural ao cão e ao gato comer carne?

Nos primórdios, quando vagavam nas savanas, matas e planícies, eram predadores. Portanto, tinham o hábito de caçar, matar e comer outros animais: pequenos herbívoros, roedores e pássaros. Suas vítimas eram totalmente mastigadas e engolidas. Quando as vítimas eram maiores, como os pequenos ruminantes, agiam como agem até hoje os grandes carnívoros em seus habitats naturais, abrindo a cavidade torácica e a abdominal, onde encontram o conteúdo do aparelho digestivo, em geral, vegetais ainda não digeridos ou parcialmente digeridos, tais como grãos e folhas. Somente depois de se alimentar desse conteúdo, comem as vísceras, a gordura e alguns ossos.

Essa observação permite afirmar que, desde as priscas eras, tanto os pequenos como os grandes carnívoros estão aptos a digerir alimentos vegetais e deles obter os nutrientes de que necessitam.

Na verdade, a dieta dos seres vivos deve ser adequada às suas necessidades: em primeiro lugar para a manutenção de uma vida saudável e, depois, para atender à exigência do crescimento, da reprodução e da produção, seja ela de músculos, trabalho muscular, leite, ovos ou mel.

Como animais de estimação, os cães e os gatos vivem na companhia dos humanos há milênios, competindo e comendo todos os tipos de alimentos que lhes são comuns. Portanto, não é estranho nem anti-natural que comam vegetais.

Quando da classificação das espécies, feita por volta do ano de 1735 por Linée, houve uma tendência inicial de valorizar mais as características morfológicas e o comportamento alimentar de indivíduos semelhantes.

Atualmente, de acordo com a evolução do conhecimento humano e para dar mais precisão à classificação, semelhanças bioquímicas e genéticas vêm determinando mudanças nos critérios de classificação.

O Nutriente Proteína

O nutriente mais questionado em toda esta polêmica carnívoro/onívoro é a proteína. Dá-se o nome de proteína, seja ela vegetal ou animal, a uma macromolécula formada por dez átomos: cinco de hidrogênio (H), dois de carbono (C), dois de oxigênio (O) e um de nitrogênio (N). Mas o que caracteriza a riqueza de uma fonte protéica são os aminoácidos essenciais que a compõem, e são estes aminoácidos que, tanto o cão como o gato, não podem sintetizar. Por isto têm que recebê-los prontos em suas rações.

Diversos livros sobre alimentação animal, artigos e palestras afirmam que as fontes de proteínas vegetais são pobres do ponto de vista nutricional. No entanto, comparando com outras fontes de proteínas (Quadro 1), vê-se que não há suporte para essa afirmação.

Digestibilidade
Sobre digestibilidade é interessante observar a experiência científica nacional. As fontes de proteínas vegetais são de melhor digestibilidade ou iguais às fontes de proteína animal. (Quadro 2)


Digestibilidade das Rações Vegetarianas
Para se avaliar a digestibilidade dos nutrientes das rações destinadas à alimentação de cães foi desenvolvida, em canil sediado em Araraquara-SP, uma pesquisa com duas rações contendo carne e vegetais, e uma terceira exclusivamente vegetariana. (Quadro 3)

Percebe-se que em matéria de segurança alimentar, a dieta vegetariana é uma opção saudável também para cães e gatos, principalmente nestes tempos de síndrome de vaca louca e de gripe aviária. A síndrome da vaca louca já migrou dos ovinos para os bovinos, caprinos, cães, humanos, e gatos e, conforme noticiado pela mídia, a gripe aviária teria sido a causa da morte de um gato na Alemanha

sexta-feira, 25 de março de 2011

História do Gato Doméstico


Acredita-se que um pequeno animal que vivia em árvores, há muito extinto, foi o antepassado do gato - o Miacis. Ele também foi provavelmente o ancestral do urso, da doninha, do guaxinim, da raposa e do coiote. Viveu há cerca de 40 milhões de anos, tinha o corpo comprido, um rabo maior do que o corpo e pernas curtas. Tinha provavelmente as unhas retráteis como o gato.

Há 10 milhões de anos atrás surgiu o Dinictis, mais parecido com o gato atual.

Os Felídeos ou felinos, são os mais especializados, mais numerosos e mais importantes dos carnívoros.
A família dos Felídeos, espalhada sobre quase toda a área de distribuição da ordem dos carnívoros, compreende 3 gêneros: Acinonyx (Cheeta), Felis (Puma, Jaguatirica, Gatos domésticos e todos de pequeno ou médio porte) e Leo (Leão, Tigre, Pantera, Onça), com 37 espécies no conjunto.

O gato atual demorou a ser domesticado, se comparado aos cães.
O gato doméstico são primos distantes de outros felinos e guardam características em comum com os grandes felinos selvagens, como o caminhar silenciosa e delicadamente sobre as almofadas plantares, a técnica de caçar e as unhas retráteis, com exceção do Guepardo que tem as unhas e patas apropriadas para a corrida, chegando a alcançar 100Km por hora numa corrida de curta distância.

No Antigo Egito os gatos eram adorados devido a sua associação com a Deusa da Lua, Pasht, de cujo nome acredita-se ser derivada a palavra "puss", que significa "bichano" em inglês.
A Deusa Bast, que representa o sol, também foi identificada com gatos, e é retratada com a cabeça de um gato.
Quando os gatos morriam, eram mumificados e seus donos mostravam seus sentimentos raspando as sombrancelhas em sinal de luto.

Os gatos da raça Abissínio, são semelhantes ao gatos do Antigo Egito.
Estátuas, desenhos e pinturas em tumbas, revelam que os gatos nessa época, eram de pelo curto, corpo esguio e pernas longas. Muitos consideram que este foi o ancestral da maioria das raças de gatos domésticos conhecidas atualmente.

Embora fosse proibida a saída dos gatos do Egito, o povo Fenício, parece ter os levado em suas embarcações comerciais, para a Europa, por volta do ano 900 a.C., chegando à Itália antes da Era Cristã.

Os romanos, quando invadiram e dominaram o Egito, adotaram o culto a Deusa Bast e seus gatos foram também perpetuados em estátuas, murais e mosaicos. Tinham grande apreciação pelos gatos, e os retratavam como símbolo de liberdade.
Com as invasões Romanas, os gatos foram seguindo seus exércitos e se introduzindo em toda a Europa.
Dessa forma os gatos chegaram à Inglaterra, portanto, o gato inglês tem como base o gato egípcio, mas gatos ingleses selvagens também foram domesticados.

Os gatos, durante muito tempo, foram bem aceitos pelo homem como animais domésticos, por sua habilidade em caçar ratos e outras pragas.
No século X, o Príncipe de Gales, Howel, promulgou leis protegendo os gatos, estabelecendo valores de venda e garantias de compra. Além disso, a pena para quem matasse um gato era paga com trigo: o gato morto era segurado pela ponta da cauda e sobre ele era jogado o trigo, até encobrir a ponta da cauda.
No século XI ajudavam as pessoas a se livrarem dos ratos transmissores da Peste Bulbônica.
Na Idade Média, os gatos perderam sua popularidade, por terem sido associados a adoração de maus espíritos. Surgiu um culto a uma deusa pagã - Freya - envolvendo também os gatos. Esse culto foi considerado heresia e esta era punida com torturas e morte. Como os gatos faziam parte do culto, foram acusados de serem demoníacos, principalmente os de cor preta. Isso custou a vida de milhares de gatos, que foram cruelmente perseguidos, capturados e jogados à fogueira, havendo a maior destruição de gatos de toda a história.
Uma pessoa que fosse vista ajudando um gato, principalmente os pretos, estava sujeita a ser denunciada como bruxa e a sofrer tortura e morte.
As pessoas acusadas de bruxaria e seus gatos, eram responsabilizadas por qualquer desgraça natural, como perda de safras, acidentes, doenças, mortes súbitas, etc.
Essa perseguição criou diversas superstições, ainda mantidas até hoje, como: cruzar com gato preto causa azar.

Felizmente essa perseguição terminou e no século XIX o gato foi exaltado nas artes por grandes nomes como, Victor Hugo e Baudelaire.

O índio norte-americano, não parece ter domesticado os felinos selvagens presentes no continente, como o lince, puma e ocelote. A domesticação de felinos só ocorreu quando os imigrantes europeus trouxeram gatos da Europa, para que ajudassem a combater os ratos e camundongos, tanto no campo quanto na cidade.